terça-feira, 18 de outubro de 2016

educacao-fisica-escolar-pedro-ii


III ENCONTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR DO http:// COLÉGIO PEDRO II – A Educação Física no Cotidiano da Escola: Diversidade e Inclusão

Colégio Pedro II – Campus Realengo II

Rua Bernardo de Vasconcelos, 941, Realengo

Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

22/10/2016

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA SE INSCREVER
http://migre.me/vdRcW

Informações


O III Encontro de Educação Física Escolar do Colégio Pedro II representa hoje uma das principais ações de formação continuada realizada anualmente pelo Departamento de Educação Física (DEF) para promover espaços de formação aos professores dessa instituição em interlocução com representantes docentes de outras instituições de ensino em Educação Básica e de Nível Superior. O tema desse ano “A Educação Física no Cotidiano da Escola: Diversidade e Inclusão” trata do trabalho escolar como um processo de transformação permanente, do reconhecimento e valorização da diversidade cultural e da necessidade de se investir em ações inclusivas no cotidiano da escola. OBJETIVOS

OBJETIVOS DO EVENTO:

1) Oportunizar espaço de discussão e reflexão sobre a Educação Física Escolar.

2) Fomentar a formação continuada dos docentes; proporcionar a troca de experiências entre os docentes do Colégio Pedro II e docentes externos.

3) Criar um espaço permanente de debate, reflexão e intercâmbio entre profissionais de Educação Física, a respeito das Metodologias e Conteúdos de Ensino.

4) Aproximar o cotidiano escolar da reflexão acadêmica, estreitando os laços entre as instituições escolares e universitárias.

5) Tornar o Colégio Pedro II uma referência como espaço de discussão e reflexão sobre Educação Física Escolar no Rio de Janeiro.
PÚBLICO-ALVO:

– Docentes efetivos e contratados do Departamento de Educação Física.

– Professores Residentes e Estagiários de Educação Física do Colégio Pedro II.

– Docentes de Educação Física dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro.

– Docentes e Estudantes de Nível Superior.

Programação
Dia 22/10
07h30 – Acolhimento/Credenciamento
O credenciamento irá acontecer na entrada do teatro. Solicitamos aos participantes/encontristas que cheguem cedo para retirar o seu material e realizar a escolha da oficina que participará na parte da tarde.
Local: Entrada do Teatro Bernardo Pereira de Vasconcelos
 

08h30 – Abertura do Evento
Chefe de Departamento e Diretores do Campus Realengo.
Local: Teatro Bernardo Pereira de Vasconcelos
 

09h00 – Mesa Redonda 1 – Educação Física Escolar, Docência e Gênero: aspectos pedagógicos e legais.
Profª Drª Sissi Aparecida Martins Pereira (UFRRJ) e Arlanza Rebello (DEFENSORA PÚBLICA).
Local: Teatro Bernardo Pereira de Vasconcelos
 

10h30 – Mesa Redonda 2 – Educação Física Escolar, Docência e Inclusão: aspectos pedagógicos e legais
Profª Ms. (Dda) Ana Lídia Felippe Guimarães (SME/Instituo Helena Antipoff) e Profª Drª Michele Pereira de Souza da Fonseca (UFRJ/EEFD).
Local: Teatro Bernardo Pereira de Vasconcelos
 

12h00 – Almoço/intervalo
Na região em torno do Campus.
Local: Externo ao Campus Realengo
 

13h30 – Apresentação de Pôsteres
Na quadra.
Local: Espaços do Complexo Poliesportivo
 

14h30 – Oficinas Pedagógicas
No Complexo.
Local: Espaços do Complexo Poliesportivo
 

16h30 – Encerramento: Atividade Cultural
Convidados.
Local: Espaços do Complexo Poliesportivo

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Vida Longa para a Educação Física Brasileira e Jornalismo - Por João Batista Freire




No jornal “Folha de S.Paulo”, o jornalista Marcelo Coelho mostrou-se entusiasmado com a possibilidade de extinção da disciplina Educação Física.

Na proposta de reforma do Ensino Médio, o MEC sugere o término da obrigatoriedade da Educação Física.

As lembranças de aulas de Educação Física quando menino foram traumatizantes para Marcelo Coelho e ele vê com entusiasmo o castigo que essa disciplina faria por merecer.

Fala do assunto como se praticasse uma tardia vingança.

Passei por algo parecido quando fazia Educação Física na escola.

Ao contrário do jornalista, recuperei-me do trauma, formei-me professor e tive a oportunidade de participar da construção de um modo de fazer Educação Física que tornou aquela que ele viveu peça de arqueologia, embora ainda existam, entre os professores dessa disciplina, remanescentes do período das cavernas.

Tive experiências igualmente traumatizantes com a Matemática, aprendi a odiá-la por algum tempo, e nem por isso me manifestaria com júbilo caso ela fosse ameaçada de extinção; quando muito torceria para que, de maneira geral, os professores de Matemática humanizassem sua pedagogia.

Maior trauma sofri, no entanto, com a escola de modo geral.

Menino louco por brincadeiras, trancaram-me em salas de aula, imobilizado em carteiras, sem espaço para me mexer, conversar, rir ou chorar durante anos e anos.

Todos passamos por essa clausura, impedidos que fomos de ser crianças ou adolescentes.

E nem por isso me entusiasmo com a ideia da extinção da escola. Sou educador e trabalho todos os dias por uma Educação Física melhor e por uma escola melhor.
O texto do aclamado jornalista Marcelo Coelho, de quem sou leitor e a quem muito respeito, seria menos grave não fosse ele o formador de opinião que é.

Deveria ter consultado pessoas confiáveis da área antes de escrever o que escreveu.

Testemunhei, ao longo de minha vida, reportagens catastróficas, indignei-me com manchetes de tabloides, mas não me aventuraria a sugerir medidas para o jornalismo antes de consultar os bons jornalistas.
Não é de hoje que a Educação Física é ameaçada.

Até porque essa negação vai além da Educação Física.

Durante doze anos de escolaridade, crianças e adolescentes são encarceradas em espaços reduzidos de meio metro quadrado, quatro horas por dia, duzentos dias por ano, num total de 9600 horas de seus melhores anos de vida.

Isso é exclusão, numa época em que tanto se fala em inclusão.

Exclusão do corpo. O corpo não pode ter vez na escola, porque ele nos amedronta, ele cede aos vícios, ele se degrada, ele morre, e não queremos esse destino para nós.

Mas ele também é a fonte da felicidade; daí a ansiedade das crianças para sair da sala e ir para a aula de Educação Física.

O medo do fim nos leva a negar o corpo, é preciso fazer de conta que ele é uma outra entidade diferente de nós.

Mas isso não é possível. Não podemos nos livrar do corpo, porque seria o mesmo que nos livrarmos de nós mesmos. O corpo somos nós, enquanto perdurar esta vida. E uma criança não pode viver como se não fosse corpo, como se não fosse criança.

Assim como um adolescente, exatamente num período de vida de tão grandes transformações físicas, não pode viver negando que é corpo. É disso que se trata. Queremos fazer de conta que poderemos nos livrar do corpo para sobreviver ao seu suposto destino final.
Marcelo Coelho alinha-se a essa ideia quando afirma seu entusiasmo pela extinção da Educação Física.

