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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PARTICIPE PESQUISA KORFEBOL BRASILEIRO



Olá amigos do KORFEBOL BRASILEIRO !

Saudações.

Gostaria de convidar a todos para participarem da pesquisa do KORFEBOL BRASILEIRO, que estamos desenvolvendo sobre a orientação do Professor Marcelo Soares, mais conhecido como "Marcelo Korfebol"

O objetivo da pesquisa é caracterizar as pessoas que conhecem o korfebol brasileiro e fazer um paralelo da Educação Física escolar, com os Esportes cooperativos Esportes competitivos (tradicionais) e Esportes Alternativos (Desconhecidos da nossa cultura).

Link da Pesquisa

https://goo.gl/forms/xgBhMANlRtPwNiCi2

Estaremos realizando encontros, torneios, cursos e palestras.

Professor Marcelo Soares está desenvolvendo diversas formas de se jogar Korfebol brasileiro, para que o esporte se torne cada vez mais acessível a todos.

Na certeza de poder contar com sua contribuição participando de nossa pesquisa, nos despedimos.

FORTE ABRAÇO

KORFEBOL BRASILEIRO.

"TEM QUE QUERER"

domingo, 21 de agosto de 2016

Rio Mayor Eduardo Paes admits about Paralympics: "Virtually no ticket sold"

Divulgação RMC

Daniel Lisboa
The UOL, in Rio de Janeiro
In the same press conference given this morning (19), in which Eduardo Paes spoke of "contempt" when referring to American swimmers involved in confusion at a gas station, the mayor of Rio drew attention also to the uncomfortable situation of Paralympics so far.

Asked about the contribution of about 150 million reais that the city probably need to do for the event, Paes admitted that part of the deficit is due to the low demand for tickets for the Paralympics so far.

He said that "virtually no" ticket was sold so far, but he hopes a change in the excitement of the Brazilians with the event when disputes approach. This would alleviate the need for the city to bear the costs of the event.

The mayor of Rio, however, said that such a possibility (use of public resources in the Olympics and Paralympics) was already a possibility provided for in the contract. He also said that the 150 million reais are not as significant in the total expenditure of about 8 billion of real games, mostly funded by private enterprise.

Paes returned to say that you should not compare the Olympic legacy of Rio with the cities of developed countries. With the governor of Tokyo, Yuriko Koike, who is on a river for the passage of the Olympic flag and attended the news, the mayor joked remembering that Rio won the bid to host the games this year precisely because Tokyo was "the perfect city" and Rio still had "many problems to solve."

Paes said the governor came to know the "tropical way" of doing things, which sometimes "can get a little crazy."

The mayor of Rio even made a joke after Yuriko Koike explain, almost solemnly, why be wearing kimono. The governor spoke about the symbolism of the costume to the Japanese culture and hospitality when Paes took the floor and apologize for not being dressed in "carioca samba".



Divulgação RMC




Daniel Lisboa
Do UOL, no Rio de Janeiro

Na mesma entrevista coletiva, concedida nesta manhã (19), em que Eduardo Paes falou em "desprezo" ao se referir aos nadadores americanos envolvidos em confusão em um posto de gasolina, o prefeito do Rio chamou atenção também para a situação pouco confortável das Paraolimpíada até agora.

Questionado sobre o aporte de cerca de 150 milhões de reais que a prefeitura provavelmente precisará fazer para o evento, Paes admitiu que parte do déficit se deve à pouca procura por ingressos para as Paraolimpíadas até o momento.

Ele disse que "praticamente nenhum" ingresso foi vendido até então, mas que espera uma mudança na empolgação dos brasileiros com o evento quando as disputas se aproximarem. Isso aliviaria a necessidade da prefeitura arcar com os custos do evento.

O prefeito do Rio, entretanto, disse que tal possibilidade (uso de recursos públicos nas Olimpíadas e Paraolimpíadas) já era uma possibilidade prevista em contrato. Ele disse também que os 150 milhões de reais não são tão significativos dentro do gasto total de cerca de 8 bilhões de reais dos jogos, em sua maioria custeados pela iniciativa privada.

Paes voltou a afirmar que não se deve comparar o legado olímpico do Rio com o de cidades de países desenvolvidos. Com a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, que está no rio para a passagem da bandeira olímpica e participou da coletiva, o prefeito brincou lembrando que o Rio ganhou a disputa para sediar os jogos neste ano justamente porque Tóquio era "a cidade perfeita" e o Rio ainda tinha "muitos problemas a resolver".

Paes disse que a governadora veio conhecer o "jeito tropical" de fazer as coisas, que às vezes "podem ficar um pouco doidas".

O prefeito do Rio ainda fez uma piada após Yuriko Koike explicar, de maneira quase solene, o porquê de estar vestindo quimono. A governadora falava sobre a simbologia do traje para a cultura japonesa e sua hospitalidade quando Paes pediu a palavra e desculpas por não estar vestido de "sambista carioca".

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

IOC vice president breaks the protocol and says the RIO 2016 organization is pitiable

John Coates, vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI) desde os anos 70, disse que a RIO 2016 é a Olimpíada mais difícil já realizada até hoje

Coates já havia alertado que a organização era “a pior” que ela já havia visto.



Em entrevista para a BBC, ele confirmou (novamente) que a situação é lastimável.

“Tem sido muito difícil. Os Jogos mais difíceis que temos encontrado em termos da situação econômica e política”, disse.

“Quando o Rio foi escolhido em 2009, o país era ‘quase’ uma potência econômica. Agora, eles estão sofrendo”, disse Coates.

Transporte, segurança, cor da água das piscinas, filas, ingressos, locais vazios, situação dos voluntários e problemas operacionais têm deixado membros do COI de cabelos em pé.

O próprio diretor de Comunicação do Rio-2016, Mario Andrada, tem pedido desculpas pelas falhas quase que diariamente.

Hoje (11) mesmo Andrada admitiu que a Rio-2016 poderia ter “feito melhor”.

“Aprendemos e vamos fazer melhor para os futuros grandes eventos no Brasil”, disse Andrada.
Jogos no Rio são os 'mais difíceis da história', diz vice-presidente do COI

APImage copyrightAP
Image captionPara John Coates realizar os Jogos no Rio 'foi uma luta'

O vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional, John Coates, afirmou em entrevista à BBC que a situação política e econômica do Brasil fez dos Jogos do Rio "os mais difíceis da história".

"Tem sido muito difícil, esses têm sido os Jogos mais difíceis que tivemos, em termos de política e economia. Foi uma luta", afirmou, alegando que boa parte da organização ficou para a última hora e que muitos ingressos não foram vendidos.

Os Jogos do Rio ocorrem meio a uma crise econômica ainda em curso, ao processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff e foram precedidos pela turbulenta transição para o governo do presidente interino Michel Temer.

Também houve diversos protestos durante a passagem da tocha - os manifestantes tentavam apagá-la pedindo investimentos em outras áreas que não a Olimpíada.

"Sete anos atrás, quando eles (Brasil) foram selecionados, estavam prestes a ter o 5º maior PIB do mundo e agora estão em 74º. Você sabe o resto, tem sido uma luta por causa das questões financeiras e do apoio exigido de todos os níveis de governo", disse Coates.

Na verdade, o PIB brasileiro é o 9º maior do mundo, segundo ranking do Banco Mundial atualizado no final de julho. Não está claro se Coates foi irônico em sua comparação ou se misturou PIB com PIB per capita, ranking no qual, segundo a mesma fonte, o Brasil posiciona-se pouco acima da 70ª posição.

Segundo ele, houve falta de comunicação entre os diferentes entes governamentais e, se não fosse o apoio do prefeito do Rio, Eduardo Paes, os Jogos não teriam acontecido.
Ingressos

Coates também se disse desapontado com o descumprimento da promessa de que ingressos não vendidos seriam distribuídos para comunidades e crianças.Image captionCoates lamenta os eventos com pouco público e diz que 'queria que tivesse mais torcida'

"Queria que tivesse mais torcida, a gente achava que eles estavam distribuindo ingressos para pessoas pobres e crianças de escola, mas ainda não os vimos nos locais de competição, o que é uma decepção."

Diversas arenas dos Jogos têm ficado vazias, assim como foi observado em Londres 2012. Há ingressos - normalmente os mais caros - que não foram vendidos e muitas entradas dadas a patrocinadores que não são usadas.

Coates afirmou também que o COI está enfrentando problemas diários no Rio, citando o caso de um atleta do rúgbi da Nova Zelândia.

"Tivemos um problema ruim com Sonny Bill Williams, que se machucou ontem e o motorista da ambulância não sabia onde era o hospital", contou.

Apesar de tudo isso, ele afirma que o COI não se arrepende de trazer os jogos para a América do Sul pela primeira vez.

"Estamos felizes com a decisão de levar os Jogos para a América do Sul. É importante espalhar os Jogos, mesmo que tenha sido um desafio maior do que esperávamos."
Preparativos

Coates é o mesmo que, há dois anos, disse que os preparativos para os Jogos eram os "piores" que ele já havia visto.Image captionA sujeira da Baía de Guanabara ainda é problema

"Acho que a situação é pior do que em Atenas (em 2004). Até agora, os preparativos da capital grega haviam sido os piores que eu já vi", afirmou na ocasião.

