sábado, 6 de agosto de 2016

Imprensa internacional destaca cerimônia de abertura da Olimpíada - International press highlights Olympics opening ceremony

'Washington Post' fez elogios e disse que brasileiros se prepararam por anos para a cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio

O “Washington Post” diz em sua chamada que o “Rio traz seu estilo sambista à cerimônia de abertura da Olimpíada de Verão”. O jornal lembra das dificuldades e más notícias nas preparações para os Jogos, mas conclui que “por uma noite, ao menos, o Rio de Janeiro expôs o que faz de melhor. Este é um país especialista em folia, que todos os anos enche suas ruas com uma alegria inebriada, dançarina de quem beija estranhos no Carnaval. A batida do samba, as plumas e lantejoulas, as modelos e atletas: os brasileiros se prepararam para a cerimônia de abertura durante anos”. 

'The New York Times' teve tempo real e espaço para comentários de leitores 

 O “New York Times” narrou a cerimônia de abertura em tempo real, através de seus enviados especiais ao Rio e espaço para comentários, inclusive com alguns brasileiros explicando a leitores de outros países o contexto de alguns trechos e homenagens.

O texto do jornal sobre a cerimônia, assinado por Simon Romero, afirma que "a cerimônia de abertura dos Jogos disfarçou feridas brasileiras por algumas horas e deixou o país celebrar sua história". Escreve também que "se há uma nação que precisa de um espetáculo inspirador neste momento, mesmo em forma de um exercício de relações públicas, é o Brasil".

Romero cita que o Brasil é o primeiro país sul-americano a receber a Olimpíada, em uma supreendente combinação de turbulência política e instabilidade econômica - sem se esquecer de citar a epidemia do vírus da zika, das águas poluídas e dos cortes no orçamento "tão profundos que as operações básicas tornaram-se tensas".

O correspondente do "New York Times" citou Alberto Santos Dumont como "o aristocrata bon vivant que brasileiros creditam ter inventado o avião" e elogiou o "orçamento-consciente" da cerimônia - que mesmo assim foi de "bom gosto" e "deslumbrante". Ele fez um contraponto com as cerimônias dos Jogos de Verão de Perquim (2008) e de Inverno de Sochi (2014), que China e Rússia usaram como uma "demonstração de força".


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O argentino 'Clarín' elogiou a cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio e a cidade anfitriã 


O argentino “Clarín” anuncia em sua manchete que o “Rio vibra com uma festa repleta de música, cores e esporte” e elogia a cerimônia e a cidade “por suas cores, por seus fogos de artifício, por sua música, por sua gente, pelo Cristo Redentor, aliás ao fundo como perfeito protetor, ícone universal de uma cidade na qual cabem vários mundos”. 

'The Guardian' teve tempo real sobre a cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio 


 
O britânico “The Guardian” também optou por uma cobertura em tempo real, e fez uma brincadeira mencionando um dos integrantes do grupo One Direction ao anunciar a entrada da delegação da Grã-Bretanha, “liderada por Andy Murray, o maior britânico vivo (aceite essa, Harry Styles)”.

Em suas considerações finais, o "Guardian" afirmou que a cerimônia da Rio 2016 foi "um interessante contraste com as últimas duas cerimônias de abertura". "O tema de Pequim 2008 foi a China é grande, o de Londres 2012 foi a Grã-Bretanha FOI grande. O tema de hoje? É melhor nós começarmos a fazer algo sobre o mei-ambiente ou nós talvez não tenhamos muitas Olimpíadas para celebrar no futuro".

O jornal citou a imagem do Cristo Redentor com o Maracanã ao fundo e os fogos de artifício iluminando-o: "Que visão". E elogia a "bela escultura giratória" que fica atrás da pira olímpica.

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O 'El País' destacou a presença da delegação espanhola na cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio 



O espanhol “El País” deu destaque em sua manchete para o desfile da delegação de seu país, encabeçada pelo tenista Rafael Nadal, e manteve um link em tempo real com comentários sobre a festa. O jornal publicou ainda uma galeria com fotos da cerimônia, sob o título “As imagens de uma festa em que o Brasil celebra sua diversidade”.

