segunda-feira, 6 de junho de 2016

rethinking volunteer trip to Rio-16 and cause concern to the Organizing Committee

Tulio Vidal/Rio 2016


The high price charged by hotels, hostels, hostels and pensions in Rio de Janeiro have scared the selected volunteers for the Olympic Games. And two months before the start of the event, many of them have given up or talk about quitting the job if you do not find more economical options or even free hosting.

This has been the main complaint of people living outside of Rio. The residents of other cities and countries represent 54% of the total of 50 000 volunteers selected. There are about 28,000 people who need a place to stay.

The UOL Esporte had access to a email (see below) sent by a committee of the person to some volunteers giving lodging options. An apartment for four people, for example, went for $ 1000 per day.

"I volunteered for the Games because I'm just graduated in Physical Education and thought it would be a great opportunity to enrich the curriculum. I was selected for the Deodoro Complex that is out of the way of everything. I went back to the hostel and here comes the problem. the prices are inflated. Daily R $ 50 are going for $ 200 and at least I would have to stay in Rio two periods of 15 days to the Olympics and Paralympics. That is, the bill goes to more than R $ 5000, which made it an unviable investment. I have sent an email giving up participation, "he told UOL Esporte commercial representative Caio Lissoni.

"It is very difficult for a person to bear the transport costs, all these days without work and also the high cost of hosting. If I do not find a very local account or someone, some carioca family to adopt me, certainly will not. I have talked with other volunteers and many are with this idea of ​​giving up they do not find anything, "said Maico Cabestre, who is a massage therapist and was chosen to work in the medical field

Claims above exemplify the difficulty experienced by many of the volunteers which the Rio-16 Committee is already aware. Even in view of this problem, the agency this week launched the platform "My place in Rio." In it, any resident of Rio de Janeiro can sign up and provide a hosting location, becoming host. The collection day will be in charge of each. The Committee hopes that this will help to overcome or at least reduce the number of dropouts.

"We know this scenario (difficulties of volunteers get hosting) and it is a concern. We had been watching for some time and so we decided to launch this tool that also offers some hotels that are cheaper. This question of Rio residents receive people elsewhere worked very well in the World Youth Jornda 2013, "said Flavia Fontes, general manager of volunteers.

"We know that there may be people who give up, but we are trying to create alternatives. We also have volunteers in our waiting list if there are these dropouts," added Flavia.

The Committee says it has received about 300 thousand entries and have selected 80,000 volunteers. As 50 000 will be used, there are still 30 thousand spare.

In social networking groups, volunteers suggest that the Committee make available public schools and universities so that they host. But logistics is a complicating factor.

"Although schools are on vacation, our volume of people is very large and would need to make several interventions in their structure. We would not have time for that. But we're working with some scout groups and parishes," he added.
Volunteers have other unknowns

The difficulty with hosting is not only faced by volunteers. Several follow without receiving the invitation letters and work schedule to be able to organize the trip to Rio.

"The scales did not go, did not pass anything and urgently need it to set me at work and see the hotel values," said the voluntary Bartira Fonseca Pompey, who lives in São Paulo.

"I live in São Paulo and have to make hotel reservation and ticket, but only be able to do it to know when and where I will act. There is also the fact that I need to ask for time off work and can not do one week before. A lot of people who have given up and others are about to do the same, "complained Marcelo Barroso.

Asked about this, the general manager of volunteers said that all selected will have the letter and scale. But he said it was impossible to set a date for this, because work schedules are determined for each area of ​​each installation.

What is certain is that each volunteer will work nine hours per day, entitled to a lunch. The Committee, and even provides power during the working day and transportation to the arenas. Volunteers also have 15% discount right in the value of areas tickets purchased to fly by LATAM, official partner of the Games.




Tulio Vidal/Rio 2016
 
Candidatos a voluntários do Rio 2016 passam por treinamento em SPimagem: Tulio Vidal/Rio 2016.


Fábio Aleixo

Do UOL, em São Paulo


O alto preço praticado por hotéis, albergues, pousadas e pensões no Rio de Janeiro têm assustado os voluntários selecionados para os Jogos Olímpicos. E a dois meses do início do evento, vários deles já desistiram ou falam em desistir do trabalho caso não encontrem opções mais econômicas ou até mesmo gratuitas de hospedagem.

