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quinta-feira, 28 de julho de 2016

O Sentido do Fracasso Olímpico - The sense of Olympic failure


The sense of Olympic failure
The Olympic project was conceived from the beginning as a huge bag of business opportunities to be realized through a Public-Private Partnerships

BY ANTONIO ENGELKE 28/07/2016 00:00
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Not surprisingly, the Olympic Village is being considered virtually uninhabitable by several foreign delegations, after cost five times more than expected. But the execution of the work of mistakes, though embarrassing for the image of Brazil abroad, are secondary. The principal, the issue that really matters to discuss - and we risk losing sight in the crossfire between fierce criticism of our chronic inability to "do well" and the naive appeal vainglorious of "hope for the success of Brazil" - the main, I was saying, is the political model that guided the design of the Olympic project as a whole.

After the Games, the Olympic Village will become a commercially baptized real estate development "Condominium Pura Island." In an interview published on the ESPN site in July 2015, the spokesman of Pura Island, Mauritius Cruz said: "The big surprise for athletes is the fact that a different concept of the previous Olympics. The usual proposal has always been to make the village as an accommodation, a simple thing like a low-income housing, which then becomes a legacy for the state to sell subsidized way for people who need housing. Here in Rio, we were given the suggestion to offer a villa in a better location, close to the Olympic Park, with more comfortable apartments, structured condominium near the beach and the lagoon, for delegations to see what is Rio. It made no sense put the village on the periphery. "

The speech is revealing in many ways. It is symptomatic that Cruz has assumed that the Olympic Village was built so that foreigners could see "what is the river." The assumption here is that the periphery is not Rio, but a kind of uncomfortable and irrelevant appendage of the city. When he states that "did not make sense to put the village on the outskirts," the question that must be asked is, did not make sense to anyone? For the government? For most of the population? Or the "partners" of private enterprise?

Built by a consortium (Carvalho Hosken and Odebrecht), the cost of R $ 2.9 billion financed by Caixa Econômica Federal, the apartments, which now earn the headlines for their precariousness, are now being marketed. Will be delivered to future owners, people who can enjoy the pleasure of living in a "structured condominium near the beach and the lagoon," from January 2017. As a real estate development for the rising middle class of the West Zone, you want comfort, but can not afford the exorbitant square meter of the South Zone, the Olympic Village does, in fact, perfect sense.

In other cities that hosted the Games, the construction of the Olympic Village was conceived as a way to recover deprived urban areas, so as to leave some substantive legacy for the population. In Rio, by contrast, the Olympic project was conceived from the beginning as a huge bag of business opportunities to be realized through public-private partnerships. The public interest, when contemplated, always in the background, and the Olympic Village is not the only example. To take the subway to the bar, which has 300 000 inhabitants, was spent almost R $ 10 billion in a work that does not meet the main urban mobility of Rio bottleneck (North and Baixada Zone). According to the Pereira Passos Institute, the daily total of passengers in public transport in the city is about 1.4 million people, including 1.3 million in bus. The subway could take 300,000 people to the beginning of bar - and only. Does not reach 25% of public transport journeys. But probably "made no sense" take advantage of the Olympics to implement a policy that would meet the increased demand for mobility in the city.

And so it produces a Rio increasingly exclusionary. Do not just indignation that accompanies the many allegations of overpricing in large works or irony accusing the mess of his execution. We must critically evaluate how little public interest is behind its design. Without this critical exercise, any debate about the legacy of the Olympics just does not make sense.

Antonio Engelke is a sociologist



Read more about this in http://oglobo.globo.com/opiniao/o-sentido-do-fracasso-olimpico-19797686#ixzz4FkdZjAiA
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O sentido do fracasso olímpico
O projeto olímpico foi desde o início concebido como um enorme saco de oportunidades de negócios a serem realizados por meio de Parcerias Público-Privadas
 
POR ANTONIO ENGELKE 28/07/2016 0:00
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Não surpreende que a Vila Olímpica esteja sendo considerada praticamente inabitável por diversas delegações estrangeiras, depois de ter custado cinco vezes mais que o previsto. Mas os equívocos de execução da obra, embora vergonhosos para a imagem do Brasil no exterior, são secundários. O principal, o problema que realmente importa discutir — e que arriscamos perder de vista em meio ao fogo cruzado entre a crítica ferrenha à nossa incapacidade crônica de “fazer bem feito” e o ingênuo apelo ufanista de “torcer pelo sucesso do Brasil” —, o principal, eu vinha dizendo, está no modelo de política que orientou a concepção do projeto olímpico como um todo.

Após os Jogos, a Vila Olímpica se transformará num empreendimento imobiliário batizado comercialmente de “Condomínio Ilha Pura”. Em entrevista publicada no site da ESPN em julho de 2015, o porta-voz do Ilha Pura, Maurício Cruz, afirmou: “A grande surpresa para os atletas será o fato de ser um conceito diferente das Olimpíadas anteriores. A proposta usual sempre foi fazer a Vila como um alojamento, uma coisa simples, como se fosse uma habitação popular, que depois vira um legado para o Estado vender de forma subsidiada para pessoas que necessitam de moradia. Aqui no Rio, foi dada a sugestão de oferecer uma Vila em uma localização melhor, perto do Parque Olímpico, com apartamentos mais confortáveis, condomínio estruturado, perto da praia e da lagoa, para as delegações verem aquilo que é o Rio. Não fazia sentido colocar a Vila na periferia”.

A fala é reveladora em vários aspectos. É sintomático que Cruz tenha assumido que a Vila Olímpica foi construída para que estrangeiros pudessem ver “aquilo que é o Rio”. O pressuposto aqui é que a periferia não é o Rio, mas uma espécie de apêndice incômodo e irrelevante da cidade. Quando afirma que “não fazia sentido colocar a Vila na periferia”, a pergunta que deve ser feita é: não fazia sentido para quem? Para o poder público? Para a maioria da população? Ou para os “parceiros” da iniciativa privada?

Construídos por um consórcio (Carvalho Hosken e Odebrecht), ao custo de R$ 2,9 bilhões financiados pela Caixa Econômica Federal, os apartamentos, que agora ganham as manchetes dos jornais por sua precariedade, já estão sendo comercializados. Serão entregues aos futuros proprietários, pessoas que poderão desfrutar do prazer de viver num “condomínio estruturado, perto da praia e da lagoa”, a partir de janeiro de 2017. Como empreendimento imobiliário para a classe média ascendente da Zona Oeste, que quer conforto, mas não pode pagar o exorbitante metro quadrado da Zona Sul, a Vila Olímpica faz, de fato, todo o sentido.