O jornal publicou uma análise afirmando que a cerimônia foi "um êxito para o Brasil", que "deixou de lado as diversas crises que vive o país". Apesar de toda a tensão, "durante mais de três horas, o Brasil se deu um respiro". "A crise política e a recessão econômica ficaram de fora no Maracanã", afirma a análise. "Houve orgulho, muito orgulho de ter feito, por parte de um país que tem tido poucos motivos para isso nos últimos meses".

O texto cita diversas homenagens da cerimônia, como as feitas a Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Athos Bulcão e "o titã da arquitetura" Oscar Niemeyer. "O Brasil demonstrou que tem motivos para o orgulho pátrio".
 
'Le Figaro'  teve tempo real sobre cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio 
 
 
Já o “Le Figaro” destaca a presença de seus correspondentes na Olimpíada e, em seu tempo real, diz que hoje o Maracanã é “o centro do mundo”, afirmando que todos os olhares se voltam para o estádio, que está protegido por um esquema impressionante.
The "Washington Post" says in his call that the "Rio brings his samba style to the opening ceremony of the Summer Olympics." The newspaper recalls the difficulties and bad news in the preparations for the Games, but concludes that "for one night, at least, the Rio de Janeiro has exposed what does best. This is a specialist country revelry that every year fills its streets with a giddy joy, dancer who kisses strangers in Carnival. The beat of samba, feathers and sequins, the models and athletes: Brazilians prepared for the years during the opening ceremony. "

The "New York Times" chronicled the opening ceremony in real time through their special envoys to Rio and space for comments, including some Brazilian explaining to readers from other countries the context of some sections and tributes.

The newspaper text of the ceremony, signed by Simon Romero, states that "the opening ceremony of disguised Brazilian wounds games for a few hours and left the country celebrate their history." He also writes that "if there is a nation that needs an inspiring spectacle this time, even in the form of a public relations exercise, it is Brazil."


Romero mentions that Brazil is the first South American country to host the Olympics in a surprising combination of political turmoil and economic instability - not forgetting to mention the epidemic virus zika, polluted waters and budget cuts "as deep that basic operations became strained. "

The correspondent of "New York Times" quoted Alberto Santos Dumont as "bon aristocrat vivant that Brazilian credited to have invented the airplane" and praised the "budget-conscious" of the ceremony - which even then was "good taste" and "stunning" . He made a counterpoint to the ceremonies of Perquim Summer Games (2008) and Sochi Winter (2014), which China and Russia used as a "show of force".

Argentinian "Clarín" announced in its headline that the "Rio buzzes with a party filled with music, color and sport" and praises the ceremony and the City "for its colors, for its fireworks, for his music, for his people by Christ the Redeemer, by the way to the bottom as perfect protection, universal icon of a city in which many worlds fit. "

The British "The Guardian" also opted for a real-time coverage, and made a joke mentioning one of the members of the Direction One group announcing the delegation of the entry of Britain, "led by Andy Murray, the British live longer (accepted this, Harry Styles) ".

In his closing remarks, the "Guardian" said the Rio 2016 ceremony was "an interesting contrast to the last two opening ceremonies." "The Beijing 2008 theme was China is great, the London 2012 was Britain WAS great. Today's topic? We better start doing something about mei environment or we may not have many Olympics to celebrate in the future".

The newspaper quoted the image of Christ the Redeemer with the Maracanã in the background and fireworks illuminating it: "What a sight." And praises the "beautiful revolving sculpture" which is behind the Olympic cauldron.

The Spanish "El Pais" has highlighted in its headline for the parade of the delegation of his country, led by tennis player Rafael Nadal, and maintained a real-time link with comments on the party. The newspaper also published a gallery with photos of the ceremony, under the title "Images of a party in which Brazil celebrates its diversity."