Esta tem sido a principal queixa das pessoas que vivem fora do Rio. Os moradores de outras cidades e países representam 54% do total dos 50 mil voluntários selecionados. São cerca de 28 mil pessoas que precisarão de um lugar para ficar.

O UOL Esporte teve acesso a um-email (veja mais abaixo) enviado por uma pessoa do Comitê a alguns voluntários dando opções de hospedagem. Um apartamento para quatro pessoas, por exemplo, saía por R$ 1 mil por dia.

"Eu me voluntariei para os Jogos pois sou recém-formado em Educação Física e achei que seria uma ótima oportunidade para enriquecer o currículo. Fui selecionado para o Complexo de Deodoro que é fora de mão de tudo. Fui atrás de albergue e aí vem o problema. Os preços estão inflacionados. Diárias de R$ 50 estão saindo por R$ 200 e, no mínimo, eu teria de ficar no Rio dois períodos de 15 dias para Olimpíada e Paraolimpíada. Ou seja, a conta vai pra mais de R$ 5 mil, o que tornou um investimento inviável. Já enviei um e-mail desistindo da participação", afirmou ao UOL Esporte o representante comercial Caio Lissoni.

"É muito difícil para uma pessoa arcar com as despesas de transporte, todos esses dias sem trabalhar e ainda o custo altíssimo de hospedagem. Se eu não achar um local muito em conta ou alguém, alguma família carioca que me adote, certamente não irei. Tenho conversado com outros voluntários e muitos estão com esta ideia de desistir se não acharem nada", disse Maico Cabestre, que é massoterapeuta e foi escolhido para trabalhar na área médica



As reclamações acima exemplificam a dificuldade vivida por muitos dos voluntários da qual o Comitê Rio-16 já está ciente. Até mesmo em virtude deste problema, o órgão lançou nesta semana a plataforma "Meu Lugar no Rio". Nela, qualquer morador do Rio de Janeiro pode se inscrever e disponibilizar um local de hospedagem, tornando-se anfitrião. A cobrança de diária ficará a cargo de cada um. O Comitê espera que isso ajude a superar ou ao menos diminuir o número de desistências.

"Sabemos deste cenário (dificuldades dos voluntários em conseguirem hospedagem) e é uma preocupação. Já vínhamos observando há algum tempo e por isso decidimos lançar esta ferramenta que também oferece alguns hotéis e pousadas que são mais baratos. Esta questão de moradores do Rio receberem pessoas de outros lugares funcionou muito bem na Jornda Mundial da Juventude de 2013", explicou Flavia Fontes, gerente-geral de voluntários.

"Sabemos que pode haver pessoas que desistam, mas estamos tentando criar alternativas. Também temos voluntários na nossa lista de espera caso haja estas desistências", completou Flavia.

O Comitê diz ter recebido cerca de 300 mil inscrições e ter selecionado 80 mil voluntários. Como 50 mil serão usados, há ainda uma sobra de 30 mil.

Em grupos de redes sociais, voluntários sugerem que o Comitê disponibilize escolas e universidades públicas para que eles se hospedem. Mas a logística é um complicador.

"Apesar de as escolas estarem em férias, o nosso volume de pessoas é muito grande e precisaríamos fazer diversas intervenções na estrutura delas. Não teríamos tempo hábil para isso. Mas estamos trabalhando com alguns grupos de escoteiros e paróquias", completou.
Voluntários têm outras indefinições

A dificuldade com hospedagem não é a única enfrentada pelos voluntários. Diversos seguem sem receber as cartas-convites e a escala de trabalho para poderem organizar a viagem ao Rio.

"As escalas não saíram, não passaram nada e preciso urgentemente disso para me programar no serviço e ver os valores de hotéis", disse a voluntária Bartira Fonseca Pompeu, que vive em São Paulo.

"Moro em São Paulo e tenho que fazer reserva de hotel e passagem, mas só conseguirei fazer isso ao saber quando e onde irei atuar. Existe também o fato de que preciso pedir dispensa do trabalho e não posso fazer 1 semana antes. Tem muita gente que já desistiu e outras estão em vias de fazer o mesmo", reclamou Marcelo Barroso.