Antes, ele deveria conhecer o que foi construído em nossa área dos anos 1980 para cá. E até mesmo antes disso, se estudasse os belos trabalhos de nossos pioneiros Inezil Pena Marinho, Fernando Azevedo, Oswaldo Diniz ou Alfredo Colombo.

Não se trata, saiba o ilustre jornalista, de ser o esporte ou as brincadeiras os conteúdos mais ou menos adequados. Trata-se de projetos educacionais, de projetos de vida, que carecem de sentido sem a orientação do método adequado ou de uma pedagogia humanizante. Pena ele não ter nos perguntado antes de se entusiasmar com nossa extinção. Teríamos carradas de exemplos de uma Educação Física que ele não teve a felicidade de conhecer.

O espaço é pequeno para indicar trabalhos notáveis feitos atualmente por professores e professoras extremamente competentes. Poderíamos descrever projetos muito bons que tornam nossos alunos adolescentes protagonistas de projetos para atuar com a dança, com os esportes na natureza, com esportes radicais, com o conhecimento do próprio corpo, com os primeiros socorros e cuidados com a saúde, com as discussões de gênero, com as drogas, o racismo e a homofobia.

Há uma vasta cultura de jogos e exercícios, o que inclui o esporte, a dança, as lutas, o circo, as ginásticas, as brincadeiras populares, entre tantas manifestações do exercício e do lúdico, que nossos jovens precisam aprender a praticar e a compreender, o que jamais será feito caso seja decretada nossa extinção.
Marcelo Coelho exultou com nosso fim. Nós, ao contrário, queremos para ele vida longa, pois precisamos, mais que nunca, de seu bom jornalismo.

*João Batista Freire é professor Livre Docente aposentado da Unicamp, além de ter trabalhado na USP e na Universidade Federal da Paraíba e na Universidade Estadual de Santa Catarina, e autor de diversos livros sobre Educação Física e Esporte.

 
In the newspaper "Folha de S.Paulo", the journalist Marcelo Coelho proved enthusiastic about the possibility of extinction of Physical Education.

In high school reform proposal, MEC suggests the end of compulsory physical education.

The memories of physical education classes as a boy were traumatizing to Marcelo Coelho and he sees with enthusiasm the punishment that this discipline would earn it.

the subject speaks as if practiced a late revenge.

I went through something similar when doing physical education at school.

Unlike a journalist, I recovered from the trauma, I graduated teacher and had the opportunity to participate in building a way to make physical education that made that he lived piece of archeology, although there are still among the teachers of this discipline, remaining period of the caves.

I also traumatizing experiences with mathematics, learned to hate her for some time, and not so manifest me with joy if it were endangered; when I wring much so that, in general, Mathematics teachers humanise his pedagogy.

Major trauma suffered, however, with the general school.

boy crazy for games, they locked me in classrooms, assets in portfolios, with no room to move, talk, laugh or cry for years and years.

We all go through this enclosure, we were prevented from being children or adolescents.

And not so me enthusiasm for the idea of ​​school extinction. I am an educator and work every day for a better physical education and a better school.
The text of the acclaimed journalist Marcelo Coelho, who I am and the player who a lot of respect, it would be less severe but him the opinion leader it is.

I should have consulted reliable people in the area before writing what he wrote.

Witnessed over my life, catastrophic reports, was angry with tabloid headlines, but did not venture to suggest measures to journalism before consulting the good journalists.
It is not today that physical education is threatened.

Especially because this denial goes beyond physical education.

For twelve years of schooling, children and adolescents are incarcerated in small spaces of half a square meter, four hours a day, two hundred days a year, a total of 9600 hours of his best years.

This is exclusion, at a time when so much is said in inclusion.

Body exclusion. The body may not have time in school, because it frightens us, he gives in to addictions, it degrades, it dies, and we do not want this fate for us.

But it is also the source of happiness; hence the anxiety of children to leave the room and go to gym class.

The fear of the end leads us to deny the body, it is necessary to pretend that it's another different entity from us.

But this is not possible. We can not get rid of the body, because it would be the same as we get rid of ourselves. The body we are, for as long as this life. And a child can not live as if it was the body, as if it were child.

As a teenager, just a lifetime of such great physical, can not live in denial it's body. It is what it is. We want to pretend that we can get rid of the body to survive its alleged final destination.
Marcelo Coelho aligns to this idea when he says his enthusiasm for the extinction of Physical Education.

Rather, he should know what has been built in our area from the 1980s here. And even before that, if I studied the beautiful works of our pioneers Inezil Marinho Pena, Fernando Azevedo, Oswaldo Diniz or Alfredo Colombo.

This is not, know the distinguished journalist, to be the sport or play more or less appropriate content. It is educational, life projects, which are meaningless without the guidance of the appropriate method or a humanizing pedagogy. Pity he has not asked us before we get excited about our extinction. We would have boatloads of examples of Physical Education he did not have the happiness to know.

The space is small to indicate notable works currently made by highly competent teachers and teachers. We could describe very good projects that make our students adolescent protagonists projects to work with dance, with sports in nature, with extreme sports, with the knowledge of the body, with first aid and health care, with discussions of genre with drugs, racism and homophobia.

There is a vast culture of games and exercises, including sport, dance, fights, the circus, the gymnastics, popular games, among many manifestations of exercise and playful, that our young people need to learn to practice and understand , which it will never be done if ordered our extinction.
Marcelo Coelho exulted in our end. We, instead, want him long life, because we need more than ever, its good journalism.

* João Batista Freire teaches Free Retired Teacher Unicamp, and has worked at USP and the Federal University of Paraíba and the State University of Santa Catarina, and author of several books on Physical Education and Sport. 

domingo, 16 de outubro de 2016

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

KORFEBOL BRASILEIRO - HOMENAGEM AO DIA DAS CRIANÇAS NO BRASIL - 12 DE OUTUBRO





O Korfebol Brasileiro não poderia deixar de homenagear as Crianças em seu Dia
Quem conhece o trabalho que professor Marcelo Korfebol realiza desde 1998 com o Jogo/DInâmica/Esporte sabe bem sobre o seu legado.
A alegria, a sinceridade, o sorriso, de cada criança que experimentou o KORFEBOL BRASILEIRO foram as molas propulsoras para continuar nessa missão.
Gratidão eterna aos pequenos que muitos já se tornaram adultos e ainda se lembram do KORFEBOL BRASILEIRO.
QUANDO SOMOS CRIANÇAS ACREDITAMOS QUE TUDO É POSSIVEL
NÃO DEIXE A CRIANÇA QUE ESTÁ DENTRO DE VC DESAPARECER
TEM QUE QUERER...
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS


The Korfebol Brazilian could not fail to pay tribute to the children in your day
Who knows the work that Professor Marcelo Korfebol held since 1998 with the Game / Dynamic / Sport knows about his legacy.
The joy, sincerity, smile, every child who experienced the KORFEBOL Brazilian were the thrusts to continue this mission.
Gratitude to eternal small that many have already become adults and still remember the KORFEBOL Brazilian.
WHEN CHILDREN ARE WE BELIEVE THAT EVERYTHING IS POSSIBLE
DO NOT LEAVE CHILD STANDING VC DISAPPEAR IN
You HAVE TO WANT ...
HAPPY CHILDREN'S DAY

Korfebol Brasileiro no Ciep Nação Rubro Negra


No último dia 5 de outubro o Professor Marcelo Korfebol esteve ministrando palestra sobre o Korfebol Brasileiro no Ciep Nação Rubro Negra, no bairro do Leblon - Rio de Janeiro. Cerca de 25 professoras do Colégio municipal, conheceram o trabalho realizado que beneficia o aprendizado da matemática







JOGO KORFEBOL BRASILEIRO AUXILIA NO APRENDIZADO DA MATEMATICA

Com dificuldades para integrar as crianças de uma comunidade carente nas aulas de Educação Física, no Rio de Janeiro, o professor Marcelo Bepi Soares resolveu apresentar um novo esporte ao grupo: o Korfebol. Brasileiro No jogo, as equipes são formadas por meninos e meninas. São proibidos o contato físico entre os jogadores e a marcação entre sexos opostos. "Ele abre espaço para quem foi excluído de outros esportes, e motiva as aulas realizando integração dos Gêneros. NO Korfebol Brasileiro a força não é essencial", diz o professor. A iniciativa deu tão certo que o Korfebol brasileiro faz parte do currículo dos alunos do Ensino Fundamental nos colégios, onde Soares atua. O que não se imaginava é que a prática conquistaria também um lugar cativo em salas de aula. É o que acontece no Centro Educacional Lins, onde as crianças de 1ª a 4ª série aprendem Matemática com as regras do Korfebol Brasileiro.

Como nenhum jogador pode tocar no adversário para roubar a bola, o esporte cria uma relação de interdependência e respeito entre os colegas do mesmo time no caminho percorrido até a cesta (leia abaixo as regras do jogo). Além de pensar juntas numa estratégia, as crianças conversam entre si para marcar os pontos. "É um estímulo ao raciocínio", diz Soares. Por isso, ao perceber a dificuldade de alguns alunos para entender conceitos de Matemática como os números pares e ímpares, ordem crescente e decrescente e tabuada, o professor adaptou tópicos da disciplina às regras do jogo. Na partida, quando fazem uma cesta, por exemplo, os alunos dizem em voz alta se o número da pontuação é par ou ímpar e, ao marcarem pontos, fazem a contagem direta e reversa dos pontos. "Isso facilita a absorção de assuntos que, basicamente, precisam de memorização", afirma a professora de Matemática da escola, Andréa Iavecchia Villardo.

O Korfebol Brasileiro também se destaca como um esporte ao alcance de todos, até dos mais gordinhos, de quem tem deficiência física ou pouca coordenação motora, uma vez que os deslocamentos não exigem grande velocidade e não há disputa de força. "O índice de atestados médicos diminuiu porque as crianças com dificuldades se sentem incluídas na equipe", diz Soares. Além disso, o equipamento - composto basicamente por duas cestas e uma bola - é simples e se adapta a qualquer espaço. "Quando chove, a gente dá aula dentro da sala e pode usar um balde sem fundo e uma bolinha de jornal ou de meia", explica o professor.

Como jogar Korfebol Brasileiro

O Korfebol Brasileiro é parecido com o basquete. Vence no Korfebol a equipe que marcar mais pontos colocando a bola na cesta. Como no handebol, os jogadores conduzem a bola com as mãos. O Korfebol é um dos poucos esportes coletivos mistos do mundo. Cada equipe tem quatro meninos e quatro meninas, divididos em casais. Outro diferencial: menino só marca menino, menina só marca menina. O mesmo vale para a defesa. Nesse jogo não existe dois contra um e também não vale contato físico.

A cada duas cestas, os times trocam as zonas. Ou seja, defensores viram atacantes e vice-versa. Isso permite que todos exerçam os mesmos papéis. "A troca de função também dá ao aluno maior experiência tática e motora". No segundo tempo do jogo, os times trocam de lado na quadra. A cada início do jogo e cesta marcada, a bola é jogada pela equipe em desvantagem a partir da linha que divide a quadra.
No Korfebol, quem recebe a bola deve parar e passá-la para o colega do time. Ninguém pode quicar a bola, driblar o adversário ou correr com a bola na mão. "Isso impede que um jogador 'fominha' tente resolver o jogo sozinho", diz o professor Soares. "O aluno tem que aprender a se deslocar sem a bola, buscando aproveitar melhor o espaço."

Na matemática

Segundo Soares, há conceitos de Matemática que podem ser facilmente absorvidos no Korfebol Brasileiro pelos alunos que têm dificuldade de aprendizado na sala de aula. Para ensinar o que são números pares e ímpares, o professor define qual a pontuação máxima que os alunos devem fazer para vencer uma partida. As crianças dizem se esse número é par ou ímpar e vão à luta. Durante o jogo, cada time veste coletes de uma cor diferente. Um é numerado só com números pares e outro, só com ímpares. Para treinar tabuada, quando o aluno faz uma cesta, o professor pergunta imediatamente quanto é 2x2, por exemplo. Com a resposta certa, o time ganha mais um ponto - além do equivalente à cesta.

Entre em contato com Professor Marcelo Korfebol, Oficinas, cursos, palestras e clínicas em escolas de todo o Brasil email: marcelokorfebol@gmail.com
 


 

domingo, 11 de setembro de 2016

Korfebol Brasileiro nas Faculdades Integradas Jacarepaguá - FIJ


O Korfebol Brasileiro esteve participando da Semana Acadêmica das Faculdades Integradas de Jacarepaguá, mais conhecida como FIJ.

Cerca de 50 estudantes do curso de licenciatura de Educação Física, conheceram e praticaram uma das maneiras de se jogar KORFEBOL BRASILEIRO.

Confiram as fotos e em breve os vídeos, inclusive com jogadas sensacionais.



Homenagem ao grande mestre João Batista Freire fonte de inspiração e referência para o KORFEBOL BRASILEIRO.







domingo, 4 de setembro de 2016

OFICINA DE ESPORTES ALTERNATIVOS ESCOLARES - DIA 24/09/2016 - FACULDADES INTEGRADAS JACAREPAGUÁ





A Dinâmica Empreendimentos Educacionais e Esportivos Ltda em parceria com as Faculdades Integradas de Jacarepaguá realizará no dia 24 de setembro deste ano, (Sábado) das 9:00 às 17:00. , A Oficina de Esportes Alternativos Escolares será ministrada pelos professores Marcelo Soares (Korfebol Brasileiro), Abner Coelho (Ultimate Frisbee) e Márcio dos Santos (Manbol). As aulas ocorrerão na sede da FIJ - Faculdades Integradas Jacarepaguá - Endereço: Ladeira da Freguesia, 196 - Freguesia.