Ele disse que a situação era crítica e que o COI seria obrigado a tomar medidas "sem precedentes" para assegurar que a competição acontecesse.

Coates, que foi chefe do comitê organizador local da Olimpíada de Sydney, em 2000, logo voltou atrás.

Dois dias depois, em nota, ele disse que acreditava que a cidade sediaria uma "excelente Olimpíada".

O esforço, aparentemente, fora uma estratégia interna do COI para reduzir o mal-estar com os organizadores locais.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Uma imagem muitas vezes fala mais do que 1000 palavras...

A picture often says more than 1000 words ...



IOC president - THOMAS BACH criticizes Brazilian fans: "Unacceptable" - Comportamento da Torcida Brasileira criticado por Thomas Bach




After the boos Thiago Braz Brazilian rival during the race the pole vault and the awards ceremony, Thomas Bach says that behavior in the stands was shocking and not in line with the Olympic spirit.

Frenchman Renaud Lavillenie was moved to tears on the podium, after being booed by the Brazilian fans

The president of the International Olympic Committee (IOC) Thomas Bach criticized on Tuesday (16/08) the boos from the Brazilian crowd to the French Renaud Lavillenie, who lost the gold medal in the pole vault for the Brazilian Thiago Braz.

French was booed during the competition and also the next day, the ceremony of the medals, while Thiago was feted as an Olympic hero in Brazil. Lavillenie came to cry during the ceremony. "I do not wish that on anyone," he said.

After losing the race's pole vault to Thiago on Monday, Lavillenie criticized the boos received by fans and compared his situation to the American athlete Jesse Owens at the 1936 Olympics in Berlin during the Nazi regime. He later apologized for the statement.

Bach said he was appalled by the boos during the awards ceremony. "Shocking behavior of the audience booing Renaud Lavillenie on the podium. Unacceptable for the Olympics, "he said on Twitter.

As the crowd booed, Thiago tried to call for calm and the fans applauded the delivery of the silver medal Lavillenie. "I talked to him a little after the podium. I asked people to applaud because, like it or not, it is a mirror for me. If he had not done 5.89 meters I would not have passed to 6.03 meters, "said the Brazilian.

Upon receiving the silver medal, the French could not hold back the tears "I held until the time that he could not," he said. Shortly after, he was comforted by the Brazilian and the jumping legend with stick, Sergei Bubka, who is now an IOC member.

The behavior of the Brazilian fans is the subject of debate since the beginning of the Games, it was approached pelosprincipais foreign media and has divided competitors. While some athletes praised the atmosphere in arenas and stadiums, other, sports that depend more on the concentration proved bothered.





French vaulter compares boos with Nazi Games 1936, apologizes then but reiterates criticism of the public
The German press highlights on Tuesday (16/08), the 11th Olympic Games, the public just who witnessed the unprecedented gold Thiago Braz in the proof of pole vault; complaints from French rival Renaud Lavillenie; and outlines a ranking of fictional countries, which goes beyond the medals.

Süddeutsche Zeitung: A Brazilian flies to gold - and no one is present

"The bouncer Thiago Braz held the race of his life and surpassed the mark of 6.03 meters. However, he gave the victory lap in an almost empty stadium. Yesterday, 56,437 people came to see the Usain Bolt show. By Thiago Braz came only ten thousand spectators.

But when Thiago Braz broke the Olympic record, the audience screamed as if someone had been shot from a cannon through the entire stadium, as if someone had tamed wild animals and presented somersaults quintuplets a trapeze. The crowd shouted the name of Thiago - and is in the imagination as would have been if the stadium was packed with 56,437 people.

Athletics has more show to offer besides the 100 meters male shallow. Athletics has energy and vibrancy - and at the right time, a Brazilian jumping more than six meters. "

SPIEGEL: Public boo - Lavillenie compared with 1936

"The French vaulter Renaud Lavillenie compared the boos of the Brazilian fans with past experience by Jesse Owens in Berlin Nazi Games. Shortly after, he apologized for the statement.

'In 1936, the crowd was against Jesse Owens' Lavillenie said. 'Since then, we had never seen anything like this.' In Berlin Games, the US black sprinter won four gold medals, something that was contrary to the world view of Nazi Germany. "That was a big mistake on my part. They were my first words after the race. Clearly that can not be compared, "said the French later.

However, he did not back down in his wrath on public behavior. 'I understand that they were favorable to Thiago, but do not understand the total lack of respect for opponents' Lavillenie told French sports daily L'Equipe. It would be better if 'they had stayed at home in front of televisions and left coming to the stadium people who like to watch sports. "

Olympic champion Thiago Braz one hand appreciated the enthusiasm of the Brazilian public, but also saw exaggerations. 'The crowd supported me a little too much, "he said. 'I had to concentrate on technique and forget'. "

Die Welt: "I have done nothing to Brazilians"

"The French vaulter Renaud Lavillenie felt insulted and complained of disrespect: 'It's terrible to have to experience something like the Olympics. I did nothing to the Brazilians'.

After Lavillenie was still booed during the race, he caused the public before the final and decisive try pointing the thumb down. 'I wanted to show people that they were not in a football stadium. There is no place for it [booing] in athletics, "he said. "Thiago is strong. He had the whole stadium supporting. I'm a little disappointed that there has not been fair play on stage '. "

Die Zeit: A fairer medals table

"In the official count of medals, only precious metals achievements are taken into account. That monotonous! Our version includes the ten first places of each mode. The results are fairer, but also amazing. Olympic champion receives ten points, followed by the tenth place, which also adds a point. "

In the daily count, the US follow absolute leaders, but followed by China - the medals table, the second place is currently the UK. Brazil, for example, would rise four positions, occupying the 11th place. Amazingly, for example, the performance of Ukraine, which would rise 22 incredible positions. Germany would drop from fifth to sixth place.



Saltador francês Renaud Lavillenie durante a prova final do salto com vara nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro


Após vaias ao rival do brasileiro Thiago Braz durante a prova do salto com vara e na cerimônia de premiação, Thomas Bach diz que comportamento nas arquibancadas foi chocante e não está de acordo com espírito olímpico.

O francês Renaud Lavillenie foi às lágrimas no pódio, após ser vaiado por parte da torcida brasileira

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, criticou nesta terça-feira (16/08) as vaias da torcida brasileira ao francês Renaud Lavillenie, que perdeu a medalha de ouro do salto com vara para o brasileiro Thiago Braz.

O francês foi vaiado durante a competição e também no dia seguinte, na cerimônia de entrega das medalhas, enquanto Thiago era festejado como um herói olímpico do Brasil. Lavillenie chegou a chorar durante a cerimônia. “Não desejo isso a ninguém”, disse.

Após perder a prova do salto com vara para Thiago na segunda-feira, Lavillenie criticou as vaias recebidas pelos torcedores e comparou sua situação à do atleta americano Jesse Owens na Olimpíada de 1936 em Berlim, durante o regime nazista. Mais tarde, ele se desculpou pela declaração.

Bach se disse estarrecido com as vaias durante a cerimônia de premiação. “Comportamento chocante do público vaiar Renaud Lavillenie no pódio. Inaceitável para os Jogos Olímpicos”, afirmou, no Twitter.

Enquanto o público vaiava, Thiago tentava pedir calma aos torcedores e aplaudiu a entrega da medalha de prata a Lavillenie. “Conversei com ele um pouco depois do pódio. Pedi que as pessoas o aplaudissem porque, querendo ou não, ele é um espelho para mim. Se ele não tivesse feito 5,89 metros eu não teria passado para 6,03 metros”, disse o brasileiro.

Ao receber a medalha de prata, o francês não conseguiu conter as lágrimas “Segurei até o momento em que não podia mais”, disse. Pouco depois, ele seria consolado pelo brasileiro e pela lenda do salto com vara, Sergei Bubka, que atualmente é membro do COI.

O comportamento da torcida brasileira é tema de debate desde o início dos Jogos, foi abordado pelos principais meios de comunicação estrangeiros e vem dividindo competidores. Enquanto alguns atletas elogiaram a atmosfera em arenas e estádios, outros, de esportes que dependem mais da concentração, se mostraram incomodados.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Taís Vilela/UOL



Carlos Arthur Nuzman, president of Rio 2016 Committee, President of the Brazilian Olympic Committee



"Rubbish". So the District Attorney Marsha Leandro, coordinator of the working group MPF (Federal Public Ministry) aimed at monitoring the Olympics, qualifies the transparency of the Organizing Committee of Olympic Games Rio 2016.

OVER OLYMPICS

Marsha is the one responsible for action to bar the injection of public money in the organ. The transfer, which can reach $ 270 million, is taken by the organizers of the Rio 2016 Games as essential to the achievement of the Paralympics, which starts on the 7th.

In an interview with UOL Esporte, Mitidieri contested that this financial aid is essential for the Special Olympics. He also pointed out that no doubt would be hovering over the Paralympics if the Rio 2016 Committee adopted a simple measure: disclose all your accounts.