Questionada sobre isso, a gerente-geral de voluntários afirmou que todos os selecionados terão a carta e a escala. Porém afirmou ser impossível fixar uma data para isso, pois os horários de trabalho são determinados por cada área de cada instalação.

O que é certo é que cada voluntário trabalhará nove horas por dias, com direito a uma de almoço. O Comitê, além de uniforme fornece alimentação durante a jornada de trabalho e transporte até as arenas. Os voluntários também têm direito a desconto de 15% no valor das passagens áreas adquiridas para voar pela LATAM, parceira oficial dos Jogos.

sábado, 4 de junho de 2016

KORFEBOL BRASILEIRO NO DIA DESAFIO EM SÃO PAULO - RIO GRANDE DA SERRA SP


Estivemos participando do DIA DESAFIO em Rio Grande da Serra - São Paulo, com KORFEBOL BRASILEIRO, cerca de 100 pessoas tiveram acesso ao KORFEBOL BRASILEIRO, inclusive famílias que puderam conhecer as diversas formas de se jogar KORFEBOL.






O dia 25 de maio foi o Dia do Desafio 2016! A 22ª edição do foi uma ação para a campanha Move Brasil e mobilizou milhões de pessoas em 20 países nas três Américas. Este ano, participam da competição 3.360 cidades, que mobilizaram seus cidadãos a praticar atividades físicas e esportivas de diversas modalidades.
 
 O que é o Dia do Desafio?

O Dia do Desafio é uma campanha mundial de promoção da saúde e bem-estar. Seu objetivo é quebrar a rotina sedentária e estimular a população a praticar qualquer atividade física por, pelo menos, 15 minutos consecutivos.
O evento ocorre sempre na última quarta-feira do mês de maio, da 0h às 21h, e conta com a participação de milhares de cidades do mundo inteiro.

Como surgiu?
O evento foi idealizado em 1984 pela ParticipAction, entidade esportiva canadense, e difundido mundialmente pela Trim & Fitness International Sport for All Association (TAFISA), de origem alemã. O Brasil participa da ação desde 1995.

Quem promove?

As prefeituras municipais, por meio da articulação de suas Secretarias de Esporte, Educação e Saúde com órgãos municipais, associações, conselhos, sindicatos, federações, instituições, grupos de voluntários, academias, clubes, empresas, faculdades, escolas e a população.

sábado, 28 de maio de 2016

IMPRENSA AMERICANA CHAMA DE 'ESGOTO' AS ÁGUAS DO RIO E PEDE PROVAS EM OUTRO PAÍS


The New York Times critica poluição na Baía da Guanabara e temendo pela saúde dos atletas pede provas em outro país.



“Atletas não deveriam ter que nadar em meio ao esgoto para perseguir seus sonhos olímpicos. Algo precisa ser feito para protegê-los” Esta foi a afirmação feita pela ex-nadadora, Lyne Coxx, em artigo publicado nesta sexta-feira, dia 6, pelo jornal Americano The New York Times. A ex-competidora fez duras críticas ao alto grau de poluição das águas da Baía de Guanabara, um dos locais que servirão de palco para as muitas provas aquáticas que irão fazer parte dos Jogos Olímpicos de 2016, noRio de Janeiro.

Lyne Coxx já foi nadadora de provas de longas distâncias, antes mesmo deste tipo de competição entrar para o rol das provas que fazem parte das Olimpíadas. No artigo escrito pela ex-atleta, fica clara a sua preocupação com os competidores que irão que disputar provas tanto na Baía da Guanabara, quanto nas águas da praia de Copacabana. De acordo com a mesma, qualquer atleta, seja nadador de maratonas, triatletas e velejadores correm o sério risco de adoecerem, caso entrem em contato com as águas deste locais.

Coxx afirmou que todo o esgoto da região metropolitana do Rio desemboca em plena Baía e daí, vai direto para as águas de Copacabana. Ele afirma que a quantidade de dejetos eliminada diariamente daria para encher cerca de 480 piscinas de porte olímpico.
De acordo com o jornal americano, um especialista da Universidade Feevale, o professor Fernando Spilki foi contratado para analisar as condições das águas destes locais. Após os testes, ficou comprovado que a quantidade de coliformes fecais presentes nestas áreas era extremamente alta, o que muito provavelmente poderia contaminar a quem entrasse em contato com as mesmas.