Os interessados em participar devem fazer as inscrições no site da (organizadora), pelo link abaixo mediante investimento de R$ 40,00 (quarenta reais). Logo após efetuar sua inscrição você será direcionado a uma página onde poderá optar pelo pagamento em boleto bancário ou cartão de crédito.
 
 
 
 
Todos os participantes receberão certificado de 8 horas / aula.

Outras informações pelo site mencionado e pelo telefone (21) 983157072 
 


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Feliz Dia do Professor de Educação Física


KORFEBOL BRASILEIRO parabeniza a todos os professores de Educação Física do Brasil pelo seu dia.

Em especial o Professor Marcelo Soares, mais conhecido como Marcelo Korfebol por sua luta em divulgar o Korfebol Brasileiro.

Feliz dia 1º Setembro

terça-feira, 30 de agosto de 2016

TORNEIO DE KORFEBOL BRASILEIRO - FACULDADES INTEGRADAS JACAREPAGUÁ


Estaremos realizando torneio de Korfebol no dia 31 de agosto de 2016, nas faculdades integradas Jacarepaguá.

Importante ressaltar que o KORFEBOL BRASILEIRO, não tem nada haver com o Korfball/Corfebol praticado no resto do mundo e promovido pela International Korfball Federation ou pela Federação Portuguesa de Corfebol, do qual fomos parceiros  de 1998 até 2012.

Temos uma linha de pensamento bem diferente dos demais países praticantes de Korfball no mundo. Aqui no Brasil realizamos trabalho social pedagógico onde a competição não é o principal objetivo e sim apenas uma estratégia de divulgação.

Realizamos o Korfball que foi criado por Nico Broekhysen em 1902, com diversas modificações para que todos tenha acesso ao jogo, que pode ser um esporte e que pode ser também uma dinâmica.

O Korfebol brasileiro se adapta a realidade de quem o joga, é bem flexível em suas regras e já criamos diversas maneiras de se jogar Korfebol Brasileiro.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PARTICIPE PESQUISA KORFEBOL BRASILEIRO



Olá amigos do KORFEBOL BRASILEIRO !

Saudações.

Gostaria de convidar a todos para participarem da pesquisa do KORFEBOL BRASILEIRO, que estamos desenvolvendo sobre a orientação do Professor Marcelo Soares, mais conhecido como "Marcelo Korfebol"

O objetivo da pesquisa é caracterizar as pessoas que conhecem o korfebol brasileiro e fazer um paralelo da Educação Física escolar, com os Esportes cooperativos Esportes competitivos (tradicionais) e Esportes Alternativos (Desconhecidos da nossa cultura).

Link da Pesquisa

https://goo.gl/forms/xgBhMANlRtPwNiCi2

Estaremos realizando encontros, torneios, cursos e palestras.

Professor Marcelo Soares está desenvolvendo diversas formas de se jogar Korfebol brasileiro, para que o esporte se torne cada vez mais acessível a todos.

Na certeza de poder contar com sua contribuição participando de nossa pesquisa, nos despedimos.

FORTE ABRAÇO

KORFEBOL BRASILEIRO.

"TEM QUE QUERER"

domingo, 21 de agosto de 2016

Rio Mayor Eduardo Paes admits about Paralympics: "Virtually no ticket sold"

Divulgação RMC

Daniel Lisboa
The UOL, in Rio de Janeiro
In the same press conference given this morning (19), in which Eduardo Paes spoke of "contempt" when referring to American swimmers involved in confusion at a gas station, the mayor of Rio drew attention also to the uncomfortable situation of Paralympics so far.

Asked about the contribution of about 150 million reais that the city probably need to do for the event, Paes admitted that part of the deficit is due to the low demand for tickets for the Paralympics so far.

He said that "virtually no" ticket was sold so far, but he hopes a change in the excitement of the Brazilians with the event when disputes approach. This would alleviate the need for the city to bear the costs of the event.

The mayor of Rio, however, said that such a possibility (use of public resources in the Olympics and Paralympics) was already a possibility provided for in the contract. He also said that the 150 million reais are not as significant in the total expenditure of about 8 billion of real games, mostly funded by private enterprise.

Paes returned to say that you should not compare the Olympic legacy of Rio with the cities of developed countries. With the governor of Tokyo, Yuriko Koike, who is on a river for the passage of the Olympic flag and attended the news, the mayor joked remembering that Rio won the bid to host the games this year precisely because Tokyo was "the perfect city" and Rio still had "many problems to solve."

Paes said the governor came to know the "tropical way" of doing things, which sometimes "can get a little crazy."

The mayor of Rio even made a joke after Yuriko Koike explain, almost solemnly, why be wearing kimono. The governor spoke about the symbolism of the costume to the Japanese culture and hospitality when Paes took the floor and apologize for not being dressed in "carioca samba".



Divulgação RMC




Daniel Lisboa
Do UOL, no Rio de Janeiro

Na mesma entrevista coletiva, concedida nesta manhã (19), em que Eduardo Paes falou em "desprezo" ao se referir aos nadadores americanos envolvidos em confusão em um posto de gasolina, o prefeito do Rio chamou atenção também para a situação pouco confortável das Paraolimpíada até agora.

Questionado sobre o aporte de cerca de 150 milhões de reais que a prefeitura provavelmente precisará fazer para o evento, Paes admitiu que parte do déficit se deve à pouca procura por ingressos para as Paraolimpíadas até o momento.

Ele disse que "praticamente nenhum" ingresso foi vendido até então, mas que espera uma mudança na empolgação dos brasileiros com o evento quando as disputas se aproximarem. Isso aliviaria a necessidade da prefeitura arcar com os custos do evento.

O prefeito do Rio, entretanto, disse que tal possibilidade (uso de recursos públicos nas Olimpíadas e Paraolimpíadas) já era uma possibilidade prevista em contrato. Ele disse também que os 150 milhões de reais não são tão significativos dentro do gasto total de cerca de 8 bilhões de reais dos jogos, em sua maioria custeados pela iniciativa privada.

Paes voltou a afirmar que não se deve comparar o legado olímpico do Rio com o de cidades de países desenvolvidos. Com a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, que está no rio para a passagem da bandeira olímpica e participou da coletiva, o prefeito brincou lembrando que o Rio ganhou a disputa para sediar os jogos neste ano justamente porque Tóquio era "a cidade perfeita" e o Rio ainda tinha "muitos problemas a resolver".

Paes disse que a governadora veio conhecer o "jeito tropical" de fazer as coisas, que às vezes "podem ficar um pouco doidas".

O prefeito do Rio ainda fez uma piada após Yuriko Koike explicar, de maneira quase solene, o porquê de estar vestindo quimono. A governadora falava sobre a simbologia do traje para a cultura japonesa e sua hospitalidade quando Paes pediu a palavra e desculpas por não estar vestido de "sambista carioca".

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

IOC vice president breaks the protocol and says the RIO 2016 organization is pitiable

John Coates, vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI) desde os anos 70, disse que a RIO 2016 é a Olimpíada mais difícil já realizada até hoje

Coates já havia alertado que a organização era “a pior” que ela já havia visto.



Em entrevista para a BBC, ele confirmou (novamente) que a situação é lastimável.