Em outras cidades que sediaram os Jogos, a construção da Vila Olímpica foi pensada como uma forma de recuperar áreas urbanas carentes, de modo a deixar algum legado substantivo para a população. No Rio, ao contrário, o projeto olímpico foi desde o início concebido como um enorme saco de oportunidades de negócios a serem realizados por meio de Parcerias Público-Privadas. O interesse público, quando cogitado, esteve sempre em segundo plano, e a Vila Olímpica não é o único exemplo disso. Para levar o metrô até a Barra, que tem 300 mil habitantes, foram gastos quase R$ 10 bilhões numa obra que não atende ao principal gargalo de mobilidade urbana do Rio (Zona Norte e Baixada). Segundo o Instituto Pereira Passos, o total diário de passageiros em transportes públicos no município é de cerca de 1,4 milhão de pessoas, sendo 1,3 milhão em ônibus. O metrô poderá levar 300 mil pessoas até o início da Barra — e só. Não chega a 25% das viagens em transportes públicos. Mas, provavelmente, “não fazia sentido” aproveitar a Olimpíada para implementar uma política que atendesse à maior demanda de mobilidade da cidade.

E assim se produz um Rio cada vez mais excludente. Não basta a indignação que acompanha as muitas denúncias de superfaturamento em obras de grande porte ou a ironia que acusa as trapalhadas de sua execução. É preciso avaliar criticamente o quão pouco de interesse público há por trás de sua concepção. Sem esse exercício crítico, qualquer debate sobre o legado da Olimpíada simplesmente não faz sentido.

Antonio Engelke é sociólogo



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/o-sentido-do-fracasso-olimpico-19797686#ixzz4FkdZjAiA
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American Journal criticizes water Guanabara Bay: 'Athletes will swim in the shit' - Jornal americano critica água da Baía de Guanabara: ‘Atletas vão nadar na merda’ - jornal-americano-critica-agua-da-baia-de-guanabara-atletas-vao-nadar-na-merda

American Journal criticizes water Guanabara Bay: 'Athletes will swim in the shit'


 Baía não foi despoluída para os Jogos


Experts healthcare heard by the American newspaper "The New York Times" advised the athletes who will compete in open water at the Olympic Games in Rio to "keep your mouth shut." The publication notes that, seven years ago, the Brazilian government has pledged to clean up the Guanabara Bay, where the sailing events will be held. However, scientists and environmental experts explain that today the place is even more contaminated.

The newspaper recalls the Brazilian government promises made seven years ago, contain residues that pollute the Bay of Guanabara, and also says that the authorities recognize that their efforts to treat the sewage have fallen far short of expectations.

A recent publication also reports that tests showed the presence of rotavirus in the water that cause diarrhea and vomiting. They also present a survey by the Federal University of Rio (UFRJ) on the beaches of Ipanema and Leblon, which also detected a high percentage of contamination.

- Foreign athletes will swim literally in human shit, and are at risk of contagion of a disease caused by all these bodies - said Dr. Daniel Becker, pediatricians heard by "The New York Times", adding: - It is sad, but also worrying.
Recently, a sailing team athlete of Germany spoke about his experience in training in Guanabara Bay.

- We have to keep my mouth shut when water is splashed - criticized Aphrodite Zegers.






Baía não foi despoluída para os Jogos



Especialistas da área de saúde ouvidos pelo jornal americano “The New York Times” aconselharam os atletas que competirão em águas abertas nos Jogos Olímpicos do Rio a “manter a boca fechada”. A publicação lembra que, há sete anos, o governo brasileiro se comprometeu a limpar a Baía de Guanabara, onde os eventos de vela serão realizados. No entanto, cientistas e especialistas em meio ambiente explicam que hoje o local está ainda mais contaminado.

O jornal recorda promessas do governo brasileiro, feitas há sete anos, de conter os resíduos que poluem a Baía de Guanabara, e diz também que as autoridades reconhecem que os seus esforços para tratar o esgoto têm ficado muito aquém do esperado.

A publicação relata ainda que recentes testes realizados apontaram a presença de um rotavírus na água que causam diarreia e vômitos. Eles apresentam também uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio (UFRJ) nas praias de Ipanema e Leblon, que também detectaram uma alta porcentagem de contaminação.

— Atletas estrangeiros vão nadar, literalmente, na merda humana, e estarão sob risco de contágio de uma doença causada por todos estes organismos — disse o Dr. Daniel Becker, pediatra brasileiro ouvido pelo “The New York Times”, que acrescenta: — É triste, mas também preocupante.

Recentemente, uma atleta da equipe de vela da Alemanha falou sobre sua experiência em treinamentos na Baía de Guanabara.

— Temos que manter a boca fechada quando a água é espirrada — criticou Afrodite Zegers.

Leia mais: http://extra.globo.com/esporte/rio-2016/jornal-americano-critica-agua-da-baia-de-guanabara-atletas-vao-nadar-na-merda-19791467.html#ixzz4FkTEwwfj



Mantenha os bandidos felizes no Rio, aconselha França aos turistas que vão à Olimpíada

 Porta-voz francês recomendou que turistas não andem nas ruas com objetivos de valor ou joias no Rio

 
BRASILIA (Reuters) - Worried about how to survive an assault during the Olympics in Rio? Have a ready cash in your pocket to keep the happy thief.
That's the advice that French visitors the way the games are getting your government to reduce the risk of injuring themselves in the notoriously dangerous Brazilian city.
Recommendations on safety of France speak for tourists walk in without jewels River streets or valuables and carry with them a score of 20 or 50 reais ready to be given to a burglar.

"The idea is that it is better not to resist an assault and it is always helpful to have a score of 20 or 50 reais to keep happy thief," said Thibaut Lespagnol, spokesman for the French embassy.
About half a million foreign tourists are expected in Rio for the first Olympic Games in South America between 5 and 21 August, and Brazil is employing 88,000 police and soldiers to protect them from terrorist threats and deter burglars.
Rio has a high level of crime, including pickpocketing and armed robberies, actions that can occur anywhere and at any time, say recommendations of the Department of North American State. Fraud with credit cards and scams at ATMs are also endemic, and visitors should check their accounts regularly because of possible unexpected withdrawals claim.

The colorful favelas of Rio's hills, drug trafficking and armed violence are common, although the program of "pacification" that installed police stations in some of them. They can be dangerous for curious visitors.

"Even the pacified favelas can be unpredictable and dangerous. American visitors ranging slums can put at risk," said the State Department.
(Anthony Boadle Reporting)

Read more: http://extra.globo.com/noticias/mundo/mantenha-os-bandidos-felizes-no-rio-aconselha-franca-aos-turistas-que-vao-olimpiada-19797156.html#ixzz4FhycYyyJ






 
 Porta-voz francês recomendou que turistas não andem nas ruas com objetivos de valor ou joias no Rio
  