"The injunction of Justice has a simple-minded condition: to receive public funds, the Rio 2016 Committee have to open accounts," said Marsha. "The committee did not understand that when conducting a public event, with public funds, you need to be accountable. Its transparency is bad. "

Justice vetoes transfers

The injunction on which said the prosecutor was granted last Friday (12) by the Federal Court, at the request of the MPF. After prosecutors Mitiediri working group open a case against the Rio 2016 Committee, the city and the federal government, the Justice held that the Rio Games can not get pubic resources while event organizers not to disclose effectively as are gaining for hold the Olympics and Paralympics.

For Mitiediri, the charge is correct. more as yet, no published accounts, it is impossible to know if it is even necessary for the government to take more Olympic accounts putting money in Rio 2016 Committee, a private body. "We need to know the money that came with the tickets, sponsorship contracts and others. You need to know what actually went to see if there really deficit [lack of money], "said the prosecutor, demonstrating support for the court decision.

Olympic accounts billionaires

The prosecutor noted that the Rio 2016 Committee announced in 2014 it would spend US $ 7 billion to the Rio Games After two years, it was readjusted:. R $ 7.4 billion.

Until days ago, organizers of the Olympics and Paralympics said would not need pubic money to pay this bill. Said ticket sales and sponsorships would be enough to raise the required for the Games.

Paralympics at risk?

Since the beginning of the month, however, the situation changed. Today, Rio-2016 sources admit they need public funds. They point out that without the support, the Paralympics is at risk.

Mitiediri not believe in this discourse. For him, it is only pressure committee and government on the judiciary. He cites figures to confirm that there will be Paralympics with or without public funds in the Organizing Committee of Rio 2016.

"To say that there will be Paralympics is an argument of the catastrophic type to try to influence the decisions of the judiciary," said the prosecutor. "You can not say that because the promised aid is only 4% of the budget committee [R $ 270 million of R $ 7.4 billion budget]."

Committee Rio-2016 uses

The Organizing Committee of the Rio 2016 appealed the injunction that prevents the public investment in the agency on Monday (15). On the same day, the court decided to deny the appeal.

Because of the legal battle over the Olympic all, the Organizing Committee has not talked about your finances. Mario Andrada, communications director of the agency, has stated that they are more transparent than private Brazilian companies.

City of Rio and the federal government also study appeals against the injunction to can invest in the committee. Paes on Monday said that the help of the municipality to the Paralympics can reach $ 150 million.





Vinicius Konchinski

Do UOL, no Rio de Janeiro

“Péssima”. Assim o procurador da República Leandro Mitidieri, coordenador do grupo de trabalho do MPF (Ministério Público Federal) voltado à fiscalização da Olimpíada, qualifica a transparência do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio-2016.

MAIS DE OLIMPÍADAS

Mitidieri é um dos responsáveis pela ação que barra a injeção de dinheiro público no órgão. O repasse, que pode chegar a R$ 270 milhões, é tido pelos organizadores dos Jogos Rio-2016 como essencial para a realização da Paraolimpíada, que começa no dia 7.

Em entrevista ao UOL Esporte, Mitidieri contestou que essa ajuda financeira seja primordial para os Jogos Paralímpicos. Lembrou ainda que nenhuma dúvida estaria pairando sobre a Paraolimpíada caso o Comitê Rio-2016 adotasse uma medida simples: divulgasse todas as suas contas.

“A liminar da Justiça tem uma condição simplória: para receber recursos públicos, o Comitê Rio-2016 tem que abrir as contas”, explicou Mitidieri. “O comitê não compreendeu que, ao realizar um evento público, com recursos públicos, é preciso prestar contas. Sua transparência é péssima.”
Justiça veta repasses

A liminar sobre a qual se referiu o procurador foi concedida na última sexta-feira (12) pela Justiça Federal, a pedido do MPF. Após procuradores do grupo de trabalho de Mitiediri abrirem um processo contra o Comitê Rio-2016, a prefeitura e o governo federal, a Justiça entendeu que os Jogos do Rio não pode receber recursos púbicos enquanto os organizadores do evento não divulgarem efetivamente quanto estão ganhando para realizar a Olimpíada e a Paraolimpíada.

Para Mitiediri, a imposição é correta. Ainda mais porque, sem contas divulgadas, é impossível saber se é mesmo necessário que o governo assuma mais contas olímpicas colocando dinheiro no Comitê Rio-2016, um órgão privado. “Precisamos saber o dinheiro que entrou com os ingressos, contratos de patrocínio e outros. É preciso saber efetivamente o que entrou para saber se há realmente déficit [falta de dinheiro]”, afirmou o procurador, demonstrando apoio à decisão judicial.
Contas olímpicas bilionárias

O procurador lembrou que o Comitê Rio-2016 anunciou em 2014 que gastaria R$ 7 bilhões com os Jogos do Rio. Após dois anos, esse valor foi reajustado: R$ 7,4 bilhões.

Até dias atrás, organizadores da Olimpíada e Paraolimpíada afirmavam não precisariam de dinheiro púbico para pagar essa conta. Diziam que a venda de ingressos e patrocínios seria suficiente para levantar o necessário para os Jogos.
Paraolimpíada em risco?

Desde o início do mês, entretanto, a situação mudou. Hoje, fontes do Comitê Rio-2016 admitem que precisam de recursos públicos. Ressaltam que, sem o apoio, a Paraolimpíada está em risco.

Mitiediri não crê nesse discurso. Para ele, não passa de pressão do comitê e de governo em cima do Judiciário. Ele cita números para ratificar que haverá Paraolimpíada com ou sem recursos públicos no Comitê Organizador da Rio-2016.

“Dizer que não haverá Paraolimpíada é um argumento do tipo catastrófico para tentar influenciar as decisões dos órgãos judiciais”, afirmou o procurador. “Não dá para dizer isso porque a ajuda prometida é de apenas 4% do orçamento do comitê [R$ 270 milhões dos R$ 7,4 bilhões do orçamento].”
Comitê Rio-2016 recorre

O Comitê Organizador da Rio-2016 recorreu da liminar judicial que impede o investimento público no órgão na segunda-feira (15). No mesmo dia, a Justiça decidiu negar o recurso.

Por conta da batalha judicial sobre as contas olímpicas, o Comitê Organizador não tem falado sobre suas finanças. Mario Andrada, diretor de Comunicação do órgão, já declarou que elas são mais transparentes do que de empresas privadas brasileiras.

Prefeitura do Rio e governo federal também estudam recursos contra a decisão liminar para pode investir no comitê. Paes, na segunda, disse que a ajuda do município à Paraolimpíada pode chegar a R$ 150 milhões.Taís Vilela/UOL

domingo, 14 de agosto de 2016

Dia dos Pais no Brasil - Feliz dias dos Pais



Hoje e um dia muito especial para o Professor Marcelo Soares, mais conhecido como Marcelo Korfebol.
"DIA DOS PAIS", professor Marcelo Korfebol, perdeu seu pai quando tinha 1 ano de idade, não tendo convivido com ele.


O Korfebol Brasileiro homenageia todos os "papais" do Brasil.
Com a letra dessa linda canção de Fábio Jr.
Pai
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez
Pai
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz....
Pai
Pode crer
Eu tô bem eu vou indo
Tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer...
Pai
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você
Pai
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensina esse jogo da vida
Onde a vida só paga pra ver
Pai
Me perdoa essa insegurança
É que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu
Pai
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Pai
Você foi meu herói meu bandido
Hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz 
 
 
Today is a very special day for Professor Marcelo Soares, better known as Marcelo Korfebol.
"FATHER'S DAY", Professor Marcelo Korfebol, lost his father when he was 1 year old and has not lived with him.
The Brazilian Korfebol honors all the "daddies" of Brazil.
With the lyrics of this beautiful song by Fábio Jr.
Father
It may be that after some time
There is time for us to be more
Much more than two great friends
Father and son may
Father
It may be that here you feel
Anything between these twenty or thirty
Long years in search of peace ....
Father
Sure
I'm fine I'm going
I'm trying to live and asking
With crazy to you reborn ...
Father
I do not about being all
Just do not want and will not stay silent
To speak of love for you
Father
Sit here that dinner're at the table
Speaks a little your voice're so caught
Teaches us this game of life
Where life only pay to see
Father
Forgive me this insecurity
Because I'm not that kid
One day scared to death
In your arms you made secret
In your steps you I was more
Father
I grew up and there was no other way
I just want to lean back in your chest
To ask you to go home there
And play Grandpa with my son
The carpet in the living room
Father
You were my hero my bandit
Today it is much more than a friend
Neither you nor anyone're alone
You're part of this path
Today I follow in peace

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Rio 2016 and the self-esteem of Brazilians - Rio 2016 e a autoestima dos brasileiros


AUTOR
 
 

Amir Somoggi


É administrador de empresas formado pela ESPM, especializado em gestão esportiva pela FGV e pós-graduado em marketing esportivo pela Universidade de Barcelona. Mais de 19 anos de experiência na área de marketing, sendo os últimos 15 anos totalmente dedicados a projetos de consultoria em marketing, gestão e planejamento estratégico para clubes, patrocinadores e investidores do esporte. Foi responsável na última década em estudar e avaliar o mercado brasileiro de clubes de futebol com a produção de centenas de estudos sobre as finanças e o marketing dos clubes brasileiros e internacionais.

Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro mesmo com todas as dúvidas e problemas, produziram um efeito que nem todos imaginavam, o resgate da autoestima dos brasileiros. A cerimônia de abertura, muito elogiada em todo o mundo, mostrou a cultura brasileira e carioca com beleza e criatividade.

O efeito foi avassalador. Esse orgulho de ser brasileiro ficou muito claro nos dias que sucederam a abertura e não apenas no Rio, mas em outras cidades do Brasil. Esse sentimento de orgulho e felicidade da população é um dos principais legados dos megaeventos. Até mais do que a infraestrutura urbana.

Na Copa de 2006 na Alemanha muitos foram os impactos positivos do evento. O futebol alemão cresceu, o turismo se impulsionou e houve uma melhora em infraestrutura, especialmente na antiga Alemanha Oriental.

Contudo, o maior dos legados do evento foi o resgate da população alemã em empunhar sua bandeira e torcer pela seleção. Todos os estudos da época citam esse como o maior legado da Copa para o país.


A realização das Olimpíadas no Brasil, depois de uma Copa do Mundo gerou e ainda gera enormes preocupações sobre o volume de dinheiro investido. Qualquer imagem aérea do parque olímpico mostra que o Brasil terá que mudar muito sua política nacional de esporte para viabilizar tudo isso.


Para muitos, os custos da Rio 2016 já superam R$ 40 bilhões. Uma parte, será legado infraestrutural e de mobilidade para os moradores da cidade e que pode sem dúvida contribuir com a melhora da qualidade de vida da população.

Agora o ganho intangível que os megaeventos podem causar na autoestima e sensação de felicidade da população é uma realidade. Os Jogos do Rio conseguiram isso, a cerimônia de abertura conseguiu mexer com os brasileiros e gerar um sentimento positivo para todo o país.


Por outro lado, as filas, comida e bebida cara, a falta de comida e problemas com criminalidade e mobilidade são a nossa realidade até o momento.

Mas em termos mercadológicos está claro que a autoestima dos brasileiros melhorou com o evento.


Menos vaias, mais aplausos

Estou bastante incomodado com a falta de respeito e espírito olímpico dos torcedores nas arenas olímpicas. O excesso de vaias aos atletas de diferentes nacionalidades mostra como somos mal-educados. Nós brasileiros somos os anfitriões do evento e vaiar um atleta em uma Olimpíada ao invés de aplaudir seu esforço é péssimo. Por isso mais aplausos e menos vaiais nas arenas, por favor.

Rafaela Silva, o ídolo que precisamos

A medalha de ouro da judoca Rafaela Silva emocionou o Brasil. Rafa com seu ouro, sua trajetória e explosão de emoção com a vitória, é o ídolo que precisamos. De origem muito humilde, conseguiu graças ao trabalho da ONG Instituto Reação alcançar o topo do esporte, depois de ser eliminada nos Jogos de Londres 2012 e sofrer inúmeras ofensas, inclusive com atos racistas. Sofreu muito, mas com sua determinação e concentração deu a volta por cima e presenteou o Brasil com nossa primeira medalha de ouro e tamanha emoção. Um ídolo de verdade!

Marta, em seu devido lugar

 


Amir Somoggi

It is a business administrator graduated from ESPM, specializing in sports management from FGV and a graduate degree in sports marketing from the University of Barcelona. Over 19 years of experience in marketing, with the last 15 years fully dedicated to consulting projects in marketing, management and strategic planning for clubs, sponsors and investors of the sport. He was responsible in the last decade to study and evaluate the Brazilian market for football clubs with the production of hundreds of studies on finance and marketing of Brazilian and international clubs.

The Olympic Games in Rio de Janeiro even with all the questions and problems, produced an effect that not everyone thought the rescue of self-esteem of Brazilians. The opening ceremony, highly praised worldwide, showed the Brazilian culture and Rio with beauty and creativity.

The effect was overwhelming. This pride in being Brazilian became very clear in the days following the opening, not only in Rio, but in other cities of Brazil. This sense of pride and happiness of the population is a major legacy of mega-events. Even more than the urban infrastructure.

In the 2006 World Cup in Germany were many positive impacts of the event. German football has grown, tourism is boosted and there was an improvement in infrastructure, especially in the former East Germany.

However, most of the event's legacy was the rescue of the German population in wielding its flag to cheer selection. All studies of the time cite this as the greatest legacy of the World Cup for the country.


The holding of the Olympics in Brazil after the World Cup has generated and still generates huge concerns about the amount of money invested. Any aerial image of the Olympic Park shows that Brazil will have to change much your sport national policy to enable all this.


For many, the cost of 2016 have already surpassed R $ 40 billion. One part will be legacy infrastructural and mobility for residents of the city and can certainly contribute to the improvement of people's quality of life.

Now the intangible gains that mega-events can cause self-esteem and sense of happiness of the population is a reality. The Rio Games achieved this, the opening ceremony could tinker with the Brazilian and generate a positive feeling for the whole country.


On the other hand, the queues, food and drink expensive, lack of food and problems with crime and mobility are our reality so far.

But in marketing terms it is clear that the self-esteem of Brazilians has improved with the event.


Less boos, cheers more

I'm very uncomfortable with the lack of respect and the Olympic spirit of the fans in the Olympic arenas. Excess boos athletes from different countries shows how we are rude. We Brazilians are the hosts of the event and booing an athlete in the Olympics rather than applaud his effort is lousy. So more applause and less vaiais in arenas, please.

Rafaela Silva, the idol we need

The gold medal judoka Rafaela Silva moved Brazil. Rafa with his gold, his trajectory and burst of excitement with the win, is the idol we need. From very humble beginnings, he succeeded thanks to the work of the Reaction Institute NGO reach the top of the sport after being eliminated in the London 2012 Games and suffer numerous offenses, including racist acts. He suffered a lot, but with his determination and concentration gave back over and presented Brazil with our first gold medal and such emotion. A real idol!

Marta, in their place

Marcelo Kieling - Jornalista e parceiro do Korfebol Brasileiro - "Brasil a realidade Olímpica" - Marcelo Kieling - Journalist and Brazilian Korfebol partner - "Brazil the Olympic reality"


Marcelo Kieling - Journalist and Brazilian Korfebol partner - "Brazil the Olympic reality"

The journalist Marcelo Kieling is one of the great Sports Marketing and Brazilian carioca, always very direct in his words and sincere in their statements. Check out the latest.


In the middle of the Olympic way, 3 medals .... The shame is evident, but the COB does not say anything ... a country the size of Brazil, with the diversity and talent of the people can not live without state policies for sport .
It is shameful the sporting result of Brazil in Rio 2016. We may have some other joys with volleyball, but the overall result is a mockery terms so far only 3 medals.
With the word the President of the COB. But I forgot that he also heads the Rio 2016 and Olimpo and so must have other activities and forgot that the Brazilian sport is playing the most important competition in the world.

Tiago will .. It was ... Another shame !!!!
What was the state policy for the sport in the last 13 years?
Physical education was valued and intensified in schools?
high performance training centers or centers were established throughout Brazil?
There was identifying and encouraging new talent?
What the COB has to say about this Olympic fiasco?
There are still dreams in volleyball and football, but ...

 Marcelo Kieling - Jornalista e parceiro do Korfebol Brasileiro - "Brasil a realidade Olímpica"

O  Jornalista Marcelo Kieling é um dos grandes do Marketing Esportivo Brasileiro e carioca, sempre muito direto em suas palavras e sincero em suas declarações. Confira abaixo as últimas.


No meio do caminho olímpico, 3 medalhas.... O vexame é evidente, mas o COB não fala nada... Um país do tamanho do Brasil, com a diversidade e talento do povo não pode viver sem políticas de estado para o esporte.
É vergonhoso o resultado esportivo do Brasil na Rio 2016. Talvez tenhamos algumas outras alegrias com o vôlei, mas no cômputo geral é um escárnio termos apenas até agora 3 medalhas.
Com a palavra o Presidente do COB. Mas eu esqueci que ele também preside a Rio 2016 e a Olimpo e assim deve ter outras atividades e esqueceu de que o esporte brasileiro está disputando a competição mais importante do mundo.

Vai Tiago.. Foi...Mais um vexame !!!!
Qual foi a política de estado para o esporte nos últimos 13 anos?
A educação física foi valorizada e intensificada nas escolas?
Foram criados centros ou núcleos de treinamentos de alto rendimento em todo Brasil?
Houve identificação e incentivo a novos talentos?
O que o COB tem a dizer sobre este fiasco olímpico?
Ainda existem sonhos no vôlei e no futebol, mas ...




quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Olympics 'ghost'? Foreign and social networks comment empty seats in 2016 - Olimpíada 'fantasma'? Estrangeiros e redes sociais lamentam assentos vazios na Rio 2016




Espectador em partida de futebol feminino entre Suécia e África do Sul, no Estádio Nilton Santos



The largest and the world's best are competing in Rio de Janeiro, but off the court there are images of the stands with only "paltry group of viewers."
Thus foreign newspapers describe a situation that has intrigued also Internet users in social networks, ask themselves why there are so many empty seats in 2016?