“Tem sido muito difícil. Os Jogos mais difíceis que temos encontrado em termos da situação econômica e política”, disse.

“Quando o Rio foi escolhido em 2009, o país era ‘quase’ uma potência econômica. Agora, eles estão sofrendo”, disse Coates.

Transporte, segurança, cor da água das piscinas, filas, ingressos, locais vazios, situação dos voluntários e problemas operacionais têm deixado membros do COI de cabelos em pé.

O próprio diretor de Comunicação do Rio-2016, Mario Andrada, tem pedido desculpas pelas falhas quase que diariamente.

Hoje (11) mesmo Andrada admitiu que a Rio-2016 poderia ter “feito melhor”.

“Aprendemos e vamos fazer melhor para os futuros grandes eventos no Brasil”, disse Andrada.
Jogos no Rio são os 'mais difíceis da história', diz vice-presidente do COI

APImage copyrightAP
Image captionPara John Coates realizar os Jogos no Rio 'foi uma luta'

O vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional, John Coates, afirmou em entrevista à BBC que a situação política e econômica do Brasil fez dos Jogos do Rio "os mais difíceis da história".

"Tem sido muito difícil, esses têm sido os Jogos mais difíceis que tivemos, em termos de política e economia. Foi uma luta", afirmou, alegando que boa parte da organização ficou para a última hora e que muitos ingressos não foram vendidos.

Os Jogos do Rio ocorrem meio a uma crise econômica ainda em curso, ao processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff e foram precedidos pela turbulenta transição para o governo do presidente interino Michel Temer.

Também houve diversos protestos durante a passagem da tocha - os manifestantes tentavam apagá-la pedindo investimentos em outras áreas que não a Olimpíada.

"Sete anos atrás, quando eles (Brasil) foram selecionados, estavam prestes a ter o 5º maior PIB do mundo e agora estão em 74º. Você sabe o resto, tem sido uma luta por causa das questões financeiras e do apoio exigido de todos os níveis de governo", disse Coates.

Na verdade, o PIB brasileiro é o 9º maior do mundo, segundo ranking do Banco Mundial atualizado no final de julho. Não está claro se Coates foi irônico em sua comparação ou se misturou PIB com PIB per capita, ranking no qual, segundo a mesma fonte, o Brasil posiciona-se pouco acima da 70ª posição.

Segundo ele, houve falta de comunicação entre os diferentes entes governamentais e, se não fosse o apoio do prefeito do Rio, Eduardo Paes, os Jogos não teriam acontecido.
Ingressos

Coates também se disse desapontado com o descumprimento da promessa de que ingressos não vendidos seriam distribuídos para comunidades e crianças.Image captionCoates lamenta os eventos com pouco público e diz que 'queria que tivesse mais torcida'

"Queria que tivesse mais torcida, a gente achava que eles estavam distribuindo ingressos para pessoas pobres e crianças de escola, mas ainda não os vimos nos locais de competição, o que é uma decepção."

Diversas arenas dos Jogos têm ficado vazias, assim como foi observado em Londres 2012. Há ingressos - normalmente os mais caros - que não foram vendidos e muitas entradas dadas a patrocinadores que não são usadas.

Coates afirmou também que o COI está enfrentando problemas diários no Rio, citando o caso de um atleta do rúgbi da Nova Zelândia.

"Tivemos um problema ruim com Sonny Bill Williams, que se machucou ontem e o motorista da ambulância não sabia onde era o hospital", contou.

Apesar de tudo isso, ele afirma que o COI não se arrepende de trazer os jogos para a América do Sul pela primeira vez.

"Estamos felizes com a decisão de levar os Jogos para a América do Sul. É importante espalhar os Jogos, mesmo que tenha sido um desafio maior do que esperávamos."
Preparativos

Coates é o mesmo que, há dois anos, disse que os preparativos para os Jogos eram os "piores" que ele já havia visto.Image captionA sujeira da Baía de Guanabara ainda é problema

"Acho que a situação é pior do que em Atenas (em 2004). Até agora, os preparativos da capital grega haviam sido os piores que eu já vi", afirmou na ocasião.

Ele disse que a situação era crítica e que o COI seria obrigado a tomar medidas "sem precedentes" para assegurar que a competição acontecesse.

Coates, que foi chefe do comitê organizador local da Olimpíada de Sydney, em 2000, logo voltou atrás.

Dois dias depois, em nota, ele disse que acreditava que a cidade sediaria uma "excelente Olimpíada".

O esforço, aparentemente, fora uma estratégia interna do COI para reduzir o mal-estar com os organizadores locais.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Uma imagem muitas vezes fala mais do que 1000 palavras...

A picture often says more than 1000 words ...



IOC president - THOMAS BACH criticizes Brazilian fans: "Unacceptable" - Comportamento da Torcida Brasileira criticado por Thomas Bach




After the boos Thiago Braz Brazilian rival during the race the pole vault and the awards ceremony, Thomas Bach says that behavior in the stands was shocking and not in line with the Olympic spirit.

Frenchman Renaud Lavillenie was moved to tears on the podium, after being booed by the Brazilian fans

The president of the International Olympic Committee (IOC) Thomas Bach criticized on Tuesday (16/08) the boos from the Brazilian crowd to the French Renaud Lavillenie, who lost the gold medal in the pole vault for the Brazilian Thiago Braz.

French was booed during the competition and also the next day, the ceremony of the medals, while Thiago was feted as an Olympic hero in Brazil. Lavillenie came to cry during the ceremony. "I do not wish that on anyone," he said.

After losing the race's pole vault to Thiago on Monday, Lavillenie criticized the boos received by fans and compared his situation to the American athlete Jesse Owens at the 1936 Olympics in Berlin during the Nazi regime. He later apologized for the statement.

Bach said he was appalled by the boos during the awards ceremony. "Shocking behavior of the audience booing Renaud Lavillenie on the podium. Unacceptable for the Olympics, "he said on Twitter.

As the crowd booed, Thiago tried to call for calm and the fans applauded the delivery of the silver medal Lavillenie. "I talked to him a little after the podium. I asked people to applaud because, like it or not, it is a mirror for me. If he had not done 5.89 meters I would not have passed to 6.03 meters, "said the Brazilian.

Upon receiving the silver medal, the French could not hold back the tears "I held until the time that he could not," he said. Shortly after, he was comforted by the Brazilian and the jumping legend with stick, Sergei Bubka, who is now an IOC member.

The behavior of the Brazilian fans is the subject of debate since the beginning of the Games, it was approached pelosprincipais foreign media and has divided competitors. While some athletes praised the atmosphere in arenas and stadiums, other, sports that depend more on the concentration proved bothered.





French vaulter compares boos with Nazi Games 1936, apologizes then but reiterates criticism of the public
The German press highlights on Tuesday (16/08), the 11th Olympic Games, the public just who witnessed the unprecedented gold Thiago Braz in the proof of pole vault; complaints from French rival Renaud Lavillenie; and outlines a ranking of fictional countries, which goes beyond the medals.