The newspaper published an analysis saying that the ceremony was "a success for Brazil," that "put aside the various crises facing the country." Despite all the tension, "for more than three hours, Brazil took a breather." "The political crisis and the economic recession left out at Maracana," says the analysis. "There was proud, very proud to have done by a country that has had a few reasons for this in recent months."

The text cites several honors ceremony, such as those made to Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Athos and "Titan architecture" Oscar Niemeyer. "Brazil has demonstrated that it has reasons for paternal pride."

But the "Le Figaro" highlights the presence of their counterparts in the Olympics, and its real-time, says today Maracanã is the "center of the world", saying that all eyes turn to the stadium, which is protected by a impressive scheme.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Fã Page do KORFEBOL BRASILEIRO CHEGA A 1500 CURTIDAS



Pois é, Galera do KORFEBOL BRASILEIRO com enorme prazer que venho até a página agradecer por isso!! Agradecer de coração cada curtida, cada comentário, cada carinho demonstrado de alguma forma, por nossos amigos OBRIGADO!!! (não canso de repetir)!!

E agora rumo aos 2.000?? Quem vai ajudar nessa??

Um super abraço no coração de cada um de vocês.


"TEM QUE QUERER"

MARCELO KORFEBOL



Well, KORFEBOL Brazilian friends with great pleasure that I come to the page thank you for it !! Thank heart each leathery, every comment, every affection shown in some way by our friends THANK YOU !!! (Not tire of repeating) !!

And now towards the 2000 ?? Who will help this ??

A super hug in the heart of each of you.

"HAVE TO WANT"

MARCELO KORFEBOL



Time de basquete da China fica em meio a tiroteio em via expressa do Rio - China's basketball team is in the midst of shooting in expressway Rio

Chineses postam foto de ambulante deitado durante tiroteio (Foto: Reprodução SporTV)

The men's basketball team of China was received in Rio de Janeiro in a pleasant way anything on the night of Wednesday. After landing at the international airport Galeao, the team was in the midst of a firefight between Red and Yellow Lines, near the set of Maré communities in the north of the city.
The bus was carrying, in addition to the players, the coaching basketball and journalists in the country. Athletes have used social networks to report the situation and posted photos street, they sell product on expressways, lying on the ground, curiously alongside a panel of the Rio 2016 Games.
According to the correspondent of SporTV in China, Tulius Marcius, the Chinese media has monitored security in Rio de Janeiro during the Olympics and has reported at least nine cases of robberies in the host city during the event. 


Ambulante deitado durante tiroteio próximo a painel dos Jogos (Foto: Reprodução SporTV)

O time de basquete masculino da China foi recebido no Rio de Janeiro de uma forma nada agradável na noite da última quarta-feira. Após desembarcar no aeroporto internacional do Galeão, a equipe ficou em meio a um tiroteio entre as Linhas Vermelha e Amarela, próximo ao conjunto de comunidades da Maré, na Zona Norte da cidade.

O ônibus levava, além dos jogadores, a comissão técnica de basquete e jornalistas do país. Os atletas usaram as redes sociais para reportar a situação e postaram fotos de ambulantes, que vendem produtos nas vias expressas, deitados no chão, curiosamente ao lado de um painel dos Jogos do Rio 2016.

De acordo com o correspondente do SporTV na China, Tulius Marcius, a mídia chinesa tem monitorado a segurança no Rio de Janeiro durante as Olimpíadas e já relatou ao menos nove casos de assaltos na cidade-sede no período do evento.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Korfebol Brasileiro na Radiomundialnews FM



O Professor Marcelo Soares, na última semana de Julho esteve presente a Rádio Mundialnews e levando 2 amigos do Korfebol Brasileiro, Professor José Paulo Neves e Fábio Tubino. Falou do seu trabalho com o Esporte que se torna cada vez mais brasileiro e mencionando o Simpósio de Marketing Esportivo Dinâmica.









quinta-feira, 28 de julho de 2016

O Sentido do Fracasso Olímpico - The sense of Olympic failure


The sense of Olympic failure
The Olympic project was conceived from the beginning as a huge bag of business opportunities to be realized through a Public-Private Partnerships