"The Olympics began, but has anyone watching?" Quips the Mashable site.
"City Ghost: Athletes of the highest category are competing on a world stage, so why are so many empty seats?" Asks the British tabloid The Sun, the most widely read in the United Kingdom.


"The Olympics that nobody saw," tweeted American user Mike Sington. "Beach volleyball and superstar NBA (American basketball league) playing to empty chairs."
Medal 'is best response to violence in Brazil, "says Rafaela Silva


Four ways to use the victory Rafaela Silva to confirm what you already think
Since the start of the Games, only the opening ceremony packed, said the mega event organizers. The spokesman of the organizing committee of 2016, Mario Andrada, told Reuters that were sold 82% of tickets available, or 5 million entries.


"We have 1.1 million tickets to sell," Andrada said, noting that the Brazilians are known to buy tickets for events at short notice.
more complicated story
But is this the whole story? The foreign press has made efforts to investigate.
Google Tradutor para empresas:Google Toolkit de tradução para appsTradutor de sitesGlobal Market Finder



Internautas lamentam no Twitter

Internet users lament empty seats at the Games, "especially when you know what was done with the locals to build the arenas," says Zoe Davis
The BBC correspondent in Rio, Wyre Davies, toured the venues - many of which are difficult to access, such as the Olympic Park in Barra.

"Most of these viewers would need to have taken two buses or trains, walked another kilometer and are now in a huge queue outside to get before you even see any Olympic action," says the reporter.
Another factor is the low popularity of most Olympic sports in the country. In this regard, the organizers say, however, that ticket sales have improved since the gold Rafaela Silva in judo.


"There's nothing better for ticket sales when the country won its first gold," Andrada told the Press Association.

'The police thought my brush was a gun and shot': the experiences of a German artist who lives in Vidigal

How much does a gold medal - and that of 2016 are different

According to the PA, the 5 million tickets sold so far in Rio are half those sold in London in 2012.
The scary stories on the virus of Zika and crime may also have affected the enthusiasm of foreign turistras in close to see the competitions in Brazil, say reports.
Sponsors or small schools?

But not only these major factors to ward off public action in 2016, say the journalists.
"In fact, it is the challenge faced by Olympic sponsors, who receive tons of entries, many of which - up to 43% - are not used," predicted Ken Hanscom in an article written in July for HealthZette site.


Internautas lamentam no Twitter



Companies receive up to 10% the percentage of Olympic tickets, writes Hanscom. "In London in 2012, there was no health crisis and yet we watch athletes competing in half-empty venues, with the city looking for a quick fix."


In fact, as Hanscom said, the organization of London 2012 suffered similar criticism: while the official website tickets said that several competitions had exhausted entries, many tests were conducted in almost empty or full of unoccupied seats arenas.


Some emergency solutions presented by the British organizers were calling Olympic officials and local students to fill seats, sell more last minute tickets and create a system by which spectators were leaving the arena before the end of the day's competitions could give tickets to people they were outside.


And big sponsors - who had hands on hundreds and hundreds of corporate tickets, many of them destroyed - announced at the time that would give their input through contests and promotions.


Back in 2016, on the Internet, many users of social networks have rushed to endorse the output being considered by the organization: donate the tickets not used for school children.
"So many empty seats is a crying shame," tweeted a user. "Let the school children and youth clubs fill them. Inspire a generation."





Post do usuário Martin Williams no Twitter


Os maiores e melhores do mundo estão competindo no Rio de Janeiro, mas fora das quadras há imagens de arquibancadas com apenas "reles grupos de espectadores".

Assim os jornais estrangeiros descrevem uma situação que tem intrigado também os internautas nas redes sociais, que se perguntam: por que há tantos assentos vazios na Rio 2016?

"A Olimpíada começou, mas tem alguém assistindo?", ironiza o site Mashable.

"Cidade-fantasma: Atletas da mais alta categoria estão competindo em um palco mundial, então por que tantos assentos vazios?", questiona o tabloide britânicoThe Sun, o mais lido do Reino Unido.

"A Olimpíada que ninguém viu", tuitou o usuário americano Mike Sington. "Vôlei de praia e superstar da NBA (a liga americana de basquete) jogando para cadeiras vazias."
Medalha 'é melhor resposta contra violência do Brasil', diz Rafaela Silva
Quatro maneiras de usar a vitória de Rafaela Silva para confirmar o que você já pensa

Desde o início dos Jogos, apenas a cerimônia de abertura lotou, afirmaram os organizadores do megaevento. O porta-voz do comitê organizador da Rio 2016, Mário Andrada, disse à agência Reuters que foram vendidos 82% dos ingressos disponíveis, ou 5 milhões de entradas.

"Ainda temos 1,1 milhão de ingressos para vender", disse Andrada, notando que os brasileiros são conhecidos por comprar entradas para eventos com pouca antecedência.
História mais complicada

Mas seria essa toda a história? A imprensa estrangeira tem feito esforços para investigar.
Internautas lamentam no TwitterImage copyrightTWITTER/REPRODUÇÃO
Image captionInternautas lamentam assentos vazios nos Jogos: "sobretudo quando se sabe o que foi feito com os locais para construir as arenas", diz Zoe Davis


O correspondente da BBC no Rio, Wyre Davies, percorreu os locais de competição - muitos dos quais são de difícil acesso, como o Parque Olímpico na Barra.

"A maioria desses espectadores precisaria ter pegado dois ônibus ou trens, caminhado mais um quilômetro e agora estão em uma fila enorme, do lado de fora, para entrar antes de ver sequer qualquer ação olímpica", conta o repórter.

Outro fator é a baixa popularidade de grande parte dos esportes olímpicos no país. Nesse quesito, os organizadores dizem, porém, que as vendas de ingressos melhoraram desde o ouro de Rafaela Silva no judô.

"Não tem nada melhor para as vendas de ingressos que quando o país ganha seu primeiro ouro", disse Andrada à agência Press Association.
'O policial achou que meu pincel fosse uma arma e atirou': as experiências de um artista alemão que vive no Vidigal
Quanto custa uma medalha de ouro – e por que as do Rio 2016 são diferentes

Segundo a PA, os 5 milhões de ingressos vendidos até agora no Rio equivalem à metade dos vendidos em Londres 2012.

As histórias assustadores em relação ao vírus da Zika e a criminalidade também podem ter afetado o entusiasmo dos turistras estrangeiros em ver de perto as competições no Brasil, dizem as reportagens.
Patrocinadores ou escolinhas?

Mas não são apenas esses os grandes fatores a afastar o público da ação na Rio 2016, dizem os jornalistas.

"Na verdade, é o desafio enfrentado pelos patrocinadores olímpicos, que recebem toneladas de entradas, muitas das quais - até 43% - não são usadas", previa Ken Hanscom em um artigo escrito em julho para o site HealthZette.

Internautas lamentam no TwitterImage copyrightTWITTER/REPRODUÇÃO

As empresas recebem até 10% do percentual dos ingressos olímpicos, escreve Hanscom. "Em Londres 2012, não houve crise de saúde e ainda assim assistimos a atletas competindo em locais meio vazios, com a cidade procurando uma solução rápida."

De fato, como afirmou Hanscom, a organização de Londres 2012 sofreu críticas semelhantes: enquanto o site oficial de ingressos dizia que diversas competições tinham entradas esgotadas, muitas provas foram realizadas em arenas quase vazias ou repletas de assentos desocupados.

Algumas soluções emergenciais apresentadas pelos organizadores britânicos foram convocar funcionários olímpicos e estudantes locais para preencher os assentos, vender mais ingressos de última hora e criar um sistema pelo qual espectadores que estivessem deixando a arena antes do final das competições do dia pudessem entregar seus ingressos às pessoas que estivessem do lado de fora.

E grandes patrocinadores - que tinham em mãos centenas e centenas de ingressos corporativos, muitos dos quais inutilizados - anunciaram à época que cederiam suas entradas por meio de concursos e promoções.

De volta à Rio 2016, na internet, muitos usuários das redes sociais se apressaram em endossar a saída que está sendo considerada pela organização: doar os ingressos não usados para crianças de escolas.

"Tantos assentos vazios é uma vergonha de chorar", tuitou um usuário. "Deixem as crianças de escola e clubes de jovens preenchê-los. Inspirem uma geração."

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

WHO´S PEED IN BRAZIL

International press suspected that algae may have left the green pool
(Photo: Reproduction / Twitter)

The green color of the water pool of diving in the Aquatics Center Maria Lenk is intriguing athletes and journalists at the Olympic Games in Rio de Janeiro.

On Tuesday (9), the British newspaper "Daily Mail" has heavily criticized the state of the water. "Hands up. Who peed in the pool? Women are forced to jump in the pool that was green in Rio (and no one knows why)."