Süddeutsche Zeitung: A Brazilian flies to gold - and no one is present

"The bouncer Thiago Braz held the race of his life and surpassed the mark of 6.03 meters. However, he gave the victory lap in an almost empty stadium. Yesterday, 56,437 people came to see the Usain Bolt show. By Thiago Braz came only ten thousand spectators.

But when Thiago Braz broke the Olympic record, the audience screamed as if someone had been shot from a cannon through the entire stadium, as if someone had tamed wild animals and presented somersaults quintuplets a trapeze. The crowd shouted the name of Thiago - and is in the imagination as would have been if the stadium was packed with 56,437 people.

Athletics has more show to offer besides the 100 meters male shallow. Athletics has energy and vibrancy - and at the right time, a Brazilian jumping more than six meters. "

SPIEGEL: Public boo - Lavillenie compared with 1936

"The French vaulter Renaud Lavillenie compared the boos of the Brazilian fans with past experience by Jesse Owens in Berlin Nazi Games. Shortly after, he apologized for the statement.

'In 1936, the crowd was against Jesse Owens' Lavillenie said. 'Since then, we had never seen anything like this.' In Berlin Games, the US black sprinter won four gold medals, something that was contrary to the world view of Nazi Germany. "That was a big mistake on my part. They were my first words after the race. Clearly that can not be compared, "said the French later.

However, he did not back down in his wrath on public behavior. 'I understand that they were favorable to Thiago, but do not understand the total lack of respect for opponents' Lavillenie told French sports daily L'Equipe. It would be better if 'they had stayed at home in front of televisions and left coming to the stadium people who like to watch sports. "

Olympic champion Thiago Braz one hand appreciated the enthusiasm of the Brazilian public, but also saw exaggerations. 'The crowd supported me a little too much, "he said. 'I had to concentrate on technique and forget'. "

Die Welt: "I have done nothing to Brazilians"

"The French vaulter Renaud Lavillenie felt insulted and complained of disrespect: 'It's terrible to have to experience something like the Olympics. I did nothing to the Brazilians'.

After Lavillenie was still booed during the race, he caused the public before the final and decisive try pointing the thumb down. 'I wanted to show people that they were not in a football stadium. There is no place for it [booing] in athletics, "he said. "Thiago is strong. He had the whole stadium supporting. I'm a little disappointed that there has not been fair play on stage '. "

Die Zeit: A fairer medals table

"In the official count of medals, only precious metals achievements are taken into account. That monotonous! Our version includes the ten first places of each mode. The results are fairer, but also amazing. Olympic champion receives ten points, followed by the tenth place, which also adds a point. "

In the daily count, the US follow absolute leaders, but followed by China - the medals table, the second place is currently the UK. Brazil, for example, would rise four positions, occupying the 11th place. Amazingly, for example, the performance of Ukraine, which would rise 22 incredible positions. Germany would drop from fifth to sixth place.



Saltador francês Renaud Lavillenie durante a prova final do salto com vara nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro


Após vaias ao rival do brasileiro Thiago Braz durante a prova do salto com vara e na cerimônia de premiação, Thomas Bach diz que comportamento nas arquibancadas foi chocante e não está de acordo com espírito olímpico.

O francês Renaud Lavillenie foi às lágrimas no pódio, após ser vaiado por parte da torcida brasileira

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, criticou nesta terça-feira (16/08) as vaias da torcida brasileira ao francês Renaud Lavillenie, que perdeu a medalha de ouro do salto com vara para o brasileiro Thiago Braz.

O francês foi vaiado durante a competição e também no dia seguinte, na cerimônia de entrega das medalhas, enquanto Thiago era festejado como um herói olímpico do Brasil. Lavillenie chegou a chorar durante a cerimônia. “Não desejo isso a ninguém”, disse.

Após perder a prova do salto com vara para Thiago na segunda-feira, Lavillenie criticou as vaias recebidas pelos torcedores e comparou sua situação à do atleta americano Jesse Owens na Olimpíada de 1936 em Berlim, durante o regime nazista. Mais tarde, ele se desculpou pela declaração.

Bach se disse estarrecido com as vaias durante a cerimônia de premiação. “Comportamento chocante do público vaiar Renaud Lavillenie no pódio. Inaceitável para os Jogos Olímpicos”, afirmou, no Twitter.

Enquanto o público vaiava, Thiago tentava pedir calma aos torcedores e aplaudiu a entrega da medalha de prata a Lavillenie. “Conversei com ele um pouco depois do pódio. Pedi que as pessoas o aplaudissem porque, querendo ou não, ele é um espelho para mim. Se ele não tivesse feito 5,89 metros eu não teria passado para 6,03 metros”, disse o brasileiro.

Ao receber a medalha de prata, o francês não conseguiu conter as lágrimas “Segurei até o momento em que não podia mais”, disse. Pouco depois, ele seria consolado pelo brasileiro e pela lenda do salto com vara, Sergei Bubka, que atualmente é membro do COI.

O comportamento da torcida brasileira é tema de debate desde o início dos Jogos, foi abordado pelos principais meios de comunicação estrangeiros e vem dividindo competidores. Enquanto alguns atletas elogiaram a atmosfera em arenas e estádios, outros, de esportes que dependem mais da concentração, se mostraram incomodados.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Taís Vilela/UOL



Carlos Arthur Nuzman, president of Rio 2016 Committee, President of the Brazilian Olympic Committee



"Rubbish". So the District Attorney Marsha Leandro, coordinator of the working group MPF (Federal Public Ministry) aimed at monitoring the Olympics, qualifies the transparency of the Organizing Committee of Olympic Games Rio 2016.

OVER OLYMPICS

Marsha is the one responsible for action to bar the injection of public money in the organ. The transfer, which can reach $ 270 million, is taken by the organizers of the Rio 2016 Games as essential to the achievement of the Paralympics, which starts on the 7th.

In an interview with UOL Esporte, Mitidieri contested that this financial aid is essential for the Special Olympics. He also pointed out that no doubt would be hovering over the Paralympics if the Rio 2016 Committee adopted a simple measure: disclose all your accounts.

"The injunction of Justice has a simple-minded condition: to receive public funds, the Rio 2016 Committee have to open accounts," said Marsha. "The committee did not understand that when conducting a public event, with public funds, you need to be accountable. Its transparency is bad. "

Justice vetoes transfers

The injunction on which said the prosecutor was granted last Friday (12) by the Federal Court, at the request of the MPF. After prosecutors Mitiediri working group open a case against the Rio 2016 Committee, the city and the federal government, the Justice held that the Rio Games can not get pubic resources while event organizers not to disclose effectively as are gaining for hold the Olympics and Paralympics.

For Mitiediri, the charge is correct. more as yet, no published accounts, it is impossible to know if it is even necessary for the government to take more Olympic accounts putting money in Rio 2016 Committee, a private body. "We need to know the money that came with the tickets, sponsorship contracts and others. You need to know what actually went to see if there really deficit [lack of money], "said the prosecutor, demonstrating support for the court decision.

Olympic accounts billionaires

The prosecutor noted that the Rio 2016 Committee announced in 2014 it would spend US $ 7 billion to the Rio Games After two years, it was readjusted:. R $ 7.4 billion.