BY ANTONIO ENGELKE 28/07/2016 00:00
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Not surprisingly, the Olympic Village is being considered virtually uninhabitable by several foreign delegations, after cost five times more than expected. But the execution of the work of mistakes, though embarrassing for the image of Brazil abroad, are secondary. The principal, the issue that really matters to discuss - and we risk losing sight in the crossfire between fierce criticism of our chronic inability to "do well" and the naive appeal vainglorious of "hope for the success of Brazil" - the main, I was saying, is the political model that guided the design of the Olympic project as a whole.

After the Games, the Olympic Village will become a commercially baptized real estate development "Condominium Pura Island." In an interview published on the ESPN site in July 2015, the spokesman of Pura Island, Mauritius Cruz said: "The big surprise for athletes is the fact that a different concept of the previous Olympics. The usual proposal has always been to make the village as an accommodation, a simple thing like a low-income housing, which then becomes a legacy for the state to sell subsidized way for people who need housing. Here in Rio, we were given the suggestion to offer a villa in a better location, close to the Olympic Park, with more comfortable apartments, structured condominium near the beach and the lagoon, for delegations to see what is Rio. It made no sense put the village on the periphery. "

The speech is revealing in many ways. It is symptomatic that Cruz has assumed that the Olympic Village was built so that foreigners could see "what is the river." The assumption here is that the periphery is not Rio, but a kind of uncomfortable and irrelevant appendage of the city. When he states that "did not make sense to put the village on the outskirts," the question that must be asked is, did not make sense to anyone? For the government? For most of the population? Or the "partners" of private enterprise?

Built by a consortium (Carvalho Hosken and Odebrecht), the cost of R $ 2.9 billion financed by Caixa Econômica Federal, the apartments, which now earn the headlines for their precariousness, are now being marketed. Will be delivered to future owners, people who can enjoy the pleasure of living in a "structured condominium near the beach and the lagoon," from January 2017. As a real estate development for the rising middle class of the West Zone, you want comfort, but can not afford the exorbitant square meter of the South Zone, the Olympic Village does, in fact, perfect sense.

In other cities that hosted the Games, the construction of the Olympic Village was conceived as a way to recover deprived urban areas, so as to leave some substantive legacy for the population. In Rio, by contrast, the Olympic project was conceived from the beginning as a huge bag of business opportunities to be realized through public-private partnerships. The public interest, when contemplated, always in the background, and the Olympic Village is not the only example. To take the subway to the bar, which has 300 000 inhabitants, was spent almost R $ 10 billion in a work that does not meet the main urban mobility of Rio bottleneck (North and Baixada Zone). According to the Pereira Passos Institute, the daily total of passengers in public transport in the city is about 1.4 million people, including 1.3 million in bus. The subway could take 300,000 people to the beginning of bar - and only. Does not reach 25% of public transport journeys. But probably "made no sense" take advantage of the Olympics to implement a policy that would meet the increased demand for mobility in the city.

And so it produces a Rio increasingly exclusionary. Do not just indignation that accompanies the many allegations of overpricing in large works or irony accusing the mess of his execution. We must critically evaluate how little public interest is behind its design. Without this critical exercise, any debate about the legacy of the Olympics just does not make sense.

Antonio Engelke is a sociologist



Read more about this in http://oglobo.globo.com/opiniao/o-sentido-do-fracasso-olimpico-19797686#ixzz4FkdZjAiA
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O sentido do fracasso olímpico
O projeto olímpico foi desde o início concebido como um enorme saco de oportunidades de negócios a serem realizados por meio de Parcerias Público-Privadas
 
POR ANTONIO ENGELKE 28/07/2016 0:00
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Não surpreende que a Vila Olímpica esteja sendo considerada praticamente inabitável por diversas delegações estrangeiras, depois de ter custado cinco vezes mais que o previsto. Mas os equívocos de execução da obra, embora vergonhosos para a imagem do Brasil no exterior, são secundários. O principal, o problema que realmente importa discutir — e que arriscamos perder de vista em meio ao fogo cruzado entre a crítica ferrenha à nossa incapacidade crônica de “fazer bem feito” e o ingênuo apelo ufanista de “torcer pelo sucesso do Brasil” —, o principal, eu vinha dizendo, está no modelo de política que orientou a concepção do projeto olímpico como um todo.