On Twitter, the official profile of the Organizing Committee of the Olympic and Paralympic Games Rio 2016 said that the green water poses no risk to athletes. "Everyone, stay calm as the water of the Maria Lenk. We perform quality tests and there is no risk to athletes. We are investigating the cause."

The green color of the water pool of diving in the Aquatics Center Maria Lenk is intriguing athletes and journalists at the Olympic Games in Rio de Janeiro.

On Tuesday (9), the British newspaper "Daily Mail" has heavily criticized the state of the water. "Hands up. Who peed in the pool? Women are forced to jump in the pool that was green in Rio (and no one knows why)."

On Twitter, the official profile of the Organizing Committee of the Olympic and Paralympic Games Rio 2016 said that the green water poses no risk to athletes. "Everyone, stay calm as the water of the Maria Lenk. We perform quality tests and there is no risk to athletes. We are investigating the cause."

follow
2016 ✔ @ Rio2016
Guys, stay quiet as the water Maria Lenk. We perform quality tests and there is no risk to athletes. We are investigating the cause.
18 29 - August 9, 2016 · Rio de Janeiro, Brazil, Brazil
118,118 retweets 272,272 favorites
Another asked that the "new" tonality of the water was Thomas Daley, British who won the bronze medal in the double 10m platform, on Monday (8), when the color of the pool was still blue. "Ermmm ... what happened ?!" wrote the athlete on Twitter.

According to the BBC commentators, officials present at the Aquatic Center Maria Lenk said they did not know why the water has turned green. "I asked one of the organizers because the pool was green and he said, 'I do not know,'" said a journalist from the British channel.

"What is happening to this pool? It's getting greener and greener. People who bought televisions today and watch tomorrow will think there is something wrong with the screen. It's really green ... I wonder what athletes do with it? We'll be back tomorrow no matter the color of the pool. If it's red, yellow or purple, "he added.

Check out other critical registered on social networks:

Shire UK @shire_uk
The water in the Olympic diving pool turned green and nobody knows whyhttp://uk.businessinsider.com/olympic-diving-pool-inexplicably-turned-a-disgusting-shade-of-green-2016-8 ... Via BI_Europe
18 13 - August 9, 2016
Photo published for The water in the Olympic diving pool turned green and nobody knows why
The water in the Olympic diving pool turned green and nobody knows why
Gross.
uk.businessinsider.com




Imprensa internacional suspeita que algas possam ter deixado a piscina verde
(Foto: Reprodução/Twitter)

A cor verde da água da piscina dos saltos ornamentais no Centro Aquático Maria Lenkestá intrigando os atletas e jornalistas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Nesta terça-feira (9), o jornal inglês "Daily Mail" fez duras críticas ao estado da água. "Mãos para cima. Quem fez xixi na piscina? Mulheres são forçadas a pular em piscina que ficou verde no Rio (e ninguém sabe porquê)".

No Twitter, o perfil oficial do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 afirmou que a água verde não oferece risco aos atletas. "Pessoal, fiquem tranquilos quanto à água do Maria Lenk. Realizamos testes de qualidade e não há risco aos atletas. Estamos apurando a causa".

Disrespectfully or real crowd? 'Olympics Boos' echoes in the media and social networks abroad - Torcida Brasilera Desrespeitosa







Rio 2016
Brazilian fans for men's handball match between Brazil and Poland; fans behavior has been criticized in the press and social networks abroad
If at the beginning of the subject 2014 World Cup was the timid performance of Brazilian fans, the home audience's behavior was highlighted in the first weekend of the Olympics in Rio for the opposite reason.

International press and publications on social networks highlighted moments in the first days of competition in the local fans "are treating Olympic sports as if they were in a Flamengo vs Fluminense", as described by a text from Reuters.
14-Bis to Paulinho da Viola hymn: the 8 most important moments of the opening of the Olympics
Is the common practice in Brazil to encourage underdogs, the already famous cry of "Ooo Zika" to Hope Solo, goalkeeper of female US soccer team, or the boos against Brazilian rivals in beach volleyball, the crowd came with all the debate .

"Brazilian raucous fans a deaf ear to the Olympic spirit," was the title Reuters text, signed by two reporters in Rio de Janeiro and distributed to the world.

"In boxing, judo, fencing or even tennis, Brazilian fans are treating many Olympic sports as if they were in a Flamengo vs Fluminense, a rivalry of Rio where passions, and spitting and eventually punches, often fly high," write the reporters.

The text combines the behavior in the arenas of sports culture in Brazil - "largely defined by the country's success in football in the past and dominated by an often jingoistic attitude against those who do not wear local yellow" - and also by socioeconomic public profile paying.

Rio 2016 

According to Reuters reporters, the audience of the Games mainly come from an upper middle class and rich, "used to being spoiled" and whose behavior surprises foreigners and shames compatriots as a Brazilian who said she was embarrassed by the booing the Argentine delegation during opening ceremony.
Exaggeration or part of the game?
Matt Gatward, correspondent of the British newspaper The Independent, the crowd booing overreacted to the German tennis player Dustin Brown, who had to leave the match against Brazilian Thomas Belucci after twisting an ankle.
"The Brazilian fans these Rio Games are a very patriotic class (...). There is no harm in it. That's the advantage of competing at home. But that was almost a little further on Sunday when the public on center court tennis hooted German Dustin Brown, who had fallen and sprained an ankle, which ended up taking him to the hospital, "he wrote.
In a text about the behavior of the Brazilian fans during the beach volleyball competition, Time magazine asked: "Do the sites are taking their love for the sport too far?".
The publication quoted the opening game of the Brazilian Agatha and Barbara, current world champions. After the defeat, the Hermannova and Slukova Czech complained boos coming from the stands, despite the claims of the official narrator for moderation.
Rio 2016 
"I play for ten years and never lived it. It's kind of patriotism. I think it's nothing personal against us, they just do not know the limit of what is appropriate for the moment and what is not. We also we are human beings, "said Slukova.
"That's no way to treat rivals but it can not create rules on boos -.. It is always part of the game in the sport until the Olympics," concludes the text of the magazine.
There were also episodes of boos and cries of fans at the entrance of the Argentine delegation at the opening ceremony and more sports "silent" as table tennis, horse riding and fencing.
Reaction against goalkeeper
The Brazilian fans was also a theme in the two games of the American selection of women's football. For publishing images and texts about his concern for the Zika virus before the Olympics, the goalkeeper Hope Solo became the target of chants of "Ooo Zika" in each participation in matches.
On Twitter, American fans criticized the mockery. "Dear Brazil, if you want to be taken seriously, booing and shouting 'zika' every time Hope Solo catches the ball is not helping," wrote Seanchaí user.

Hope Solo

Nathan Fenno, American reporter from Los Angeles Times described as a "strange sound" invaded the arena of swimming when the Russian Yulia Efimova, involved in a doping scandal, took part in the qualifiers of the 100 meters breaststroke. "Booing welcomed" the athlete wrote.
"Public booing Rio Efimova as it flutters to the fullest with your swimmer (John) Gomes (Junior), who took six-month suspension for doping is ironic," he criticized also by Twitter, the user Seán Donnelly.


Desrespeitosa ou torcida de verdade? ‘Olimpíada das vaias’ repercute na mídia e redes sociais no exterior

8 agosto 2016Compartilhar
Image copyrightREUTERSImage captionTorcida brasileira durante jogo de handebol masculino entre Brasil e Polônia; comportamento de torcedores tem sido alvo de críticas na imprensa e em redes sociais no exterior

Se no começo da Copa do Mundo de 2014 o assunto foi a performance tímida da torcida brasileira, o comportamento do público de casa ganhou destaque no primeiro final de semana da Olimpíada do Rio pelo motivo oposto.

Imprensa internacional e publicações nas redes sociais destacaram momentos nos primeiros dias de competição em que os fãs locais "estão tratando esportes olímpicos como se estivessem em um Flamengo x Fluminense", como descreveu um texto da agência de notícias Reuters.
Do 14-Bis ao hino de Paulinho da Viola: os 8 momentos mais marcantes da abertura da Olimpíada

Seja na prática comum no Brasil de incentivar azarões, no grito já consagrado de "ôôô Zika" para Hope Solo, goleira da seleção feminina de futebol dos EUA, ou nas vaias contra rivais brasileiras no vôlei de praia, a torcida entrou com tudo no debate.

"Fãs estridentes brasileiros se fazem de surdos para o espírito olímpico", foi o título do texto da Reuters, assinado por dois repórteres no Rio de Janeiro e distribuído para todo o mundo.

"No boxe, judô, esgrima ou até no tênis, os torcedores brasileiros estão tratando muitos esportes olímpicos como se estivessem em um Flamengo x Fluminense, uma rivalidade do Rio onde paixões, além de cusparadas e eventualmente socos, costumam voar alto", escrevem os repórteres.

O texto associa o comportamento nas arenas à cultura esportiva do Brasil - "em grande parte definida pelo sucesso do país no futebol no passado e dominada por uma atitude muitas vezes ultranacionalista contra quem não veste o amarelo local" - e também pelo perfil socioeconômico do público pagante.Image copyrightAFPImage caption'Eu jogo há dez anos e nunca vivi isso', disse a tcheca Marketa Slukova.