Until days ago, organizers of the Olympics and Paralympics said would not need pubic money to pay this bill. Said ticket sales and sponsorships would be enough to raise the required for the Games.

Paralympics at risk?

Since the beginning of the month, however, the situation changed. Today, Rio-2016 sources admit they need public funds. They point out that without the support, the Paralympics is at risk.

Mitiediri not believe in this discourse. For him, it is only pressure committee and government on the judiciary. He cites figures to confirm that there will be Paralympics with or without public funds in the Organizing Committee of Rio 2016.

"To say that there will be Paralympics is an argument of the catastrophic type to try to influence the decisions of the judiciary," said the prosecutor. "You can not say that because the promised aid is only 4% of the budget committee [R $ 270 million of R $ 7.4 billion budget]."

Committee Rio-2016 uses

The Organizing Committee of the Rio 2016 appealed the injunction that prevents the public investment in the agency on Monday (15). On the same day, the court decided to deny the appeal.

Because of the legal battle over the Olympic all, the Organizing Committee has not talked about your finances. Mario Andrada, communications director of the agency, has stated that they are more transparent than private Brazilian companies.

City of Rio and the federal government also study appeals against the injunction to can invest in the committee. Paes on Monday said that the help of the municipality to the Paralympics can reach $ 150 million.





Vinicius Konchinski

Do UOL, no Rio de Janeiro

“Péssima”. Assim o procurador da República Leandro Mitidieri, coordenador do grupo de trabalho do MPF (Ministério Público Federal) voltado à fiscalização da Olimpíada, qualifica a transparência do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio-2016.

MAIS DE OLIMPÍADAS

Mitidieri é um dos responsáveis pela ação que barra a injeção de dinheiro público no órgão. O repasse, que pode chegar a R$ 270 milhões, é tido pelos organizadores dos Jogos Rio-2016 como essencial para a realização da Paraolimpíada, que começa no dia 7.

Em entrevista ao UOL Esporte, Mitidieri contestou que essa ajuda financeira seja primordial para os Jogos Paralímpicos. Lembrou ainda que nenhuma dúvida estaria pairando sobre a Paraolimpíada caso o Comitê Rio-2016 adotasse uma medida simples: divulgasse todas as suas contas.

“A liminar da Justiça tem uma condição simplória: para receber recursos públicos, o Comitê Rio-2016 tem que abrir as contas”, explicou Mitidieri. “O comitê não compreendeu que, ao realizar um evento público, com recursos públicos, é preciso prestar contas. Sua transparência é péssima.”
Justiça veta repasses

A liminar sobre a qual se referiu o procurador foi concedida na última sexta-feira (12) pela Justiça Federal, a pedido do MPF. Após procuradores do grupo de trabalho de Mitiediri abrirem um processo contra o Comitê Rio-2016, a prefeitura e o governo federal, a Justiça entendeu que os Jogos do Rio não pode receber recursos púbicos enquanto os organizadores do evento não divulgarem efetivamente quanto estão ganhando para realizar a Olimpíada e a Paraolimpíada.

Para Mitiediri, a imposição é correta. Ainda mais porque, sem contas divulgadas, é impossível saber se é mesmo necessário que o governo assuma mais contas olímpicas colocando dinheiro no Comitê Rio-2016, um órgão privado. “Precisamos saber o dinheiro que entrou com os ingressos, contratos de patrocínio e outros. É preciso saber efetivamente o que entrou para saber se há realmente déficit [falta de dinheiro]”, afirmou o procurador, demonstrando apoio à decisão judicial.
Contas olímpicas bilionárias

O procurador lembrou que o Comitê Rio-2016 anunciou em 2014 que gastaria R$ 7 bilhões com os Jogos do Rio. Após dois anos, esse valor foi reajustado: R$ 7,4 bilhões.

Até dias atrás, organizadores da Olimpíada e Paraolimpíada afirmavam não precisariam de dinheiro púbico para pagar essa conta. Diziam que a venda de ingressos e patrocínios seria suficiente para levantar o necessário para os Jogos.
Paraolimpíada em risco?

Desde o início do mês, entretanto, a situação mudou. Hoje, fontes do Comitê Rio-2016 admitem que precisam de recursos públicos. Ressaltam que, sem o apoio, a Paraolimpíada está em risco.

Mitiediri não crê nesse discurso. Para ele, não passa de pressão do comitê e de governo em cima do Judiciário. Ele cita números para ratificar que haverá Paraolimpíada com ou sem recursos públicos no Comitê Organizador da Rio-2016.

“Dizer que não haverá Paraolimpíada é um argumento do tipo catastrófico para tentar influenciar as decisões dos órgãos judiciais”, afirmou o procurador. “Não dá para dizer isso porque a ajuda prometida é de apenas 4% do orçamento do comitê [R$ 270 milhões dos R$ 7,4 bilhões do orçamento].”
Comitê Rio-2016 recorre

O Comitê Organizador da Rio-2016 recorreu da liminar judicial que impede o investimento público no órgão na segunda-feira (15). No mesmo dia, a Justiça decidiu negar o recurso.

Por conta da batalha judicial sobre as contas olímpicas, o Comitê Organizador não tem falado sobre suas finanças. Mario Andrada, diretor de Comunicação do órgão, já declarou que elas são mais transparentes do que de empresas privadas brasileiras.

Prefeitura do Rio e governo federal também estudam recursos contra a decisão liminar para pode investir no comitê. Paes, na segunda, disse que a ajuda do município à Paraolimpíada pode chegar a R$ 150 milhões.Taís Vilela/UOL

domingo, 14 de agosto de 2016

Dia dos Pais no Brasil - Feliz dias dos Pais



Hoje e um dia muito especial para o Professor Marcelo Soares, mais conhecido como Marcelo Korfebol.
"DIA DOS PAIS", professor Marcelo Korfebol, perdeu seu pai quando tinha 1 ano de idade, não tendo convivido com ele.


O Korfebol Brasileiro homenageia todos os "papais" do Brasil.
Com a letra dessa linda canção de Fábio Jr.
Pai
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez
Pai
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz....
Pai
Pode crer
Eu tô bem eu vou indo
Tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer...
Pai
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você
Pai
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensina esse jogo da vida
Onde a vida só paga pra ver
Pai
Me perdoa essa insegurança
É que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu
Pai
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Pai
Você foi meu herói meu bandido
Hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz 
 
 
Today is a very special day for Professor Marcelo Soares, better known as Marcelo Korfebol.
"FATHER'S DAY", Professor Marcelo Korfebol, lost his father when he was 1 year old and has not lived with him.
The Brazilian Korfebol honors all the "daddies" of Brazil.
With the lyrics of this beautiful song by Fábio Jr.
Father
It may be that after some time
There is time for us to be more
Much more than two great friends
Father and son may
Father
It may be that here you feel
Anything between these twenty or thirty
Long years in search of peace ....
Father
Sure
I'm fine I'm going
I'm trying to live and asking
With crazy to you reborn ...
Father
I do not about being all
Just do not want and will not stay silent
To speak of love for you
Father
Sit here that dinner're at the table
Speaks a little your voice're so caught
Teaches us this game of life
Where life only pay to see
Father
Forgive me this insecurity
Because I'm not that kid
One day scared to death
In your arms you made secret
In your steps you I was more
Father
I grew up and there was no other way
I just want to lean back in your chest
To ask you to go home there
And play Grandpa with my son
The carpet in the living room
Father
You were my hero my bandit
Today it is much more than a friend
Neither you nor anyone're alone
You're part of this path
Today I follow in peace