BRASÍLIA (Reuters) - Preocupado sobre como sobreviver a um assalto durante as Olimpíadas no Rio? Tenha um dinheiro pronto no seu bolso para manter o ladrão feliz.
Esse é o conselho que visitantes franceses a caminho dos Jogos estão recebendo do seu governo para diminuir o risco de se ferirem na notoriamente perigosa cidade brasileira.
As recomendações sobre segurança da França falam para os turistas andarem nas ruas do Rio sem joias ou objetos de valor e para carregarem com eles uma nota de 20 ou 50 reais pronta para ser dada a um assaltante.
"A ideia é que é melhor não resistir a um assalto e é sempre útil ter uma nota de 20 ou 50 reais para manter o ladrão feliz”, disse Thibaut Lespagnol, porta-voz da embaixada francesa.
Cerca de meio milhão de turistas estrangeiros são esperados no Rio para os primeiros Jogos Olímpicos na América do Sul entre 5 e 21 de agosto, e o Brasil está empregando 88 mil policiais e soldados para protegê-los de ameaças terroristas e dissuadir os assaltantes.
O Rio tem um alto nível de criminalidade, que inclui batedores de carteira e assaltos armados, ações que podem ocorrer em qualquer lugar e a qualquer hora, dizem recomendações do Departamento de Estado norte-americano. Fraudes com cartões de crédito e golpes em caixas eletrônicos também são endêmicos, e visitantes devem checar as suas contas com regularidade por conta de possíveis retiradas inesperadas, afirmam.
Nas coloridas favelas dos morros cariocas, o tráfico de drogas e a violência armada são comuns, apesar do programa de “pacificação” que instalou postos policiais em algumas delas. Elas podem ser perigosas para visitantes curiosos.
"Mesmo as favelas pacificadas podem ser imprevisíveis e perigosas. Visitantes norte-americanos que vão as favelas podem se colocar em risco”, afirmou o Departamento de Estado.
(Reportagem de Anthony Boadle)


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/mantenha-os-bandidos-felizes-no-rio-aconselha-franca-aos-turistas-que-vao-olimpiada-19797156.html#ixzz4FhycYyyJ

terça-feira, 26 de julho de 2016

"Nossa arena foi entregue cheia de lixo", diz chefe da vela do Brasil - "Our arena was delivered full of garbage," says head of candle Brazil

 Sergio Moraes/Reuters



Our arena was delivered full of garbage," says head of candle Brazil

There is no other sport in which they talk so little sport. Ten days before the start of the Rio-2016, the main subject in the candle is not the preparation of the athletes, the level of rivals or a chance to medal. In the Brazilian team, the theme that dominates questions and answers in all contacts between athletes and journalists is still pollution in Guanabara Bay, where the competitions will be held in the Olympic Games this year. The remediation of at least 80% of the spot promise of Brazil when he applied to receive the mega sports event, but did not come close to being reached.

"Our arena was delivered full of garbage," lamented Torben Grael, 56, owner of five Olympic medals and current technical coordinator of the Brazilian sailing. "You have to try to avoid, but it is not always possible. It has garbage that is halfway up in the water and you do not see right. Sometimes there's something in the tide of currency and it is difficult to pass without taking anything. It is expected that everything goes right, as if by chance happened in the last two test events, "he added.

However, Torben avoided as it could Dirt Guanabara Bay: "I will not go in the trash theme. Please. I will talk about the team, and if there is another matter I will not talk more. We talked about garbage since Rio was chosen to host the Games and even before. We spoke ostensibly when it was still possible to do something. Now it is useless to talk trash. "

The theme also generated some discomfort among themselves Brazilian athletes. "A little. Indeed, it is such a beautiful sport, with strategy, tactics, equipment, on-board communication and a series of interesting variables. People could learn more and ask more about the sport and less on the Bay, which is an important point that must be cared for, "mused Isabel Swan, 32, the Nacra 17 class.

"It's dirt? Yes a lot. We are far from ideal. But I think it is far less than you talk. The dirt is very much in other parts of the Bay, not in competition rays. The chaos has passed, that scare. All are already training here for some time and have become accustomed. Today, the main concern is rain and wind. That's what we're focused. I've been sailing in Europe and had to keep drawing alga boat. Of course, the pollution is worse, but we'll find a way, "added Ricardo Winicki, 36, known as Bimba, who dispute the RS: X class.

Among the Brazilian athletes who will compete in sailing competitions in Rio 2016, the most forceful when talking about the subject Guanabara Bay was Martine Grael, 25, the 49er FX class. "It's shameful. We have a little ashamed, and deal with it is complicated. We went out to sail the best streaks in the world and we have to see this dirt here, "he pondered.

her partner A, Kahena Kunze, 25, chose to use the Bay as an example of the opportunities that Brazil lost beyond the Olympic Games: "They gave a lot and a lot of structure for the Games, but I'm asking, and for the country? What has improved in health, education? What is the true legacy of that? Me great concern the post-Games. We should also think about it anymore. "

Sergio Moraes/Reuters



Não há outra modalidade em que se fale tão pouco de esporte. A dez dias do início da Rio-2016, o assunto principal na vela ainda não é a preparação dos atletas, o nível dos rivais ou a chance de medalhas. Na equipe brasileira, o tema que domina perguntas e respostas em todas os contatos entre atletas e jornalistas ainda é a poluição na Baía de Guanabara, onde as competições serão realizadas nos Jogos Olímpicos deste ano. A despoluição de pelo menos 80% do local era promessa do Brasil quando se candidatou a receber o megaevento esportivo, mas não chegou nem perto de ser atingida.

“Nossa arena foi entregue cheia de lixo”, lamentou Torben Grael, 56, dono de cinco medalhas olímpicas e atual coordenador-técnico da vela brasileira. “Você tem de tentar evitar, mas nem sempre é possível. Tem lixo que fica à meia altura na água e que você não vê direito. Às vezes tem algo na divisa de maré e é difícil passar sem pegar alguma coisa. É esperar que dê tudo certo, como por acaso aconteceu nos dois últimos eventos-teste”, completou.

No entanto, Torben evitou o quanto pôde o assunto sujeira da Baía de Guanabara: “Eu não vou entrar no tema do lixo. Por favor. Vou falar sobre a equipe, e se não houver outro assunto eu não vou falar mais. A gente falou sobre lixo desde que o Rio foi escolhido como sede dos Jogos e até antes. A gente falou ostensivamente quando ainda era possível fazer alguma coisa. Agora é inútil falar de lixo”.

O tema também gerou algum incômodo entre os próprios atletas brasileiros. “Um pouco. De fato, é um esporte tão bonito, com estratégia, tática, equipamento, comunicação a bordo e uma série de variáveis muito interessantes. As pessoas poderiam conhecer mais e perguntar mais sobre o esporte e menos sobre a Baía, que é um ponto importante, que deve ser cuidada”, ponderou Isabel Swan, 32, da classe Nacra 17.

“Tem sujeira? Sim, muita. Estamos longe do ideal. Mas creio que seja bem menos do que se fala. A sujeira está muito em outras regiões da Baía, não nas raias de competições. O caos já passou, aquele susto. Todos já estão treinando aqui há algum tempo e se acostumaram. Hoje, a preocupação maior é com chuva e vento. É nisso que estamos focados. Já fui velejar na Europa e tinha que ficar tirando alga do barco. Claro que a poluição é pior, mas daremos um jeito”, adicionou Ricardo Winicki, 36, conhecido como Bimba, que disputa a classe RS:X.