Segundo os repórteres da Reuters, o público dos Jogos vêm principalmente de uma classe média alta e rica, "acostumada a ser mimada" e cujo comportamento surpreende estrangeiros e envergonha compatriotas como um brasileiro que disse ter ficado constrangido com as vaias à delegação argentina durante a cerimônia de abertura.
Exagero ou parte do jogo?

Para Matt Gatward, correspondente do jornal britânico The Independent, a torcida exagerou ao vaiar o tenista alemão Dustin Brown, que teve que abandonar a partida contra o brasileiro Thomas Belucci após torcer um tornozelo.

"Os fãs brasileiros nesses Jogos do Rio são uma turma bem patriótica (...). Não há mal nisso. Essa é a vantagem de competir em casa. Mas isso quase foi um pouco além no domingo, quando o público na quadra central de tênis vaiou o alemão Dustin Brown, que tinha caído e torcido um tornozelo, o que acabou o levando ao hospital", escreveu.

Em um texto sobre o comportamento da torcida brasileira durante a competição de vôlei de praia, a revista americana Time questionou: "Será que os locais estão levando seu amor pelo esporte longe demais?".

A publicação citou o jogo de estreia das brasileiras Agatha e Bárbara, atuais campeãs mundiais. Após a derrota, as tchecas Hermannova e Slukova reclamaram das vaias que vinham das arquibancadas, a despeito dos pedidos do narrador oficial por moderação.Image copyrightTWITTERImage captionUsuários do Twitter criticaram o comportamento da torcida brasileira.

"Eu jogo há dez anos e nunca vivi isso. É um tipo de patriotismo. Eu acho que não é nada pessoal contra nós, eles só não sabem o limite entre o que é apropriado para o momento e o que não é mais. Nós também somos seres humanos", disse Slukova.

"Isso não é jeito de tratar rivais. Mas não se pode criar regras sobre vaias - é sempre parte do jogo no esporte. Até nas Olimpíadas", conclui o texto da revista americana.

Também houve episódios de vaias e gritos da torcida na entrada da delegação argentina na cerimônia de abertura e em esportes mais "silenciosos", como tênis de mesa, hipismo e esgrima.
Reação contra goleira

A torcida brasileira também foi tema nos dois jogos da seleção americana de futebol feminino. Por ter publicado imagens e textos sobre sua preocupação com o vírus Zika antes da Olimpíada, a goleira Hope Solo se tornou alvo de gritos de "ôôô Zika" em cada participação nas partidas.

No Twitter, fãs americanos criticaram a zombaria. "Caro Brasil, se você quer ser levado a sério, vaiar e gritar 'zika' toda vez que Hope Solo pega na bola não está ajudando", escreveu a usuária Seanchai.Image copyrightTWITTER/EPAImage captionVeterana do futebol feminino, a americana Hope Solo se tornou alvo de 'bullying' da torcida brasileira após publicações sobre medo de contrair o vírus Zika no Brasil

Nathan Fenno, repórter do jornal americano Los Angeles Times, descreveu como um "som estranho" invadiu a arena da natação quando a russa Yulia Efimova, envolvida em um escândalo de doping, participou das eliminatórias dos 100 metros peito. "Vaias saudaram" a atleta, escreveu.

"É irônico o público do Rio vaiar Efimova enquanto vibra ao máximo com seu nadador (João) Gomes (Júnior), que tomou suspensão de seis meses por doping", criticou, também pelo Twitter, o usuário Seán Donnelly.








terça-feira, 9 de agosto de 2016

CONGRATULATIONS TO REAL BRAZIILIAN KORFBALL - PARABÉNS AO KORFEBOL BRASILEIRO




Amigos e Amigas do Korfebol brasileiro


Nesta terça feira dia 09/08/2016, o blog do Korfebol brasileiro www.korfeblog.blogspot.com recebeu mais de 90.000 mil visitas, e agora estamos rumo as 100 mil visitas, tendo visitantes de todo o mundo, principalmente dos Eua, Alemanha, Rússia, Portugal, Ucrânia, França, Índia e Holanda, nos enche de contentamento.

Sou profundamente grato a todos que visitam o blog e nossa fã page que também chegou a marca de 1500 curtidas essa semana. – principalmente aos que amam nosso trabalho, mas sem deixar de estender um olhar compreensivo aos que não gostam e nos visitam por “curiosidade” (LOL)

Quando digo que fazemos esse trabalho em conjunto eu e os que gostam do nosso trabalho, não é mera retórica laudatória, não. É fato. Palavras sem leitores, como naquela música e KORFEBOL

BRASILEIRO SEM BOLA

Obrigado a todos
TEM QUE QUERER



Congratulations to Real Brazilian Korfebol
that who has works to massificate the sport first one,
that of the "little ants work" one;
that who character is more important than any championship,
that who league has no Team A vs. B,
that who hasn´t intolerant cylindrical shaft people,
that without monkey business or dirt trick and machinations with the foreigners,
the from whole country and not from of a small group of coup d'etat (of Korfball) friends!
The real one!


Friends on the Brazilian korfball

On this day Tuesday 08/09/2016, the blog of the Brazilian Korfebol  www.korfeblog.blogspot.com received over 90 million visits, and we are now heading the 100 000 visits, with visitors from around the world, especially the USA, Germany , Russia, Portugal, Ukraine, France, India and the Netherlands, fills us with joy.

I am deeply grateful to all who visit the blog and our fan page has also reached 1500 Tanned mark this week. - Especially those who love our work, but while extending a knowing look to those who do not like and visit us for "curiosity" (LOL)
When I say we do it together I and those like our work, is not mere laudatory rhetoric, no. It's fact. Words without players like that song and KORFEBOL Brazilian WITHOUT BALL


Best Reggards
Marcelo


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Six in ten public schools in Brazil have blocks to physical activity - A triste Realidade Brasileira

Alunos da Escola Técnica Prof. Camargo Aranha, na Zona Leste de São Paulo, usam as instalações do Parque da Mooca e relatam roubos de equipamentos e de objetos pessoais pela falta de segurança no local Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo



Prof. Technical School students Camargo Aranha, in the East Zone of São Paulo, use the facilities at the Parque da Mooca and report equipment thefts and personal effects by the lack of safety at - Edilson Dantas / Agência O Globo



BY RENATA MARIZ 07/08/2016 4:30
ADVERTISING

BRASILIA AND SÃO PAULO - Current Stage of the world's greatest tournament, Brazil is far from an Olympic performance when it comes to sports in schools. Six out of ten public units of basic education in the country do not have sports courts, according to unpublished data from the School Census 2015. The problem affects, in percentage terms, 65.5% of schools. The proportion is slightly lower than that recorded in 2013, of 68.1%, but a serious obstacle in learning associated with physical education, compulsory curricular component of basic education is still considered.

For Priscila Cruz, motion All for Education, there is a mistaken tendency to neglect physical education are favored while the traditional areas of education such as languages, mathematics and science. For this reason, she said, the investments are scarce in the infrastructure required for the development of the discipline, sometimes seen as mere recreation.

- Must be clear that sporting activity is fundamental for the integral development and student well-being, including very strong evidence that the non-cognitive skills such as persistence, communication and teamwork have great impact on learning Portuguese and mathematics - Priscilla says.

In assessing the volleyball former player Ana Moser, who chairs the Sport Education Institute and Athletes by Brazil, entities related to the theme, inclusive bias of physical education is something that needs to be rescued in schools. The lack of space and adequate equipment restricts activity to a minority of students who have identified with the athlete's life, she said.


- Art Editors
- The serious lack of infrastructure leads the sport in schools to incorporate this vision to work only with the best, to create athletes. When in fact physical education is much broader. Has the physical, but also influences other dimensions - says the former player.

By the School Census 2015 data, Maranhão and Acre have the situation worse, with more than 90% of schools of basic education without court. Mato Grosso do Sul and the Federal District have the best rates, and still have about 30% of schools without the space. In Rio de Janeiro, host of the Olympics, this figure is 48.5%. And St. Paul, which houses the country's largest public school system, have 37.4% of poor units courts.

To solve the problem of lack of space, Prof. Technical School Camargo Aranha, in the East Zone of São Paulo, use blocks in Mooca Park, 500 meters from the unit. In the place where the sub-prefecture of the region works, the GLOBE witnessed spaces without volleyball nets and rimless basketball hoops, and passed by a group using drugs, at 10 am. Students report equipment thefts and personal belongings during class. There's still room in which are stored the materials used in the activities, which are locked for more than two months, according to students. The output, they report, is to bring home material or load it from the school to the square.

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The Paula Souza Center, which manages the Technical Schools of the State of São Paulo, in a note informs students of Prof. Technical School Camargo Aranha are accompanied by teachers when they go to classes for security reasons, and that room is where the material is open during the activities. The institution also says that some students take home balls to play at leisure, not for use in class. Already the Municipal Secretary of Sports, Leisure and Recreation said the drug problem of users and site maintenance is public safety responsibility, since materials are stolen there. The folder confirms that the room used by students to save material is closed and justifies that this is due to constant invasions on site.

