sexta-feira, 23 de outubro de 2015

KORFEBOL BRASILEIRO E PROGRAMA PAPO DE RESPONSA


O Programa Papo de Responsa é um programa da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, que tem como público alvo de sua ação a interlocução com adolescentes e jovens. Seu principal espaço de atuação é junto às escolas de segundo segmento e ensino médio, públicas e privadas, na promoção do papo, um diálogo descontraído sobre prevenção às drogas, violência e o papel do policial na sociedade.

O programa, hoje, possui uma sede na Cidade da Policia e está vinculado a Delegacia de Combate às Drogas – DCOD.


 
 
 
 
 Professor Marcelo Soares (Korfebol brasileiro) e Beto Chaves e Inaldo (Coordenadores do Programa Papo de Responsa) estiveram reunidos no último dia 22 de outubro de 2015 na cidade da polícia, para tratar da parceria entre o programa e o Korfebol brasileiro. Aproveitando o Know How do professor Marcelo Soares em trabalhos realizados no sistema prisional do Rio de Janeiro, e também em 20 comunidades pacificadas do Rio de janeiro no projeto Mulheres da Paz.
 
O Korfebol brasileiro apoia o Programa Papo de Responsa, e em breve iremos estar participando do projeto e contribuindo para o sucesso esportivo do Programa. E também aproveitando para mostrar a diferença do Korfebol brasileiro para o resto do mundo, já que aqui, trabalhamos na perspectiva educacional e cooperativa. Bem diferente do cenário do esporte no exterior, que prioriza a competição e formação de "atletas", o que acaba afastando muitas pessoas da prática do Korfebol. No Brasil todos são bem vindos.
 
 
Papo de Responsa ‘conversa’ com 26 mil adolescentes em 2014

29 mil pessoas foram atingidas, entre diretores de escola, professores e estudantes

6/1/2015 – Ricardo França

Um golaço de responsa em ano de Copa doMundo. A analogia, traduz o resultadoalcançadopelo Programa Papo de Responsa em 2014, deacordo com os númerosrelatados no relatóriofinal de produtividade sobre as reuniõesrealizadas em 15cidades do Estado do Rio.

No total, 26.359 estudantes debateram compoliciais civis questões importantes e desituaçãode risco, como criminalidade, drogas, homofobiae crimes na internet. No total geral, 29.223pessoas foram atingidas pelo Programa Papo deResponsa no ano de 2014.

Segundo dados do relatório, no período de 5 defevereiro a 17 de dezembro de 2014, 311 Paposde Responsa foram realizados com alunos. Jácom docentes, foram feitas80 reuniõespedagógicas que contaram com a presençade 684 diretores,coordenadores e orientadorespedagógicos. O relatório revela que foramrealizados35 Papos de Responsa envolvendo1.308 professores.

Ao todo, 80 instituições de ensino e espaçosdiferentes receberam a metodologia PapodeResponsa, gerando um total de 426 encontros,que tiveram a presença de umpúblico total de 28.351 pessoas. Desse total, 31 instituiçõesparticulares de ensino e 36instituições públicasde ensino, além de outras quatro instituiçõesparticiparam doPrograma.

DOCENTES – Para a coordenadora de Estágiosdo Ensino Superior do InstitutoEstadual deEducação, professora Fátima Ornelas, oPrograma Papo de Responsa tem a importância,também, de ajudar a formar professores epedagogos com um “olhar forado ambienteacadêmico”.

“O Programa Papo de Responsa tem grandeimportância na formação dos nossosnovospedagogos e professores. O estudante depedagogia que participa do Papo deResponsatem a perspectiva de vislumbrar a Educação forado território da escola, em um programa que éda Polícia Civil. O Programa tem a característicade humanizar,foca o humano de cada pessoa,olha para os meninos e meninas não sob oparadigmadas drogas, mas olha para elas comopessoas”, salienta.

Quinze municípios receberam a visita doPapo de Responsa

As reuniões dos Papos foram realizadas em 15 cidades no Estado:Rio de Janeiro, NovaIguaçu, Niterói, Maricá, Barra Mansa, SãoGonçalo, Nilópolis, Sumidouro, IguabaGrande,Três Rios, Nova Friburgo, Mendes, Paracambi,Búzios e Mangaratiba.

CIDADE DA POLÍCIA –“Recebemos, também, no Espaço do Programa Papo de Responsa na Cidade da Polícia, 39 visitas de escolas e instituições parceiras, aproximando mais 872 cidadãos de nossas atividades”, relada o inspetor Beto Chaves, um dos idealizadores do Programa. “Foram contempladas seis das sete Regiões Integradas de Segurança Pública (RISP) e 25das 41 Áreas de Integradas deSegurançaPública (AISP)”, completa o inspetor Beto.

AVANÇO –Para o inspetor Beto, o ano de 2014 foi marcado pelo avanço do Programa Papo de Responsa na segurança cidadã. “No ano de 2014 alcançamos números expressivos no campo da segurança cidadã, nos relacionamos de forma positiva com a sociedade, especialmente os jovens em mais de 400 Papos de Responsa, despertando consciência crítica e sem dúvida alguma relações humanas de mais proximidade e generosidade”, avaliou o policial.

PARCERIA 2015 –De acordo com o inspetor Beto, este ano o foco do programa está voltado, também, para melhora dos métodos avaliativos qualitativos e para o crescimento interno, e na consolidação com a Polícia Civil do Espírito Santo.

“A fim de atuarmos mais fortemente em áreas com índices de vulnerabilidades sociais maiores, e na valorização das relações com a Polícia Civil do Espírito Santo, que já desenvolve suas atividades preventivas ligadas a juventude utilizando nossa metodologia com o Papo de Responsa Espírito Santo”, explicou.

HISTÓRICO – OPrograma Papo de Responsa trabalha com a prevenção contra a violência, e foi criado pela Resolução da Secretaria de Estado de Segurança (Seseg), nº 619, de 14 de novembro de 2012. Visa promover e articular ações de prevenção à violência, promover o diálogo com crianças e jovens acerca da violência; promover diálogos com outros grupos; apoiar a inserção da cultura de prevenção no âmbito da Polícia Civil.

OBJETIVOS – Entre os principais objetivos do Programa Papo de Responsa estão: Promover e articular ações de prevenção à violência, em especial, ao uso de drogas; Promover o diálogo com crianças e jovens acerca da violência; Promover diálogos com outros grupos, tais como lideranças comunitárias, gestores públicos, e educadores em suas mais diversas formas de atuar; Trabalhar junto aos Conselhos Comunitários de Segurança; Compor novas parcerias relevantes com o fim de ampliar e melhorar a metodologia utilizada para alcance de seus objetivos.
 
 
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