Entre os atletas brasileiros que vão disputar competições de vela na Rio-2016, a mais contundente ao falar do tema Baía de Guanabara foi Martine Grael, 25, da classe 49er FX. “É vergonhoso. Temos um pouco de vergonha, e lidar com isso é complicado. Saímos para velejar nas melhores raias do mundo e temos que ver essa sujeira aqui”, ponderou.

A parceira dela, Kahena Kunze, 25, preferiu usar a Baía como exemplo das oportunidades que o Brasil perdeu para além dos Jogos Olímpicos: “Entregaram muita coisa e muita estrutura para os Jogos, mas eu fico perguntando: e para o país? O que melhorou em saúde, educação? Qual o verdadeiro legado disso? Me preocupa muito o pós-Jogos. Deveríamos pensar mais nisso também”.

domingo, 24 de julho de 2016

Jogos Olímpicos no Brasil - Uma vergonha total - Olympic Games in Brazil - A complete shame


 



 

Olympic Games in Brazil - A complete shame

CAMILA MATTOSO
SENT SPECIAL TO THE RIO

24/07/2016 2:00 a.m.
The delegations of the United States, Italy and the Netherlands paid for their own temporary employees who carried out finishing works in apartments in the Olympic Village, where athletes will be housed from Sunday (24).

Unhappy with what they saw, the three countries decided to pay for the bills to improve the situation of the place.

The Organizing Committee of the Rio 2016 admitted to Folha that will open the space to competitors with some outstanding issues that will need to be resolved in the coming days.

The apartments will be handed to athletes on Sunday. Last week, officials of delegations had access to the site.

USA, Italy and the Netherlands contracted outsourced to different functions, from placing lamps, the plumbing adjustments and cleaning work. There is no information what was the amount paid by delegations to the services.

The three countries were sought by the respective committees press office, but did not respond to the publication of the report. The Rio 2016 Committee, in turn, confirmed that there was the hiring of independent contractors.

Seventeen thousand athletes are expected during the period of Olímpcos Games. The opening ceremony takes place on August 5, at the Maracana stadium.

The village is located about 4.5 km from the Olympic Park, the main stage of evidence of the event. Are 16 ways in disputes on site. Both facilities are in Jacarepagua neighborhood in the west of Rio de Janeiro.

According to column Ancelmo Gois in "O Globo", on Friday (22), Carvalho Hosken and Odebrecht delivered the condo with about 20% of the apartments finished with problems such as dropping infiltrations or plaster.

The last days were redoubled effort of employees in an attempt to finish everything in time. A few hours the athletes arrive, workers turned the night working.

Contractors to perform works in the Olympic Village report being called to solve repair problems in the electrical part. Failures in facilities prevent the operation of some air conditioners in the rooms of the athletes.

The Rio 2016 Committee informs that the tests detect problems in some apartments and there is a task force to them to be solved quickly.

The village is mounted on a complex of seven condominiums, 31 buildings with a total of 3,604 apartments, newly built to be sold in the market.

The buildings up to 17 floors are connected by a park that will be public after the Games.




As delegações dos Estados Unidos, Itália e Holanda pagaram por conta própria funcionários temporários que realizaram obras de acabamento em apartamentos da Vila Olímpica, onde os atletas ficarão alojados a partir deste domingo (24).

Descontentes com o que viram, os três países decidiram arcar com as contas para melhorar a situação do local.

O Comitê Organizador da Rio-2016 admitiu à Folha que abrirá o espaço aos competidores com algumas pendências, que terão de ser resolvidas nos próximos dias.

Os apartamentos serão entregues aos atletas neste domingo. Na última semana, funcionários das delegações tiveram acesso ao local.

EUA, Itália e Holanda contrataram terceirizados para diferentes funções, desde colocação de lâmpadas, a ajustes de encanamento e trabalho de limpeza. Não há informações de qual foi o valor desembolsado pelas delegações com os serviços.

Os três países foram procurados por meio da assessoria de imprensa dos respectivos comitês, mas não responderam até a publicação da reportagem. O Comitê da Rio-2016, por sua vez, confirmou que houve a contratação de funcionários independentes.

Dezessete mil atletas são esperados durante o período dos Jogos Olímpcos. A cerimônia de abertura acontece no dia 5 de agosto, no estádio do Maracanã.

A Vila fica a cerca de 4,5 km do Parque Olímpico, principal palco de provas do evento. Serão 16 modalidades com disputas no local. Ambas as instalações ficam no bairro de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro.

De acordo a coluna do Ancelmo Gois, em "O Globo", na última sexta-feira (22), a Carvalho Hosken e a Odebrecht entregaram o condomínio com cerca de 20% dos apartamentos com problemas de acabamento, como infiltrações ou reboco caindo.

Os últimos dias foram de esforço redobrado dos funcionários, na tentativa de terminar tudo em tempo. A poucas horas dos atletas chegarem, operários viravam a madrugada trabalhando.

Contratados para executar obras na Vila Olímpica relatam que foram chamados para resolver problemas de reparo na parte elétrica. Falhas em instalações impedem o funcionamento de alguns aparelhos de ar condicionado nos quartos dos atletas.

O Comitê da Rio-2016 informa que os testes realizados detectaram problemas em alguns apartamentos e há uma força-tarefa para eles sejam resolvidos rapidamente.

A vila está montada num complexo de sete condomínios, 31 prédios, com total de 3.604 apartamentos, recém-construídos para serem vendidos no mercado.

Os prédios de até 17 andares estão interligados por um parque que será público depois dos Jogos.




Olympic Games in Brazil - A sad reality - Jogos Olímpicos no Brasil - Uma triste realidade



 Vila dos Atletas é entregue no Rio (Crédito: Lucas Soares/CBN)


Mal abriram-se as portas da Vila Olímpica para os atletas, neste domingo, para surgirem as primeiras críticas sobre as condições do local. O Comitê Olímpico Australiano emitiu uma nota afirmando que a vila, que fica no Recreio, Zona Oeste do Rio, está “inabitável”, com problemas hidráulicos, elétricos e também nas instalações de gás encanado.

No comunicado, o AOC, sigla em inglês do comitê, afirma que os atletas australianos podem ser obrigados a ficar em hotéis devido aos problemas. “Um dia antes da chegada dos primeiros atletas do país ao Brasil, a vila está infestada de problemas, incluindo vazamentos, sanitários e chuveiros bloqueados, e inundações”.

O Comitê afirma que o comitê organizador dos Jogos escalou centenas de trabalhadores para corrigir os problemas, mas diz que não tem certeza se o local terá condições de ser habitado pelos atletas. De acordo com o AOC, atletas australianos de boxe e canoagem já chegarão ao Rio nesta segunda-feira.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/comite-olimpico-australiano-encontra-pessimas-condicoes-em-quartos-diz-que-vila-dos-atletas-esta-inabitavel-19775667.html#ixzz4FLCMoeTf


Delegação australiana ficará em hotéis por causa dos problemas na Vila dos Atletas

O comitê australiano alegou que encontrou problemas nas redes de gás e eletricidade e não considerou o local seguro.