Lack of coverage

Even in schools that have courts, lack structure: 42.6% of these, there is no coverage, and hot day, exercise is under the sun. If it rains, you do not have class. For the student of the Distrito Federal Lucas Rodrigues da Silva, 14, the "worst part" to study in the evening is to have to run out of physical education when the sun is strong. With an outdoor court, Education Myriam Pea Center in Recanto das Emas, a town about 25 km from Brasilia, usually suspend classes during the dry season, which is close to start by determining the Civil Defense.

- So you have to stay in the room, playing dominoes or doing some task. It's too bad - complains a student of 7th grade.

For other improvisations of physical education classes Lucas shrugs. Do not bother about having to spend the squeegee on the court after rain or use the volleyball net to play badminton, his favorite sport. By going through an installed screen hole to trim objects in search of the ball that escaped there, Lucas takes a hanging jump on one of the frame bars.

Mauro Banck, director of school unit that serves 2,200 students from 6th grade to the 3rd high school in Mexico City, and Youth and Adult Education, says the claim coverage on the court is old. And it argues that the lack of structure affect a number of school events throughout the year.

- Our science fair ends up being inside the rooms, which are warm and do not favor the circulation. To make a June party this year, we had to provide tarpaulins - Banck account. - If I had a cover on the court, could open the school to the community to activities such as exercise classes on Saturdays, for example.


the Etec Prof. students . Dr. Dorothy Quiomi Kanashiro Toyohara in Pirituba, perform sporting activities in the parking yard for lack of sports court - Edilson Dantas / Agência O Globo
By educational standards physical education should be provided obligatorily by teachers with degrees in the final years of elementary school (6th to 9th grade) and high school, but the reality is quite different in schools. According to the Ministry of Education, only 34% of the subject teachers had adequate training in regular high school in the country.

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- There is a physical education teacher teaching science to complete the workload. It's bad for the professional and the student - says Heleno Araújo, Director of Educational Affairs of the National Confederation of Workers in Education.

In a statement, the Ministry of Education said that the current management, which began in May, will honor "existing debts" considering that "the courts are essential for sports activities in basic education schools throughout Brazil." The liability according to the folder, is 3,178 blocks with initiated or planned works, having been passed R $ 1 billion for such projects, which will require more R $ 962 million to its conclusion.

Collaborated Luiza Souto
 
 
 
 
POR RENATA MARIZ 07/08/2016 4:30
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BRASÍLIA E SÃO PAULO - Palco atual do torneio mais grandioso do mundo, o Brasil está longe de uma performance olímpica quando o assunto é a prática de esportes nas escolas. Seis em cada dez unidades públicas de educação básica do país não contam com quadras esportivas, segundo dados inéditos do Censo Escolar 2015. O problema atinge, em termos percentuais, 65,5% dos colégios. A proporção é levemente menor que a verificada em 2013, de 68,1%, mas ainda é considerada um sério entrave no aprendizado associado à educação física, componente curricular obrigatório do ensino básico.

Para Priscila Cruz, do movimento Todos pela Educação, há uma tendência equivocada de se desprezar a educação física enquanto são favorecidas as áreas tradicionais de ensino, como linguagens, matemática e ciências. Por esse motivo, segundo ela, os investimentos são escassos na infraestrutura exigida para o desenvolvimento da disciplina, por vezes encarada como mera recreação.

— Precisa ficar claro que a atividade esportiva é fundamental para o desenvolvimento integral e bem-estar do aluno, inclusive com evidências muito fortes que as habilidades não cognitivas, como persistência, comunicação e trabalho em equipe têm grande impacto no aprendizado de português e matemática — diz Priscila.

Na avaliação da ex-jogadora de vôlei Ana Moser, que preside o Instituto Esporte Educação e o Atletas pelo Brasil, entidades ligadas ao tema, o viés inclusivo da educação física é algo que precisa ser resgatado nas escolas. A falta de espaços e equipamentos adequados restringe a atividade a uma minoria de alunos que já se identifica com a vida de atleta, segundo ela.


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— A ausência grave de infraestrutura leva o esporte nas escolas a incorporar essa visão de trabalhar só com os melhores, de criar atletas. Quando na verdade a educação física é algo muito mais amplo. Tem a parte física, mas também influencia outras dimensões — diz a ex-jogadora.

Pelos dados do Censo Escolar 2015, Maranhão e Acre têm a pior situação, com mais de 90% das escolas da educação básica sem quadra. Mato Grosso do Sul e Distrito Federal apresentam os melhores índices, e ainda assim têm cerca de 30% dos colégios sem o espaço. No Rio de Janeiro, sede dos Jogos Olímpicos, esse índice é de 48,5%. E São Paulo, que abriga a maior rede pública de ensino do país, têm 37,4% de unidades carentes de quadras.

Para resolver o problema de falta de espaço, a Escola Técnica Prof. Camargo Aranha, na Zona Leste de São Paulo, utiliza quadras no Parque da Mooca, a 500 metros da unidade. No local, onde funciona a subprefeitura da região, o GLOBO presenciou espaços sem redes de vôlei e tabelas de basquete sem aro, e passou por um grupo usando drogas, às 10h da manhã. Os alunos relatam roubos de equipamentos e objetos pessoais durante as aulas. Há ainda uma sala onde são guardados os materiais utilizados nas atividades, que está trancada há mais de dois meses, segundo estudantes. A saída, relatam eles, é levar material de casa ou carregá-lo da escola para a praça.

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O Centro Paula Souza, que administra as Escolas Técnicas do Estado de São Paulo, informa em nota que os alunos da Escola Técnica Prof. Camargo Aranha são acompanhados pelos professores quando saem para as aulas por motivo de segurança, e que essa sala onde fica o material é aberta durante as atividades. A instituição diz ainda que alguns alunos levam bolas de casa para jogar em momentos de lazer, não para usar nas aulas. Já a secretaria municipal de Esportes, Lazer, e Recreação disse que o problema de usuários de drogas e de manutenção do local é responsabilidade da segurança pública, uma vez que materiais são roubados ali. A pasta confirma que a sala utilizada pelos alunos para guardar material está fechada e justifica que isso se deve às constantes invasões no local.

Falta de cobertura

Mesmo em escolas que têm quadras, falta estrutura: em 42,6% dessas, não há cobertura e, em dia de calor, o exercício é debaixo de sol. Se chover, não tem aula. Para o aluno do Distrito Federal Lucas da Silva Rodrigues, de 14 anos, a “pior parte” de estudar no período vespertino é ter que ficar sem educação física quando o sol está forte. Com uma quadra descoberta, o Centro de Ensino Myriam Ervilha, no Recanto das Emas, cidade a cerca de 25 km de Brasília, costuma suspender as aulas no período de seca, que está próximo de começar, por determinação da Defesa Civil.

— Aí a gente tem que ficar na sala, jogando dominó ou fazendo alguma tarefa. É muito ruim — reclama o aluno do 7º ano.

Para outros improvisos das aulas de educação física Lucas dá de ombros. Não se chateia em ter que passar o rodo na quadra após as chuvas ou usar a rede de vôlei para jogar badminton, seu esporte favorito. Ao passar pelo buraco de uma tela instalada para aparar objetos, em busca da bola que escapou por ali, Lucas dá um salto pendurado em uma das barras da estrutura.

Mauro Banck, diretor da unidade escolar que atende 2,2 mil alunos do 6º ano ao 3º do ensino médio no DF, além de Educação de Jovens e Adultos, diz que a reivindicação da cobertura na quadra é antiga. E defende que a falta da estrutura prejudica uma série de eventos do colégio ao longo do ano.

— Nossa feira de ciências acaba sendo dentro das salas, que são quentes e não favorecem a circulação. Para fazer a festa junina este ano, tivemos que providenciar lonas — conta Banck. — Se eu tivesse uma cobertura na quadra, poderia abrir a escola para a comunidade fazer atividades, como aulas de ginástica aos sábados, por exemplo.


Alunos da Etec Prof. Dra. Doroti Quiomi Kanashiro Toyohara, em Pirituba, realizam atividades esportivas no pátio do estacionamento por falta de quadra de esportes - Edilson Dantas / Agência O Globo
Pelas normas educacionais a educação física deve ser ministrada obrigatoriamente por professores com licenciatura, nos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e no ensino médio, mas a realidade é bem diferente nas escolas. Segundo dados do Ministério da Educação, apenas 34% dos docentes da disciplina tinham a formação adequada no ensino médio regular do país.

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— Há professor de ciências ministrando educação física para completar a carga horária. É ruim para o profissional e para o aluno — diz Heleno Araújo, diretor de Assuntos Educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

Em nota, o Ministério da Educação afirmou que a atual gestão, iniciada em maio, vai honrar “dívidas já existentes” por considerar que “as quadras são essenciais para as atividades esportivas nas escolas de educação básica de todo o Brasil”. O passivo, segundo a pasta, é de 3.178 quadras com obras iniciadas ou programadas, tendo sido repassado R$ 1 bilhão para tais projetos, que demandarão mais R$ 962 milhões até sua conclusão.

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