A atleta também faz críticas ao Comitê Olímpico Internacional e cobra medidas urgentes por parte de seu presidente, Thomas Bach, para que as provas possam ser transferidas para locais que ofereçam mais segurança para a saúde dos atletas, além de condições mais justas.

A ex-competidora alerta para o fato de que, competir em locais como a Baía da Guanabara, poderá pôr tudo a perder para muitos atletas que se prepararam quase uma vida inteira para competirem nos Jogos Olímpicos. “Os eventos aquáticos precisam ser transferidos para águas limpas – e isso não pode ser encontrado no Brasil, então eles precisarão transferir para outro país", afirmou Coxx, embora não haja nenhum precedente em Olimpíadas de que competições possam ser disputadas em dois países diferentes.

Coxx chama a atenção para o fato de que, a menos de cem dias para o início do evento, a organização do evento poderá sair prejudicada em virtude da atual crise política que abala o país, com o trâmite do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Isto pode atrapalhar os planos do governo em entregar " os jogos verdes por um planeta azul".
 
 The New York Times criticizes pollution in Guanabara Bay and fearing for the health of athletes asks evidence in another country.


"Athletes should not have to swim through the sewer to pursue their Olympic dreams. Something must be done to protect them, "This was the statement made by a former competitive swimmer, Lyne Coxx, in an article published on Friday, the 6th, the American newspaper The New York Times. A former competitor has heavily criticized the high degree of pollution of the waters of Guanabara Bay, one of the sites that will serve as a stage for many aquatic events that will be part of the Olympic Games in 2016, Norio January.

Lyne Coxx has been swimming for long distances evidence before this kind of competition to join the list of the tests that are part of the Olympics. In the article written by the former athlete, is a clear concern with competitors who will compete evidence that both the Guanabara Bay, as the Copacabana beach waters. According to it, any athlete, is marathon swimmer, triathletes and sailors are at serious risk of becoming ill, if they come into contact with the waters of this local.

Coxx said that all sewage from the metropolitan region of Rio opens in full Bay and then goes straight to the Copacabana waters. He states that the amount of waste discarded daily would fill about 480 Olympic-sized pools.
According to the American Journal, an expert at the University Feevale, Professor Fernando Spilki was hired to analyze the conditions of the waters these sites. After testing, it was proven that the amount of fecal coliforms present in these areas was extremely high, which could very likely contaminate those who come into contact with them.

The athlete also criticizes the International Olympic Committee and demands urgent action by its president, Thomas Bach, so that the evidence can be transferred to places that offer more security to the health of athletes, and more fair.

A former competitor alert to the fact that compete in places like the Bay of Guanabara, you can put everything away for many athletes who have prepared almost a lifetime to compete in the Olympics. "The aquatic events need to be transferred to clean water - and this can not be found in Brazil, so they will need to transfer to another country," Coxx said, though there is no precedent in the Olympics that competitions can be played in two different countries.

Coxx draws attention to the fact that less than a hundred days to the start of the event, the organization of the event may leave impaired due to the current political crisis that shakes the country, with the processing of the impeachment of President Dilma Rousseff . This can disrupt the government's plans to deliver "green games by a blue planet."

quarta-feira, 25 de maio de 2016

DIA DESAFIO - KORFEBOL BRASILEIRO PARTICIPANDO 2016



Dia do Desafio vem aí!
Participe da disputa mundial em que todos ganham em saúde


O desafio está lançado! Em 25 de maio será realizada a 22ª edição da competição mundial que promove a prática de atividades físicas em benefício da saúde e bem-estar: é o Dia do Desafio! Nele, o público de todas as idades se envolve em uma competição amigável entre os municípios do mesmo porte, participando de atividades variadas como caminhada, corrida, pedalada, dança ou atividades recreativas, para ver quem mobiliza a maior porcentagem de habitantes na luta contra a inatividade.