Neste domingo, dia em que a Vila dos Atletas é aberta para a chegada dos competidores que vão disputar a Olimpíada, os atletas da Austrália que vão participar da Olimpíada anunciaram que não ficarão hospedados no local, como era previsto, por causa de problemas estruturais.

Os australianos listam problemas como sanitários entupidos, vazamento de tubulações, fiação exposta, escadas escuras, sem iluminação suficiente, e pisos sujos.

Ainda segundo o comitê, ontem à noite foi realizado um “teste de estresse”, em que torneiras e banheiros foram ativados simultaneamente em apartamentos de vários andares para ver se o prédio suportaria. Mas o sistema falhou. A água desceu pelas paredes, houve um forte cheiro de gás em alguns apartamentos e até um curto-circuito na fiação elétrica.

De acordo com os australianos, a equipe da Nova Zelândia também enfrentou os mesmos problemas. Os responsáveis pela Vila dos Atletas ainda não se pronunciaram.

A VIla dos Atletas conta com 17 prédios de 31 andares. São 3.604 apartamentos que vão receber 17.950 atletas.

Comitê olímpico australiano encontrou vazamentos e problemas nas instalações elétricas

We have no conditions to hold such an event in Brazil, Rio de Janeiro is bankrupt, strike, hospitals in crisis, people Olympic Games in Brazil - A sad realidademorrendo and the government trying to disguise "our sad reality

Mal opened the doors of the Olympic Village for athletes on Sunday to arise early reviews on local conditions. The Australian Olympic Committee issued a statement saying that the village, which is in the Recreation, West Zone of Rio, is "uninhabitable" with hydraulic problems, electrical and also in pipeline gas facilities.

In the statement, the AOC, English acronym of the committee, said that Australian athletes may be required to stay in hotels because of the problems. "A day before the arrival of the first athletes in the country to Brazil, the village is plagued by problems, including leaks, blocked toilets and showers, and floods."

The Committee states that the organizing committee of the Games climbed hundreds of workers to fix the problems, but says he is not sure if the site will be able to be inhabited by the athletes. According to the AOC, Australian athletes boxing and canoeing have come to Rio on Monday.

Read more: http://extra.globo.com/noticias/rio/comite-olimpico-australiano-encontra-pessimas-condicoes-em-quartos-diz-que-vila-dos-atletas-esta-inabitavel-19775667.html#ixzz4FLCMoeTf

Australian delegation will stay in hotels because of the problems in the village of Athletes


The Australian committee claimed that encountered problems in the gas and electricity and not considered safe.

On Sunday, the day that the Village of Athletes is open to the arrival of competitors who will compete in the Olympics, athletes from Australia who will participate in the Olympic Games announced that will not be hosted on the site, as planned, because of structural problems.

Australian list problems like clogged toilets, leaking pipes, exposed wiring, dark stairs without sufficient lighting, and dirty floors.

Also according to the committee, last night it conducted a "stress test", where taps and toilets were simultaneously activated in apartment several floors to see if the building stand. But the system failed. The water ran down the walls, there was a strong smell of gas in some apartments and even a short circuit in electrical wiring.

According to the Australian, the New Zealand team also faced the same problems. Those responsible for the Athletes Village have not yet voted.

The Athletes VIla has 17 buildings of 31 floors. Are 3,604 apartments that will receive 17,950 athletes.


sábado, 23 de julho de 2016

Simpósio de Dinâmica de Marketing Esportivo - O Anti Legado da Rio 2016


O Brasil precisa ser passado a limpo. A Rio 2016 abriu as portas para um mundo de oportunidades e o Brasil não soube aproveitar o esporte para criar uma onda de transformações.

Venha participar desta transformação. Traga sua ideia de como podemos fazer do esporte uma grande ferramenta de desenvolvimento social, cultural, financeiro e de inclusão. E ainda contribua com Associação Aliança dos Cegos (AAC - endereço: R. Vinte e Quatro de Maio, 47 - São Francisco Xavier, Rio de Janeiro - RJ, 20950-090 Telefone: 2281-0704 trazendo um 1 litro de leite. Estaremos ajudando a essa instituição, nossa parceira, que está necessitando de doações.

Vamos debater estas oportunidades e apresentar ideias para um futuro com o esporte sendo mola propulsora do Brasil.

Local do Simpósio: Faculdades Integradas Jacarepaguá
Endereço: Ladeira da Freguesia, 196 - Freguesia - Jacarepaguá - RJ

Certificado será emitido ao final do Simpósio - Participe !

Clique aqui para se inscrever

sábado, 16 de julho de 2016

Radio Roquete Pinto Entrevista com Marcelo Korfebol


Emoção total participar do Programa Painel da Manhã na Radio Roquete Pinto

Amigos Educadores a entrevista Rádio Roquete Pinto.

Fotos - Paty Fonte - Pedagoga
Angela Maria - Colégio Logosófico
Ana Cristina - "GEO - Santa Teresa"
Apresentador Fabiano Albergaria





Amiga e Pedagoga Paty Fonte


sábado, 9 de julho de 2016

KORFEBOL BRASILEIRO NA RADIO ROQUETE PINTO



CONVITE AOS AMIGOS DO KORFEBOL BRASILEIRO

O Korfebol Brasileiro tem o prazer de convidar a todos os amigos para prestigiarem o programa PAINEL DA MANHÃ, na Tradicional Rádio Roquete Pinto de 7:00 às 10:00 do dia 11/07/2016 (segunda feira). Professor Marcelo Bepi Soares, irá participar da mesa de Debates, falando sobre o KORFEBOL BRASILEIRO e como o Esporte e as Olimpíadas podem ser positivos no Processo Ensino Aprendizagem, inclusão e Interdisciplinaridade.

Para ouvir online: http://www.radioroquettepinto.rj.gov.br/index.php/main


https://www.facebook.com/paineldamanha/?fref=ts


terça-feira, 5 de julho de 2016

1º Congresso Dinâmica de Marketing Esportivo - Korfebol Brasileiro participando



No ùltimo final de semana o Korfebol Brasileiro participou do Seminário de Marketing Esportivo com 5 grandes feras do Marketing, Marcelo Kieling, Fred Mourão, Wagner Coe, José Paulo Neves e Fábio Tubino.

O Seminário foi realizado nas Faculdades Integradas Jacarepaguá que também é parceira do KORFEBOL BRASILEIRO.









segunda-feira, 4 de julho de 2016

Rio Olympics is already a catastrophe, says New York Times - Olimpíada do Rio já é uma catástrofe, diz New York Times

Manifestantes protestam contra a realização das Olimpíadas Rio 2016 na praia de Copacabana em 01/08/2015
 
Demonstrators protest against the Olympic Games Rio 2016 on Copacabana beach in 01/08/2015.

Demonstrators protest against the Olympic Games Rio: For the NYT, Olympics, in fact, became a public calamity

São Paulo - With a little more than 30 days to the start of the 2016 Olympic Games in Rio de Janeiro (RJ), the city still runs to get everything ready by the date of the event, on August 5. The delay, however, did not go unnoticed by the American newspaper The New York Times.

