segunda-feira, 6 de junho de 2016

rethinking volunteer trip to Rio-16 and cause concern to the Organizing Committee

Tulio Vidal/Rio 2016


The high price charged by hotels, hostels, hostels and pensions in Rio de Janeiro have scared the selected volunteers for the Olympic Games. And two months before the start of the event, many of them have given up or talk about quitting the job if you do not find more economical options or even free hosting.

This has been the main complaint of people living outside of Rio. The residents of other cities and countries represent 54% of the total of 50 000 volunteers selected. There are about 28,000 people who need a place to stay.

The UOL Esporte had access to a email (see below) sent by a committee of the person to some volunteers giving lodging options. An apartment for four people, for example, went for $ 1000 per day.

"I volunteered for the Games because I'm just graduated in Physical Education and thought it would be a great opportunity to enrich the curriculum. I was selected for the Deodoro Complex that is out of the way of everything. I went back to the hostel and here comes the problem. the prices are inflated. Daily R $ 50 are going for $ 200 and at least I would have to stay in Rio two periods of 15 days to the Olympics and Paralympics. That is, the bill goes to more than R $ 5000, which made it an unviable investment. I have sent an email giving up participation, "he told UOL Esporte commercial representative Caio Lissoni.

"It is very difficult for a person to bear the transport costs, all these days without work and also the high cost of hosting. If I do not find a very local account or someone, some carioca family to adopt me, certainly will not. I have talked with other volunteers and many are with this idea of ​​giving up they do not find anything, "said Maico Cabestre, who is a massage therapist and was chosen to work in the medical field

Claims above exemplify the difficulty experienced by many of the volunteers which the Rio-16 Committee is already aware. Even in view of this problem, the agency this week launched the platform "My place in Rio." In it, any resident of Rio de Janeiro can sign up and provide a hosting location, becoming host. The collection day will be in charge of each. The Committee hopes that this will help to overcome or at least reduce the number of dropouts.

"We know this scenario (difficulties of volunteers get hosting) and it is a concern. We had been watching for some time and so we decided to launch this tool that also offers some hotels that are cheaper. This question of Rio residents receive people elsewhere worked very well in the World Youth Jornda 2013, "said Flavia Fontes, general manager of volunteers.

"We know that there may be people who give up, but we are trying to create alternatives. We also have volunteers in our waiting list if there are these dropouts," added Flavia.

The Committee says it has received about 300 thousand entries and have selected 80,000 volunteers. As 50 000 will be used, there are still 30 thousand spare.

In social networking groups, volunteers suggest that the Committee make available public schools and universities so that they host. But logistics is a complicating factor.

"Although schools are on vacation, our volume of people is very large and would need to make several interventions in their structure. We would not have time for that. But we're working with some scout groups and parishes," he added.
Volunteers have other unknowns

The difficulty with hosting is not only faced by volunteers. Several follow without receiving the invitation letters and work schedule to be able to organize the trip to Rio.

"The scales did not go, did not pass anything and urgently need it to set me at work and see the hotel values," said the voluntary Bartira Fonseca Pompey, who lives in São Paulo.

"I live in São Paulo and have to make hotel reservation and ticket, but only be able to do it to know when and where I will act. There is also the fact that I need to ask for time off work and can not do one week before. A lot of people who have given up and others are about to do the same, "complained Marcelo Barroso.

Asked about this, the general manager of volunteers said that all selected will have the letter and scale. But he said it was impossible to set a date for this, because work schedules are determined for each area of ​​each installation.

What is certain is that each volunteer will work nine hours per day, entitled to a lunch. The Committee, and even provides power during the working day and transportation to the arenas. Volunteers also have 15% discount right in the value of areas tickets purchased to fly by LATAM, official partner of the Games.




Tulio Vidal/Rio 2016
 
Candidatos a voluntários do Rio 2016 passam por treinamento em SPimagem: Tulio Vidal/Rio 2016.


Fábio Aleixo

Do UOL, em São Paulo


O alto preço praticado por hotéis, albergues, pousadas e pensões no Rio de Janeiro têm assustado os voluntários selecionados para os Jogos Olímpicos. E a dois meses do início do evento, vários deles já desistiram ou falam em desistir do trabalho caso não encontrem opções mais econômicas ou até mesmo gratuitas de hospedagem.

Esta tem sido a principal queixa das pessoas que vivem fora do Rio. Os moradores de outras cidades e países representam 54% do total dos 50 mil voluntários selecionados. São cerca de 28 mil pessoas que precisarão de um lugar para ficar.