Em 2016, a ação recebeu mais três mil cidades inscritas, num total de 20 países. No Brasil, são 1.866 municípios, totalizando a adesão de 20 Estados. Ao redor da América Latina, países como México, Guatemala, Cuba e Venezuela também irão participar. Este ano, Pernambuco mobiliza o evento contando com 25 cidades do Estado enfrentando cidades do Brasil e outros países. A realização do evento é de responsabilidade das Prefeituras e as ações são desenvolvidas pelas Secretarias Municipais de Esporte, Educação e Saúde.

Participe, ganhe em saúde e ajude sua cidade a vencer! Vale caminhar, pedalar, alongar, correr, além dos jogos coletivos, como futebol, gincanas, vôlei, basquete e handebol. No grande dia, uma central telefônica estará funcionando, ininterruptamente, das 0h às 21h, através do número 0800 321 1688, captando os registros de pessoas, grupos, associações, empresas e escolas. As unidades do Sesc estarão a postos com uma programação especial em vários pontos das cidades, incentivando a mobilização da população e contabilizando os praticantes das atividades físicas e esportivas.

O resultado da competição sai em dois dias e ganha a cidade que conseguir o maior percentual de participação, em relação ao número de habitantes, em pelo menos 15 minutos, de uma atividade física ou esportiva. Entretanto, os grandes vencedores são os praticantes, que incluem em suas rotinas hábitos mais saudáveis, além da integração social. Desde 2013, o Dia do Desafio tornou-se uma das ações da campanha MOVE Brasil que pretende ampliar o número de praticantes de esportes e atividades físicas no país.










domingo, 22 de maio de 2016

KORFEBOL BRASILEIRO EM SÃO PAULO - SÃO BERNARDO DO CAMPO


O Korfebol brasileiro esteve se apresentando novamente em São Paulo, em São Bernardo do Campo, na Praça da Matriz. Cerca de 100 pessoas, entre jovens adultos e crianças tiveram acesso as diversas formas de se jogar o Korfebol Brasileiro.

No Brasil, temos diversas formas de se jogar o KORFEBOL, não utilizamos as "regras oficiais" adotadas por PORTUGAL (Federaação Portuguesa de Corfebol" ou da IKF (International Korfball Federation). Queremos adotar o esporte cooperativo. Não usamos a competição como o fator de motivação em nosso trabalho. E esse jeito diferente de se trabalhar com o esporte, vem dando certo no Brasil. Aqui não formamos "atletas". aqui todos tem a possibilidade de jogar o KORFEBOL BRASILEIRO.







quinta-feira, 19 de maio de 2016

JORNALISTAS ESTRANGEIROS DETONAM A FALTA DE SEGURANÇA NO BRASIL




Criminalidade em alta e falta de preparo da segurança nacional faz Olimpíadas Rio 2016 repercutirem entre estrangeiros.Homens (sem camisa) fogem após tentativa de assalto no Rio Homens (sem camisa) fogem após tentativa de assalto no Rio PUBLICIDADE


Faltam menos de noventa dias para o início dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, e a imprensa estrangeira já começa a repercutir, no exterior, os problemas que encontram na cidade-sede desta que é a maior competição do mundo quando o assunto é esportes.

Diversos países mandaram jornalistas para cobrir os preparativos que antecedem as Olimpíadas no Brasil, e, claro, para fazer a cobertura do evento, que acontece entre 5 e 21 de agosto. Entrevistada por agências de notícias, a imprensa estrangeira fez fortes revelações sobre o temor dos repórteres frente à atual situação do Rio do Janeiro, e à falta de segurança no Brasil. A jornalista chinesa, Yang Tanli, da Televisão Central da China, contou que turistas chineses decidiram não vir ao país com medo da grande onda de assaltos que repercute nos noticiários de lá, por exemplo.

O jornalista americano, Brad Brooks, da Agência Reuters, contou que seus colegas de profissão temem algo mais grave que os assaltos, como os ataques terroristas. Para os americanos, fica claro, através dos noticiários, que se o Brasil não está preparado para combater pequenos ataques violentos, como roubos e furtos, ou até assassinatos provenientes desses crimes, um evento de grande porte como as Olimpíadas Rio 2016 seria um campo aberto para um ataque terrorista, diante do despreparo da segurança local e nacional.