In an article published on Friday (1), the publication evaluates the Games in Rio as an unnatural disaster. In reference to public emergency decree made by the governor of Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, the newspaper said: "Such measures are usually taken in the event of an earthquake or flood. But the Olympics this year is a predictable and avoidable man-made catastrophe, "says the text.

According to the publication, the list of problems is long: delay in the works, violence, Zika virus epidemic, problems with safety and public transport, as well as shortage of tourist information. However, according to the publication, "these concerns are despised" by the Brazilian organization.

Another factor, according to the NYT, contributes to the failure of the edition of the Games in Brazil is the fact that at least 4,120 families have been driven from their homes by mega event account. "Someone will profit from the Games, but will not be the majority of the population of Rio Governor was right:. Is a calamity," concludes the publication.

Manifestantes protestam contra a realização das Olimpíadas Rio 2016 na praia de Copacabana em 01/08/2015

Manifestantes protestam contra a realização das Olimpíadas Rio 2016 na praia de Copacabana em 01/08/2015.

Manifestantes protestam contra a realização das Olimpíadas Rio: para o NYT, Jogos Olímpicos, de fato, viraram uma calamidade pública

São Paulo – Faltando pouco mais de 30 dias para o início dos Jogos Olímpicos 2016 do Rio de Janeiro (RJ), a cidade ainda corre para deixar tudo pronto até a data do evento, em 5 de agosto. O atraso, porém, não passou despercebido pelo jornal americano The New York Times.

Em artigo publicado nesta sexta-feira (1), a publicação avalia os Jogos no Rio como um desastre não natural. Em referência ao decreto de calamidade pública feito pelo governador do RJ, Francisco Dornelles, o jornal afirma: “Medidas como essas são normalmente tomadas em caso de um terremoto ou inundação. Mas a Olimpíada deste ano é uma previsível e evitável catástrofe feita pelo homem", afirma o texto.

Segundo a publicação, a lista de problemas é extensa: atraso nas obras, violência, epidemia do vírus Zika, problemas com a segurança e com o transporte público, além de escassez de informações turísticas. No entanto, segundo a publicação, "essas preocupações são desprezadas" pela organização brasileira.

Um outro fator que, segundo o NYT, contribui para o fracasso da edição dos Jogos no Brasil é o fato de pelo menos 4.120 famílias terem sido expulsas de suas próprias casas por conta do megaevento. “Alguém vai lucrar com os Jogos, mas não vai ser a maioria da população do Rio. O governador estava certo: é uma calamidade”, conclui a publicação.

Rio2016: The Olympic Games in Brazil and its succession of errors


 #Rio2016: Os Jogos Olímpicos no Brasil e sua sucessão de erros


Rio2016: The Olympic Games in Brazil and its succession of errors

The IOC holds in his hands the biggest event on the planet. Nothing beats the media interest of the Summer Olympics. When a country decides to run and then hosting the mega event, a number of requirements are required.

Many countries have developed given up Olympic applications against the heavy demands of the IOC. Including much discussion about creating Olympic legacy, spending and high sizes too much even for rich countries.

The few examples of effective success of the Olympic Games - as the case of Barcelona 92, the most famous of them - worked with pre strategic requirements to achieve their high performance.

The equation is complex beyond: Balanced sources of funding between the public sector and the private sector and its proper allocation of resources. Barcelona, ​​for example, had 40% of public resources. 40% of companies and 20% of Olympic background. The investment, today's values, it was amazing 17 billion euros.

The return to the city's economy was almost three times that amount, especially with the induction of different sectors of the economy, major restructuring of the city's infrastructure, especially tourism. The city became completely and definitively positioned with one of the most important tourist destinations in Europe. His increasingly depends on the tourism economy. Without the Games would never have reached such a level.

Barcelona, ​​as well as Sydney, Beijing and London have applied solid concepts to return in his very heavy investment. But to this day no other city has reached the return of the capital of Catalonia.

Brazil decided it would embark on a risky game, host the World Cup in 2014 and the 2016 Olympic Games in Rio de Janeiro.

The bill, everyone knew it would be salty, something well above the R $ 55 billion.
Politicians, sports officials and even the press entered the illusion created we needed and deserved such relevance.

Host major events followed require a serious project, professional, highly oriented to the intelligence of the use of public resources, active participation of the private sector, the idea of ​​the multiplier effect of investment and most importantly, the legacy.

The changes due to the large events can positively change a city and a country or sink it. Unfortunately irresponsibility, superfuramento works, corruption and no respect for public resources simply did not exist in Brazil.

Yes, that word so easily used on the lips of politicians simply become an illusion in the Brazilian project, both the World Cup and the Olympic Games. Unfortunately we are more like South Africa than Germany in the World Cup and we are a Question Greece and not in terms Barcelona Olympics.

Although tourists come to RJ and positively impact the GDP, will be a drop in an ocean of nonsense spending and lack of minimal planning. To make matters worse we have grave news of Brazilian problems. An example, as foreigners watched on TV around the world to drop the bike path of Niemeyer.

The concept of mega events economic impact should always consider their net impact. This means calculating the positive impact of new tourists who came to the event less to come but stopped going.
London, for example, suffered greatly from the loss of tourists not interested in going to the city in the midst of the Games. There gains on one side and the other losses.

The Rio Games, unfortunately, beyond the small economic impact, we well as with the World Cup, a series of white elephants in a country that besides being far from Olympic has a population each day more obese and sedentary, deficits in public accounts and a salt account to pay for all Brazilians, without any return possibility in the long term for the country.

It really is all wrong.

During the 2014 World Cup, our brilliant rulers decided to enact holidays to soften their inability to run the cities during the games. This irresponsible and disconnected decision of the reality of a country with such a strong economy decreed the end of the illusion created by the rulers.

For many large cities worked during the event were enacted holidays. According to the study Fecomercio (Federation of Trade of São Paulo), calculate the real impact of this irresponsibility was R $ 30 billion in the economy and other R $ 40 billion in increased employee costs, overtime.

Yes, they managed to spend even two World Cups in Brazil in losses to the economy. The country declared the beginning of its recessionary and inflationary economic nightmare with the World Cup.

And with the Rio de Janeiro living the biggest crisis in its 451 years of life it seems that history will repeat itself.

The solution found by the Rio de Janeiro state governments was to decree a state of emergency.

Already, the Brazilian Olympic Committee, Dredging million of public funds for years, decided to quietly importing athletes from other countries to try to improve the country's performance in the medals table.

As if the problem were the medals.

Poor Brazil.

#Rio2016: Os Jogos Olímpicos no Brasil e sua sucessão de erros 
 O COI detém em suas mãos o maior evento do planeta. Nada supera o interesse midiático dos Jogos Olímpicos de Verão. Quando um país decide se candidatar e posteriormente ser o anfitrião do megaevento, uma série de exigências são requeridas.

Muitos países desenvolvidos já desistiram de candidaturas olímpicas em função das pesadas exigências do COI. Inclusive muito se discute sobre como criar legados olímpicos, com tamanhos gastos e altos demais até para países muito ricos.

