quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Main stadium in Brazil, Maracanã is abandoned and the target of shoplifting - Principal estádio do Brasil, Maracanã está abandonado e é alvo de furtos

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Rio Government commissioned a study on a new bidding process.
Reform of the stadium for the World Cup cost more than $ 1.3 billion.

The football season will begin this month, but the main stadium in Brazil is under no conditions of use. The situation in Maracanã is one of abandonment. And now the stadium, which has been used in the World Cup and the Olympics, is having stolen equipment and materials.

No owner, no law. This is the story that nobody imagined to tell of the Maracanã, reformed for the 2014 World Cup at a cost of more than $ 1.3 billion to the public coffers. Stage of great spectacles. The Rio Olympiad began and ended at the stadium.

Before the games, there was a lot of talk about Olympic legacy. But now, after the Olympics, accounts are made of what Rio de Janeiro's biggest sports heritage has already lost. Maracanã's lawn lost its color. There are chairs in the bleachers, but hundreds of them are dropped by the corners. Where we look, the image is that of neglect.

And since Tuesday, Maracanã is a police case. Officials at Sunset, the company responsible for stadium security, reported on the theft of two 46-inch LCD televisions, a copper fire hose pin and two copper busts. One of them, the journalist Mário Filho, who names Maracanã.

There are no images of internal TV circuit because there is no light in the stadium since December 30. Good Morning Brazil needed a few minutes in front of the stadium to see a man coming out of there with a bag full of cables removed from inside the Maracanã. Shortly afterwards, he was arrested by the police.

The stadium belongs to the state government of Rio. But in 2013, after a bidding, the commercial operation and administration were delivered for 35 years to the Maracanã S / A consortium. In March 2016, the consortium ceded Maracanã to the Rio 2016 Organizing Committee for the Olympics and Paralympics. And, at the time of the return, Maracanã S / A did not accept the stadium back. He judged that he was not in the same condition as he was.

"Rio 2016 needs to fulfill its obligations and it will fulfill the obligations, but these obligations have priority: we must pay the suppliers that have not yet been paid, we have to reimburse people for the tickets that we have not yet paid, Before being able to hire a new company to do a new job, "said Rio 2016 communication director Mário Andrada.

The consortium Maracanã S / A, which is led by the construction company Odebrecht, does not want to manage the stadium anymore. The Rio government commissioned a study on a new bidding process. The moment is alarming and the future uncertain.

Government of Rio is the biggest culprit for the abandonment of Maracanã24

Exactly one year ago, the concessionaire Maracanã S.A. disarticulated its performance in the most charismatic stadium on the planet. In 2016, Odebrecht and its consortium did not organize any games, either before or after the Olympics. Everyone knew that the concessionaire would jump off after Rio 2016. Exactly so, it anticipated the stadium's delivery to the Olympics committee and refused to receive it back after the Games.

The Rio 2016 Committee, the only one of the three responsible for leaving Maracanã to speak out, says it delivered the stadium better than it received. Your guilt also exists. Except that the guarantor of the committee was the State of Rio de Janeiro, owner of Mario Filho.

The owner's relationship with the concessionaire and the Rio 2016 committee is, barely comparing, like renting your home to two renters in a year and recovering it when it is degraded and frayed. I will give two hypotheses: 1. Let the rain fall and further ruin the residence; 2. Repair what is damaged and charge in court for the wrong done by the renters.

The aggravating factor in relation to the owner of Maracanã, the Rio government, is that the bidding process was full of mistakes, fault of whoever led it - the State itself. The only way out would be to make another licit process. What is in progress is different. Governor Pezão has created the commission that will evaluate if the new consortia led by CSM and Lagardère are in accordance with the rules of the initial bidding. If they are, they will compete in a resale process where Odebrecht will define the buyer.

Governor Pezão pretends to be blind, deaf and dumb. He does not speak, he does not listen, much less he sees Maracanã turned over to cockroaches. Your obligation is to take the reins of the process as soon as possible. To expedite, but not without first fulfilling what the state has to do: take care of the public good.

The great culprit of the neglect with Maracanã is the government of Luiz Fernando Pezão.

 
 

Federação carioca denunciou os furtos e cobrou atitude do governo do Rio em relação à administração do principal estádio do país.


O Maracanã, um dos templos do esporte mundial, está jogado às traças. O estádio, reformado para a Copa do Mundo de 2014 e para a Olimpíada de 2016, está abandonado, sem energia elétrica e com o gramado em péssimas condições. Nesta terça-feira, a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) revelou uma denúncia ainda mais alarmante: o Maracanã teria sido saqueado por criminosos que levaram diversos objetos, incluindo bustos de bronze históricos.