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Em entrevista ao portal de notícias G1, outro correspondente estrangeiro, dessa vez da TV Pública da Alemanha, Juan Pablo Mondini contou que o maior desafio que o Brasil deve enfrentar nessas Olimpíadas, é a garantia da segurança para os atletas e os turistas que vem ao Rio prestigiar a competição esportiva a nível mundial. Segundo ele, por vezes, é preciso esquecer ou tentar não lembrar do momento conturbado que o mundo tem vivenciado, ultimamente.

Além da insegurança por parte da criminalidade e possíveis ataques terroristas, a imprensa estrangeira também teme o despreparo da segurança pública para conter grandes manifestações, que podem vir a ocorrer durante as Olimpíadas e em proporções maiores do que normalmente já acontece. É o caso da repórter Maria Martin, do El Pais, que destaca o momento em que guardas municipais da cidade do Rio de Janeiro atacaram manifestantes com spray de pimenta, durante um protesto, ao mesmo tempo em que a tocha olímpica chegava no local.

Estará o Brasil preparado para conter a violência e fazer das Olimpíadas Rio 2016 um evento de paz, mudando esta visão que os estrangeiros tem do Rio de Janeiro e do país? Não esqueça de deixar a sua opinião.






JOURNALISTS FOREIGNERS detonate SECURITY FAILURE IN BRAZIL Crime high and lack of preparation of national security makes Olympics 2016 rebounding from estrangeiros.Homens (shirtless) flee after attempted robbery in Rio Men (shirtless) flee after attempted robbery in Rio ADVERTISING
Missing less than ninety days to the start of the 2016 Olympic Games in Rio de Janeiro, and the foreign press has begun to pass on the outside, the problems they encounter in the host city of this which is the greatest competition in the world when it comes it is sports.

Several countries sent reporters to cover the preparations leading up to the Olympics in Brazil, and of course to cover the event, which takes place between 5 and 21 August. Interviewed by news agencies, foreign media has made strong revelations about the fear of facing reporters the current situation of Rio de Janeiro, and the lack of security in Brazil. Chinese journalist Yang Tanli, the China Central Television, said Chinese tourists decided not to come to the country in fear of the great wave of assaults that resonates on the news there, for example.

The American journalist, Brad Brooks, of Reuters, said that his colleagues fear that something more serious assaults, such as terrorist attacks. For Americans, it is clear, through the news, that Brazil is not prepared to fight small violent attacks such as robberies and thefts, or even murder from such crimes, a large event like the Olympics Rio 2016 would be an open field for a terrorist attack on the unpreparedness of local and national security.

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inRead invented by Teads
In an interview with news portal G1, another foreign correspondent, this time the German Public TV, Juan Pablo Mondini said that the biggest challenge that Brazil must face these Olympics is the guarantee of safety for athletes and tourists coming to Rio prestige sporting competition in the world. According to him, sometimes you need to forget or try not to remember the troubled time that the world has experienced lately.

In addition to insecurity by crime and potential terrorist attacks, foreign media also fears the unpreparedness of public security to hold large demonstrations that can occur during the Olympics and in larger numbers than usually already happens. This is the case of reporter Maria Martin, El Pais, which highlights the time when municipal guards of the city of Rio de Janeiro attacked protesters with pepper spray during a protest at the same time as the Olympic torch arrived on site.

Is the prepared Brazil to contain the violence and to the Olympic Games Rio 2016 a peace event, changing the vision that foreigners have of Rio de Janeiro and the country? Do not forget to leave your opinion.

sábado, 14 de maio de 2016

KORFEBOL BRASILEIRO EM ESCOLA ESTADUAL EM NILÓPOLIS - RIO DE JANEIRO


O Korfebol Brasileiro esteve visitando o Colégio Estadual Prof. Ubiratan Reis Barbosa, onde cerca de 50 jovens tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho realizado pelo Professor Marcelo Soares, mais conhecido como Marcelo Korfebol.

O Projeto KORFEBOL BRASILEIRO ESCOLAS, continua a ser implementado, em parceria com a Empresas, políticos e projetos sociais.







domingo, 8 de maio de 2016

KORFEBOL EM SÃO PAULO: CIDADE DE SUZANO RECEBE KORFEBOL BRASILEIRO


Estivemos no último dia 24 de abril (sábado) visitando a cidade de SUZANO-SP para realizar clínica esportiva de KORFEBOL BRASILEIRO, cerca de 80 pessoas, (crianças, jovens e adultos) tiveram acesso ao esporte.