Os poucos exemplos de sucesso efetivo dos Jogos Olímpicos – como o caso de Barcelona 92, o mais famoso deles – trabalharam com pré requisitos estratégicos para atingir sua alta performance.

A equação é para lá de complexa: Equilíbrio nas fontes de financiamento, entre o setor público e a iniciativa privada e sua correta alocação dos recursos. Barcelona, por exemplo, teve 40% dos recursos públicos. 40% de empresas e 20% do fundo olímpico. O investimento, a valores de hoje, foi de incríveis 17 bilhões de euros.

O retorno para a economia da cidade foi quase 3 vezes esse valor, especialmente com a indução de diferentes setores da economia, profunda reestruturação da infraestrutura da cidade, especialmente a turística. A cidade se transformou completamente e se posicionou definitivamente com um dos mais importantes destinos turísticos da Europa. Sua economia cada vez mais depende do turismo. Sem os Jogos jamais teria alcançado tal patamar.

Barcelona, assim como  Sidney, Pequim e Londres aplicaram conceitos sólidos para retornar em muito seu pesado investimento. Mas até hoje nenhuma outra cidade atingiu o retorno da capital da Catalunha.

Brasil decidiu que iria embarcar em um arriscado jogo, sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro.

A conta, todos sabiam que seria salgada, algo bem superior aos R$ 55 bilhões.
Políticos, dirigentes esportivos e até parte da imprensa entraram na ilusão criada que precisávamos e merecíamos tal relevância.

Sediar grandes eventos seguidos exigem um projeto sério, profissional, altamente orientado para a inteligência da utilização dos recursos públicos, participação ativa da iniciativa privada, aplicação do conceito de efeito multiplicador dos investimentos e o mais importante, o legado.

As mudanças por conta dos grandes eventos podem mudar positivamente uma cidade e um país ou afundá-lo. Infelizmente a irresponsabilidade, superfuramento de obras, corrupção e nenhum respeito aos recursos públicos simplesmente não existiram no Brasil.

Sim, essa palavra tão facilmente utilizada na boca de políticos simplesmente virou uma ilusão no projeto brasileiro, tanto da Copa como dos Jogos Olímpicos. Infelizmente estamos mais parecidos com a África do Sul do que Alemanha no quesito Copa do Mundo e somos uma Grécia e não Barcelona em termos de Jogos Olímpicos.

Ainda que os turistas venham ao RJ e impactem positivamente o PiB, será uma gota em um oceano de gastos absurdos e falta de um mínimo de planejamento. Para piorar temos notícias graves dos problemas brasileiros . Um exemplo, como os estrangeiros assistiram pela TV em todo o mundo a queda da ciclovia da Niemeyer.

O conceito de impacto econômico de megaeventos deve sempre considerar seu impacto líquido. Isso significa calcular o impacto positivo dos novos turistas que vieram para o evento menos os que viriam mas deixaram de ir.
Londres, por exemplo, sofreu muito com a perda de turistas que não se interessaram em ir à cidade em meio aos Jogos. Houve ganhos de um lado e perdas do outro.

Os Jogos do Rio, infelizmente, além do pequeno impacto econômico, teremos assim como ocorreu com a Copa, uma série de elefantes brancos num país que além de estar longe de ser olímpico tem uma população cada dia mais obesa e sedentária, déficits nas contas públicas e uma salgada conta para pagar por todos os brasileiros, sem nenhuma possibilidade de retorno no longo prazo para o país.

Realmente está tudo errado.

Durante a Copa de 2014, nossos geniais governantes decidiram decretar feriados para amenizar sua incapacidade de fazer funcionar as cidades durante os jogos. Essa decisão irresponsável e desconectada da realidade de um país com uma economia tão pujante decretou o fim da ilusão criada pelos governantes.

Para que muitas grandes metrópoles funcionassem durante o evento foram decretados feriados. Segundo o estudo da Fecomercio (Federação do Comércio de São Paulo), o cálculo do real impacto dessa irresponsabilidade foi de R$ 30 bilhões na economia e outros R$ 40 bilhões em aumento dos custos de empregados, com horas extras.

Sim, conseguiram gastar o mesmo que duas Copas do Mundo do Brasil em perdas para a economia. O país decretou o início de seu pesadelo econômico recessivo e inflacionário com a Copa.

E com o Rio de Janeiro vivendo a maior crise em seus 451 anos de vida parece que a história se repetirá.

A solução encontrada pelos governantes fluminenses foi decretar estado de calamidade pública.

Já, o Comitê Olímpico Brasileiro, que draga milhões de recursos públicos há anos, decidiu sem alarde  importar atletas de outras nacionalidades para tentar melhorar o desempenho do país no quadro de medalhas.

Como se o problema fossem as medalhas.

Pobre Brasil.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Rio 2016: German TV station has stolen equipment Material taken by thieves




Equipment of a German TV station were stolen on the morning of Friday, in Rio de Janeiro. The objects, which would be used to cover the Olympics in August, was in two containers intercepted by thieves in Brazil Avenue, in downtown Rio. The station ARD / ZDF reported that the stolen equipment costing about 400,000 euros (1.4 million reais). The military police found in the late afternoon, in Mauá, Magé district (metropolitan region of Rio), containers with intact equipment. No one was arrested.

"The unknown assailants attacked the truck with containers on the way from the port to the Olympic Park. The driver was not hurt. So far there is no trace of the vehicle and load. The GPS system was apparently disabled or destroyed," the station.

On 19 June, the Australian Paralympic athlete sailing and basketball, Liesl Tesch and the physio team, Sarah Ross, were robbed at gunpoint in Rio. The robbers took their bikes. The appearance of a dismembered body on Copacabana Beach on Wednesday, near the beach volleyball arena, also frightened the international press.
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Zika virus
The Aedes aegypti mosquito is, so far, the greatest enemy of Rio-2016. In January, the World Health Organization (WHO) issued a warning about the "explosive" epidemic zika virus in the Americas, especially in Brazil, which caused panic in the international press, particularly for its connection with the cases of microcephaly. The IOC quickly issued a letter of recommendations to athletes, alerts and prevention methods, but kept the thesis that Rio will be safe during the Games. Mayor Eduardo Paes also tried to disassociate the epidemic to the Olympic Games, but some federations and athletes threatened not to come to Rio for fear of zika. The Brazil Olympic Committee (COB) tried to calm tempers, but also called for more long-sleeved uniform and recommended the use of repellents and air conditioning in rooms.


Terrorism

The risk of terrorist attacks is a major concern of the International Olympic Committee since the Munich-1972 massacre, when Israel accommodation in the Olympic Village was invaded by Palestinian terrorists from the Black September group, in an attack that killed 11 Israelis, between athletes and coaches. Since then, the Olympics is synonymous with safety by obsession with battalions of soldiers and police in greater numbers to the athletes. Although Brazil is not a traditionally targeted by terrorist country, followed by the Islamic State attacks, one at a sporting event (a friendly between France and Germany, in Paris, in the tragic November 13, 2015 in the French capital), called further warning. Earlier this month, the Brazilian Intelligence Agency (Abin) confirmed the publication of a direct threat to Brazil published in November last year in a Twitter account linked to a member of the terrorist group EI. In the face of danger, the military rose to 704 million reais investment in security, including training, purchase specialized equipment and funding the troops. According to the security plan for the Games, 85,000 men - and 47,000 security, civil defense and urban planning and 38,000 armed forces - were summoned to ensure peace in the event.