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Rio 2016 and the self-esteem of Brazilians - Rio 2016 e a autoestima dos brasileiros


AUTOR
 
 

Amir Somoggi


É administrador de empresas formado pela ESPM, especializado em gestão esportiva pela FGV e pós-graduado em marketing esportivo pela Universidade de Barcelona. Mais de 19 anos de experiência na área de marketing, sendo os últimos 15 anos totalmente dedicados a projetos de consultoria em marketing, gestão e planejamento estratégico para clubes, patrocinadores e investidores do esporte. Foi responsável na última década em estudar e avaliar o mercado brasileiro de clubes de futebol com a produção de centenas de estudos sobre as finanças e o marketing dos clubes brasileiros e internacionais.

Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro mesmo com todas as dúvidas e problemas, produziram um efeito que nem todos imaginavam, o resgate da autoestima dos brasileiros. A cerimônia de abertura, muito elogiada em todo o mundo, mostrou a cultura brasileira e carioca com beleza e criatividade.

O efeito foi avassalador. Esse orgulho de ser brasileiro ficou muito claro nos dias que sucederam a abertura e não apenas no Rio, mas em outras cidades do Brasil. Esse sentimento de orgulho e felicidade da população é um dos principais legados dos megaeventos. Até mais do que a infraestrutura urbana.

Na Copa de 2006 na Alemanha muitos foram os impactos positivos do evento. O futebol alemão cresceu, o turismo se impulsionou e houve uma melhora em infraestrutura, especialmente na antiga Alemanha Oriental.

Contudo, o maior dos legados do evento foi o resgate da população alemã em empunhar sua bandeira e torcer pela seleção. Todos os estudos da época citam esse como o maior legado da Copa para o país.


A realização das Olimpíadas no Brasil, depois de uma Copa do Mundo gerou e ainda gera enormes preocupações sobre o volume de dinheiro investido. Qualquer imagem aérea do parque olímpico mostra que o Brasil terá que mudar muito sua política nacional de esporte para viabilizar tudo isso.


Para muitos, os custos da Rio 2016 já superam R$ 40 bilhões. Uma parte, será legado infraestrutural e de mobilidade para os moradores da cidade e que pode sem dúvida contribuir com a melhora da qualidade de vida da população.

Agora o ganho intangível que os megaeventos podem causar na autoestima e sensação de felicidade da população é uma realidade. Os Jogos do Rio conseguiram isso, a cerimônia de abertura conseguiu mexer com os brasileiros e gerar um sentimento positivo para todo o país.


Por outro lado, as filas, comida e bebida cara, a falta de comida e problemas com criminalidade e mobilidade são a nossa realidade até o momento.

Mas em termos mercadológicos está claro que a autoestima dos brasileiros melhorou com o evento.


Menos vaias, mais aplausos

Estou bastante incomodado com a falta de respeito e espírito olímpico dos torcedores nas arenas olímpicas. O excesso de vaias aos atletas de diferentes nacionalidades mostra como somos mal-educados. Nós brasileiros somos os anfitriões do evento e vaiar um atleta em uma Olimpíada ao invés de aplaudir seu esforço é péssimo. Por isso mais aplausos e menos vaiais nas arenas, por favor.

Rafaela Silva, o ídolo que precisamos

A medalha de ouro da judoca Rafaela Silva emocionou o Brasil. Rafa com seu ouro, sua trajetória e explosão de emoção com a vitória, é o ídolo que precisamos. De origem muito humilde, conseguiu graças ao trabalho da ONG Instituto Reação alcançar o topo do esporte, depois de ser eliminada nos Jogos de Londres 2012 e sofrer inúmeras ofensas, inclusive com atos racistas. Sofreu muito, mas com sua determinação e concentração deu a volta por cima e presenteou o Brasil com nossa primeira medalha de ouro e tamanha emoção. Um ídolo de verdade!

Marta, em seu devido lugar

 


Amir Somoggi

It is a business administrator graduated from ESPM, specializing in sports management from FGV and a graduate degree in sports marketing from the University of Barcelona. Over 19 years of experience in marketing, with the last 15 years fully dedicated to consulting projects in marketing, management and strategic planning for clubs, sponsors and investors of the sport. He was responsible in the last decade to study and evaluate the Brazilian market for football clubs with the production of hundreds of studies on finance and marketing of Brazilian and international clubs.

The Olympic Games in Rio de Janeiro even with all the questions and problems, produced an effect that not everyone thought the rescue of self-esteem of Brazilians. The opening ceremony, highly praised worldwide, showed the Brazilian culture and Rio with beauty and creativity.

The effect was overwhelming. This pride in being Brazilian became very clear in the days following the opening, not only in Rio, but in other cities of Brazil. This sense of pride and happiness of the population is a major legacy of mega-events. Even more than the urban infrastructure.

In the 2006 World Cup in Germany were many positive impacts of the event. German football has grown, tourism is boosted and there was an improvement in infrastructure, especially in the former East Germany.

However, most of the event's legacy was the rescue of the German population in wielding its flag to cheer selection. All studies of the time cite this as the greatest legacy of the World Cup for the country.


The holding of the Olympics in Brazil after the World Cup has generated and still generates huge concerns about the amount of money invested. Any aerial image of the Olympic Park shows that Brazil will have to change much your sport national policy to enable all this.


For many, the cost of 2016 have already surpassed R $ 40 billion. One part will be legacy infrastructural and mobility for residents of the city and can certainly contribute to the improvement of people's quality of life.

Now the intangible gains that mega-events can cause self-esteem and sense of happiness of the population is a reality. The Rio Games achieved this, the opening ceremony could tinker with the Brazilian and generate a positive feeling for the whole country.


On the other hand, the queues, food and drink expensive, lack of food and problems with crime and mobility are our reality so far.

But in marketing terms it is clear that the self-esteem of Brazilians has improved with the event.


Less boos, cheers more

I'm very uncomfortable with the lack of respect and the Olympic spirit of the fans in the Olympic arenas. Excess boos athletes from different countries shows how we are rude. We Brazilians are the hosts of the event and booing an athlete in the Olympics rather than applaud his effort is lousy. So more applause and less vaiais in arenas, please.

Rafaela Silva, the idol we need

The gold medal judoka Rafaela Silva moved Brazil. Rafa with his gold, his trajectory and burst of excitement with the win, is the idol we need. From very humble beginnings, he succeeded thanks to the work of the Reaction Institute NGO reach the top of the sport after being eliminated in the London 2012 Games and suffer numerous offenses, including racist acts. He suffered a lot, but with his determination and concentration gave back over and presented Brazil with our first gold medal and such emotion. A real idol!

Marta, in their place