“A Federação de Futebol do Rio de Janeiro recebeu nesta manhã de terça-feira denúncias de furtos no Maracanã – extintores, mangueiras, televisores, bustos. A preocupação com o presente e o futuro do estádio só aumenta”, informa a Ferj em comunicado. A federação convidou os clubes cariocas para discutir o futuro do estádio e cobrou providências imediatas do governo do Estado.

“Depois de convidar os clubes para debater a utilização do templo do futebol no próximo dia 17, às 15h, a Ferj alerta o poder público para prover segurança ao estádio para evitar um saqueamento e sucateamento do maior palco mundial do futebol”, informou o presidente Ruben Lopes.
Presidente do TCE-RJ pediu dinheiro para aprovar edital do Maracanã, diz delator

O estádio Jornalista Mário Filho, construído para a Copa do Mundo de 1950, recebeu um investimento de 1,3 bilhão de reais do governo do Estado do Rio de Janeiro para ser modernizado para os megaeventos dos últimos anos. Depois da Rio-2016, porém, o estádio foi abandonado e sofre com problemas básicos de manutenção, enquanto aguarda a solução de um imbróglio judicial.

Entenda a confusão

O Maracanã é administrado pela Consórcio Maracanã, liderado pela Odebrecht, que pediu a rescisão do contrato que permite explorar o local. No entanto, tanto a concessionária quanto o governo jogaram a responsabilidade pela abandono do estádio no Comitê Rio 2016, considerando que a entidade organizadora da Olimpíada se responsabilizou por entregar o estádio em boas condições, da mesma forma como recebeu, em março de 2016.

A concessionária exige que o comitê faça reparos em áreas prejudicadas durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, como a cobertura, por exemplo. O comitê, por sua vez, tem dívidas milionárias com seus credores e o Estado se nega a ajudar.

O impasse envolvendo a administração do Maracanã vem deixando o estádio sem jogos. O último evento foi o amistoso organizado por Zico, ídolo do futebol brasileiro que tantas vezes brilhou no gramado. A Ferj agora busca dialogar com os clubes e encontrar soluções para que o estádio volte a receber partidas dos clubes cariocas.

No ano passado, apenas os dois jogos da decisão do Campeonato Carioca foram disputados no estádio, que passava por obras para utilização no Rio-2016. Após a Olimpíada e a Paraolimpíada, o Maracanã recebeu sete partidas oficiais, todas na reta final da temporada 2016, sendo quatro do Flamengo, duas do Fluminense e uma do Vasco.

Fonte: veja.com 
 

Governo do Rio é o maior culpado pelo abandono do Maracanã

Faz exatamente um ano que a concessionária Maracanã S.A. desarticulou sua atuação no mais carismático estádio do planeta. Em 2016, a Odebrecht e seu consórcio não organizaram nenhum jogo, nem antes nem depois da Olimpíada. Todo mundo sabia que a concessionária pularia fora depois do Rio 2016. Exatamente por isso, antecipou a entrega do estádio ao comitê da Olimpíada e recusou-se a recebê-lo de volta após os Jogos.

O Comitê Rio 2016, único dos três responsáveis pelo abandono do Maracanã a se pronunciar, diz que entregou o estádio melhor do que recebeu. Sua culpa também existe. Só que o fiador do comitê era o próprio Estado do Rio de Janeiro, proprietário do Mario Filho.

A relação do proprietário do estádio com a concessionária e com o comitê Rio 2016 é, mal comparando, como se você alugasse sua casa para dois locatários no período de um ano e, ao recuperá-la, a encontrasse degradada e destelhada. Restarim duas hipóteses: 1. Deixar a chuva cair e estragar ainda mais a residência; 2. Consertar o que está estragado e cobrar na Justiça os mal feitos dos locatários.

O agravante em relação ao proprietário do Maracanã, o governo do Rio, é que o processo de licitação foi repleto de erros, culpa de quem o conduziu – o próprio Estado. A única saída digna seria fazer outro processo lícitatório. O que está em andamento é diferente. O governador Pezão criou a comissão que avaliará se os novos consórcios liderados por CSM e Lagardère estão de acordo com as regras da licitação inicial. Se estiverem, concorrerão num processo de revenda emas que a Odebrecht definirá o comprador.

O governador Pezão se finge de cego, surdo e mudo. Não fala, não ouve e muito menos vê o Maracanã entregue às baratas. Sua obrigação é tomar as rédeas do processo o mais rapidamente possível. Agilizar, mas não sem antes cumprir o que cabe ao estado: cuidar do bem público.

O grande culpado do descaso com o Maracanã é o governo de Luiz Fernando Pezão.

 
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