Political and economic crisis

Some consider that the political crisis which culminated in the approval of the progress of the impeachment of President Dilma Rousseff in the House of Representatives has even helped the Olympics in Rio because of possible problems overshadow the organization of the Games. However, the chaotic situation of the country has been widely discussed by sports officials for structural and safety issues. The Rio-2016 the organization had to reduce by at least 900 million reais budget as a result of the economic crisis in the country, which generated a "slap on the wrist" IOC in relation to the structure that will be delivered. There is also the fear that possible political demonstrations near the stadiums or gymnasiums hinder the progress of the game, as occurred in the Cup of Confederations 2013. In the Olympic torch lighting ceremony in Greece, the IOC President Thomas Bach, tried appease the mood by saying that "despite the difficulties facing the country, the event will bring a message of hope to every corner of its territory." Carlos Arthur Nuzman, President of COB, also insisted on a marriage speech during the most important sporting event in the world.


Pollution in Guanabara Bay

One of the great defeats of the organization of the Rio Games was not the fulfillment of the promise to clean up the Guanabara Bay in up to 80%. Dirt waters that receive the Games received criticism from the international press heavy. It was contemplated, including the possibility of Búzios, in the region of Lagos, get the sailing events, in place of the Guanabara Bay, but the organization played the initial project. In July last year, came the hardest blow: the Associated Press released a detailed study that revealed high presence of viruses known to cause stomach ailments, respiratory and other, including acute diarrhea and vomiting, the Guanabara Bay waters and Lagoa Rodrigo de Freitas. Shortly after, during test events at the local, foreign athletes reported discomfort and health problems caused by water pollution. The organization of the Games admits that the conditions are not the ideas, but ensure that there will be no major risks to the health of athletes.



Security and structure

A great experience lived in Rio de Janeiro during the World Cup, with the city party and no serious recorded incident served as a good omen, despite all the history of violence in the most tourist city of Brazil. Last year, however, a new wave of insecurity, cases of deaths of cyclists by stabbing in areas of the city, returned to scare the organization. The deployments program of Pacifying Police Units in the favelas (UPP), created in 2008 to pacify the favelas of Rio, has been deteriorating since 2013. As SEE revealed, will not be implanted new UPP in 2016 and violence in the poorest areas of the city ​​again became a concern. Recently, the Australian federation has banned its athletes to visit slums during the Games. The last major blow to the image of the city was the accident on the bike path Tim Maia, the Niemeyer Avenue, which collapsed due to the undertow of Sao Conrado, killing two people.

sábado, 25 de junho de 2016

SIMPÓSIO DINÂMICA DE MARKETING ESPORTIVO FACULDADES INTEGRADAS DE JACAREPAGUA



O Simpósio será realizado na FIJ - Faculdades Integradas Jacarepaguá.

Endereço: Ladeira da Freguesia, 196 - Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro - RJ

Data: 02/07/16. (Sábado)

Horário: 9h às 17h.
Investimento: R$ 247,50

Para as compras por cartão de crédito, são aceitas as seguintes bandeiras: Visa, MasterCard, American

Express, Diners e Hipercard.


CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER


A passagem dos Jogos Olímpicos pelo Rio de Janeiro mostra que, cada vez mais, o esporte no Brasil necessita de profissionais qualificados para gerirem entidades, clubes, equipes e projetos esportivos e, por esta razão, a Dinâmica Empreendimentos Educacionais e Esportivos e a FIJ – Faculdades Integradas de Jacarepaguá, trazem para a cidade mais icônica do Brasil, o 1º Seminário Dinâmica de Marketing Esportivo.



Neste momento de grandes transformações estruturais, sociais e culturais no Brasil, este seminário apresenta novos conceitos e ideias, tendo o esporte como mola propulsora de transformação social.

O 1º Seminário Dinâmica de Marketing Esportivo apresentará temas como:
Negócios.
Formação de cidadãos.
Processo histórico.
Desenvolvimento da sociedade
Jogos Olímpicos 2016.

Nessa edição do Seminário Dinâmica de Marketing Esportivo participa grandes referências no Marketing Esportivo Brasileiro, com vivências e atuações no meio esportivo, que apresentarão temas incitando a reflexão quanto ao futuro do esporte nacional.


MARCELO KIELING - “Marketing, Negócios do Esporte e Relações do Mercado”.


Jornalista, Publicitário, Bacharel em Ciências Contábeis, com especializações e Pós graduação em Marketing Estratégico e administração. Atualmente responde pela Direção Comercial do Jornal A Voz da Cidade e do DataVoz - Instituto de Inteligência Estratégica.

WAGNER COE – “Esporte Como ferramenta Pública de Socialização e Desenvolvimento, A importância do Esporte para a Gestão Pública e a Relevância do Esporte na formação da Juventude”.



Professor Universitário, Sub Secretário de Esportes do Município do Rio de Janeiro, Advogado, foi Diretor Técnico da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SMEL), Presidente do Clube da Light, Presidente da Federação de Vôlei Master do Rio de Janeiro.

FRED MOURÃO - "Marketing no Esporte: Estrutura, Branding, Captação e Fidelização".


Formado em Marketing na UCSD, Gestão de Negócios no Ibmec, Gestão de Futebol na CBF, Administração e Economia na UERJ, com passagens como Executivo de Marketing no CRFlamengo - responsável pelo projeto Sócio Torcedor e eventos como aniversário de 60 anos do Zico e posteriormente do Júnior - Gerente Regional Brasil da SKY; Executivo na Tyson Foods/Macedo, NET, TVA e Meridien, Palestrante para o Sebrae, Accor, Lee Hatch Harrisson/DBM; e, atualmente, Coordenador, Orientador e Professor do MBA em Gestão e Marketing Esportivo da Trevisan Escola de Negócios.


JOSÉ PAULO NEVES – “Marketing Pessoal na Educação Física”.

Profissional de Educação Física, Diretor e Conselheiro do Conselho Regional de Educação Física do Rio de Janeiro, Membro da Câmara Técnica de Educação Física Escolar, Mestre em Ciências da Motricidade Humana, Professor da Rede Estadual e Municipal do Rio de Janeiro, Pós Graduado em Gestão e Marketing, Gestão de Projetos e Mestre em Ciências da Motricidade Humana.

FABIO TUBINO – “Os Jogos Olímpicos no Brasil. A importância para o esporte e seu legado Social”.

Jornalista e Professor, Mestre em História, memória social e documento pela Uni Rio, Pós graduação em marketing e Administração Esportiva e Gestão de Eventos. Autor do Dicionário Tubino do Esporte.
























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