No início, fizemos as atividades em espaço aberto, tendo a variação do jogo 3x3 onde as jogadas rápidas e deslocamentos constantes são imprescindíveis para poder receber a bola e efetuar os pontos.







Como o clima mudou fomos obrigados a montar o equipamento do KORFEBOL BRASILEIRO espaço coberto reduzido, e tivemos a surpresa de trazer a galera do SKATE para jogar KORFEBOL BRASILEIRO.





sábado, 7 de maio de 2016

HOMENAGEM DO KORFEBOL BRASILEIRO AO DIA DAS MÃES




Mãe: o amor mais bonito que existe. Um Feliz Dia das Mães para todas vocês que fazem desse amor o mais belo de todos. 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

DICA DE LIVRO: KORFEBOL BRASILEIRO - INFÂNCIA E A PSICOMOTRICIDADE



Autora: Fátima Alves

Formato: 14x21cm

228 páginas

Resumo:

Este livro é uma revelação, ressalta a Psicomotricidade como o saber, fala da sabedoria humana que leva ao aprendizado do conhecimento, do comportamento e das atitudes de cada ser, tornando-o integral. Não é uma Odisseia nem uma Epopeia, no sentido de contar a história da Psicomotricidade apenas, mas mostrará que a Psicomotricidade contribui para o processo ensino-aprendizagem, levando a criança ao desenvolvimento, ao aperfeiçoamento das ações por meio da tríade – motor, cognitivo e afetivo. Também fará compreender e conhecer o que é a Pedagogia do Corpo, o movimento e quais são as conexões entre a Pedagogia e o movimento por meio do corpo.

É mesmo uma revelação, pois Fátima Alves escreve este livro com as duas mãos, o coração, a mente, o sangue, dando a dimensão de cada ação e expressão corporal da criança para ela perceber e se conscientizar de que é de fundamental importância trabalhar com o corpo na escola, sem necessariamente ser trabalhado apenas na aula de Educação Física. Ela mostra a contribuição e importância do educador físico junto com o educador de sala de aula que, com a Psicomotricidade, irá levar a criança a se desenvolver com mais precisão e, dessa forma, a fará construir meios resultando na organização de pensamento e raciocínio.

Currículo da autora:

Fátima Alves

Fonoaudióloga. Socioterapeuta Ramain-Thiers. Psicomotricista titulada pela SBP. Mestre em Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente. Docente da Pós-graduação presencial e da Licenciatura a distância em Pedagogia da AVM Faculdade Integrada. Orientadora de monografia dos cursos de Psicomotricidade e Arteterapia da AVM Faculdade Integrada. Professora Convidada dos cursos de pós-graduação em Psicopedagogia e Educação Inclusiva da FAMESP. Professora convidada na formação em Arteterapia no Ateliê de Marise Piloto. Docente e orientadora de TCC da Laureate International Universities IBMR Centro Universitário. Presidente da ABP, gestão 2008 a 2010. Autora de diversos livros. Participante de eventos nacionais e internacionais em Psicomotricidade e Educação como ministrante em palestras, cursos e workshops. Coordenadora, tutora e professora do Curso Para Entender a Síndrome de Down da GPEC – Educação a Distância – Formação e Aperfeiçoamento.

Sumário:

Prefácio
Apresentação
Introdução

Parte I – O Corpo e o Movimento na Educação

CAPÍTULO I
Pedagogia do corpo rumo a uma aprendizagem
 
CAPÍTULO II

Pedagogia do corpo e do movimento na 1a e na 2a Infância

Parte II – O Aprender no Jogo e na Brincadeira

CAPÍTULO III

Jogos e brincadeiras na aprendizagem do aluno (aproximando gerações)

CAPÍTULO IV

A Psicomotricidade na vida da criança em um enfoque Pedagógico

CAPÍTULO V

Desenvolvimento motor da criança

CAPÍTULO VI

Pedagogia e Psicomotricidade: o corpo na Educação Física. O corpo cognitivo

Referências





Estivemos participando do lançamento do Livro Infância e Psicomotricidade, da professora Fátima Alves na livraria da Travessa em Botafogo no dia 3 de maio de 2016. Lá reencontramos amigos que atuam na Educação Infantil, como psicomotricistas e também professores de Educação Física. 