O UOL Esporte teve acesso a um-email (veja mais abaixo) enviado por uma pessoa do Comitê a alguns voluntários dando opções de hospedagem. Um apartamento para quatro pessoas, por exemplo, saía por R$ 1 mil por dia.

"Eu me voluntariei para os Jogos pois sou recém-formado em Educação Física e achei que seria uma ótima oportunidade para enriquecer o currículo. Fui selecionado para o Complexo de Deodoro que é fora de mão de tudo. Fui atrás de albergue e aí vem o problema. Os preços estão inflacionados. Diárias de R$ 50 estão saindo por R$ 200 e, no mínimo, eu teria de ficar no Rio dois períodos de 15 dias para Olimpíada e Paraolimpíada. Ou seja, a conta vai pra mais de R$ 5 mil, o que tornou um investimento inviável. Já enviei um e-mail desistindo da participação", afirmou ao UOL Esporte o representante comercial Caio Lissoni.

"É muito difícil para uma pessoa arcar com as despesas de transporte, todos esses dias sem trabalhar e ainda o custo altíssimo de hospedagem. Se eu não achar um local muito em conta ou alguém, alguma família carioca que me adote, certamente não irei. Tenho conversado com outros voluntários e muitos estão com esta ideia de desistir se não acharem nada", disse Maico Cabestre, que é massoterapeuta e foi escolhido para trabalhar na área médica



As reclamações acima exemplificam a dificuldade vivida por muitos dos voluntários da qual o Comitê Rio-16 já está ciente. Até mesmo em virtude deste problema, o órgão lançou nesta semana a plataforma "Meu Lugar no Rio". Nela, qualquer morador do Rio de Janeiro pode se inscrever e disponibilizar um local de hospedagem, tornando-se anfitrião. A cobrança de diária ficará a cargo de cada um. O Comitê espera que isso ajude a superar ou ao menos diminuir o número de desistências.

"Sabemos deste cenário (dificuldades dos voluntários em conseguirem hospedagem) e é uma preocupação. Já vínhamos observando há algum tempo e por isso decidimos lançar esta ferramenta que também oferece alguns hotéis e pousadas que são mais baratos. Esta questão de moradores do Rio receberem pessoas de outros lugares funcionou muito bem na Jornda Mundial da Juventude de 2013", explicou Flavia Fontes, gerente-geral de voluntários.

"Sabemos que pode haver pessoas que desistam, mas estamos tentando criar alternativas. Também temos voluntários na nossa lista de espera caso haja estas desistências", completou Flavia.

O Comitê diz ter recebido cerca de 300 mil inscrições e ter selecionado 80 mil voluntários. Como 50 mil serão usados, há ainda uma sobra de 30 mil.

Em grupos de redes sociais, voluntários sugerem que o Comitê disponibilize escolas e universidades públicas para que eles se hospedem. Mas a logística é um complicador.

"Apesar de as escolas estarem em férias, o nosso volume de pessoas é muito grande e precisaríamos fazer diversas intervenções na estrutura delas. Não teríamos tempo hábil para isso. Mas estamos trabalhando com alguns grupos de escoteiros e paróquias", completou.
Voluntários têm outras indefinições

A dificuldade com hospedagem não é a única enfrentada pelos voluntários. Diversos seguem sem receber as cartas-convites e a escala de trabalho para poderem organizar a viagem ao Rio.

"As escalas não saíram, não passaram nada e preciso urgentemente disso para me programar no serviço e ver os valores de hotéis", disse a voluntária Bartira Fonseca Pompeu, que vive em São Paulo.

"Moro em São Paulo e tenho que fazer reserva de hotel e passagem, mas só conseguirei fazer isso ao saber quando e onde irei atuar. Existe também o fato de que preciso pedir dispensa do trabalho e não posso fazer 1 semana antes. Tem muita gente que já desistiu e outras estão em vias de fazer o mesmo", reclamou Marcelo Barroso.

Questionada sobre isso, a gerente-geral de voluntários afirmou que todos os selecionados terão a carta e a escala. Porém afirmou ser impossível fixar uma data para isso, pois os horários de trabalho são determinados por cada área de cada instalação.

O que é certo é que cada voluntário trabalhará nove horas por dias, com direito a uma de almoço. O Comitê, além de uniforme fornece alimentação durante a jornada de trabalho e transporte até as arenas. Os voluntários também têm direito a desconto de 15% no valor das passagens áreas adquiridas para voar pela LATAM, parceira oficial dos Jogos.
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