Professora Fátima Alves tem outras obras lançadas e para quem gosta de estar atualizado no tema PSICOMOTRICIDADE, indico todos os seus livros, que são fonte de referência e inspiração para um bom trabalho. Seu livro é  muito fácil de entender e muito explicativo.
 
Parabéns pela obra Professora Fátima Alves emoção total poder participar do Lançamento e obrigado pelo carinho de sempre.
 
Marcelo Korfebol


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Velejador alemão Erik Heil no hospital após competir no Rio de Janeiro

O velejador alemão Erik Heil foi hospitalizado após participar do evento-teste de vela realizado na Baía de Guanabara neste mês. Depois de conquistar o terceiro lugar da competição preparatória para a Olimpíada de 2016, Heil precisou passar por pequenas cirurgias, já na Alemanha, para tratar de uma infecção multirresistente que ele suspeita ter contraído devido à poluição no Rio de Janeiro. Oficialmente, a causa da infecção está sob análise.




Heil, que tem 26 anos, foi tema de uma postagem no blog oficial da equipe alemã de vela. Na publicação, o velejador mostrou cicatrizes na perna e no quadril causadas pela infecção. Heil disse ainda que nunca havia contraído algo parecido e aponta esgoto despejado na Marina da Glória, de onde os barcos de competição partes para os locais de regatas, como causa do problema.

“Eu nunca tive na minha vida infecção nas pernas. Nunca!”, afirmou ele, ao blog. “Eu suponho que a contrai na regata-teste. O problema, provavelmente, é a água da Marina da Glória, que recebe esgoto desenfreado o hospital da cidade.” $!$render-component.split(‘/’)[$math.sub($render-component.split(‘/’).size(), 1)]

De fato, a marina é ponto deságue da rede de coleta de água pluvial do centro do Rio. O próprio governo do Estado admite a contaminação dessa água por esgoto clandestino. Por isso, até iniciou uma obra para desviar o despejo da água que chega à marina direto para o emissário submarino de esgoto.

Essa obra deveria ter ficado pronta no início de agosto, portanto antes do evento-teste de vela. Atrasou e só deve acabar em dezembro.

Antes da competição, entretanto, uma biorremediação –aplicação de bactérias para combate à poluição— foi feita na Marina da Glória. Segundo governo e o Comitê Organizador Rio-2016, todos os locais de competição, incluindo a Marina, apresentavam condições para o esporte quando o evento-teste ocorreu.

Depois de Heil acusar a infecção, o secretário estadual do Ambiente, André Correa, afirmou que não acredita que a água da baía tenha sido a causa do problema. “Não parece provável que tais problemas, tão graves, tenham decorrido da água da Baía nos pontos de Vela. O próprio corpo médico da Federação Internacional de Vela considerou os problemas ocorridos em função do número de atletas participantes dentro da normalidade”, declarou.

O Comitê Organizador Rio-2016 ainda não se pronunciou sobre o caso.

O alemão Heil, entretanto, já avisou que vai tomar precauções extras quando voltar ao Rio para velejar e recomendou que equipes de vela convoquem médicos antes de viajar ao Brasil. “Considero navegar com revestimentos plásticos e usar sapatos neoprene”, disse ele. “Tenho certeza que todos que estão chegando ao Rio devem inserir um médico em sua equipe.”
Heil é o segundo caso de atleta afetado por problemas de saúde depois de velejar na Guanabara. Ainda durante o evento-teste de vela, sul-coreano Wonwoo Cho passou mal e foi internado sofrendo com febre, calafrios, vômito e desidratação.

O técnico de Cho, Danny Ok, também culpou a água da baía em postagem em seu perfil numa rede social. “Parece que ele foi infectado por algum vírus em algum lugar no local de competição que deveria estar supostamente seguro e limpo como um local olímpico”, reclamou o treinador.

O problema foi minimizado por organizadores do evento-teste. Cho voltou a competir no Rio após recuperar-se.