Após os Jogos, a Vila Olímpica se transformará num empreendimento imobiliário batizado comercialmente de “Condomínio Ilha Pura”. Em entrevista publicada no site da ESPN em julho de 2015, o porta-voz do Ilha Pura, Maurício Cruz, afirmou: “A grande surpresa para os atletas será o fato de ser um conceito diferente das Olimpíadas anteriores. A proposta usual sempre foi fazer a Vila como um alojamento, uma coisa simples, como se fosse uma habitação popular, que depois vira um legado para o Estado vender de forma subsidiada para pessoas que necessitam de moradia. Aqui no Rio, foi dada a sugestão de oferecer uma Vila em uma localização melhor, perto do Parque Olímpico, com apartamentos mais confortáveis, condomínio estruturado, perto da praia e da lagoa, para as delegações verem aquilo que é o Rio. Não fazia sentido colocar a Vila na periferia”.

A fala é reveladora em vários aspectos. É sintomático que Cruz tenha assumido que a Vila Olímpica foi construída para que estrangeiros pudessem ver “aquilo que é o Rio”. O pressuposto aqui é que a periferia não é o Rio, mas uma espécie de apêndice incômodo e irrelevante da cidade. Quando afirma que “não fazia sentido colocar a Vila na periferia”, a pergunta que deve ser feita é: não fazia sentido para quem? Para o poder público? Para a maioria da população? Ou para os “parceiros” da iniciativa privada?

Construídos por um consórcio (Carvalho Hosken e Odebrecht), ao custo de R$ 2,9 bilhões financiados pela Caixa Econômica Federal, os apartamentos, que agora ganham as manchetes dos jornais por sua precariedade, já estão sendo comercializados. Serão entregues aos futuros proprietários, pessoas que poderão desfrutar do prazer de viver num “condomínio estruturado, perto da praia e da lagoa”, a partir de janeiro de 2017. Como empreendimento imobiliário para a classe média ascendente da Zona Oeste, que quer conforto, mas não pode pagar o exorbitante metro quadrado da Zona Sul, a Vila Olímpica faz, de fato, todo o sentido.

Em outras cidades que sediaram os Jogos, a construção da Vila Olímpica foi pensada como uma forma de recuperar áreas urbanas carentes, de modo a deixar algum legado substantivo para a população. No Rio, ao contrário, o projeto olímpico foi desde o início concebido como um enorme saco de oportunidades de negócios a serem realizados por meio de Parcerias Público-Privadas. O interesse público, quando cogitado, esteve sempre em segundo plano, e a Vila Olímpica não é o único exemplo disso. Para levar o metrô até a Barra, que tem 300 mil habitantes, foram gastos quase R$ 10 bilhões numa obra que não atende ao principal gargalo de mobilidade urbana do Rio (Zona Norte e Baixada). Segundo o Instituto Pereira Passos, o total diário de passageiros em transportes públicos no município é de cerca de 1,4 milhão de pessoas, sendo 1,3 milhão em ônibus. O metrô poderá levar 300 mil pessoas até o início da Barra — e só. Não chega a 25% das viagens em transportes públicos. Mas, provavelmente, “não fazia sentido” aproveitar a Olimpíada para implementar uma política que atendesse à maior demanda de mobilidade da cidade.

E assim se produz um Rio cada vez mais excludente. Não basta a indignação que acompanha as muitas denúncias de superfaturamento em obras de grande porte ou a ironia que acusa as trapalhadas de sua execução. É preciso avaliar criticamente o quão pouco de interesse público há por trás de sua concepção. Sem esse exercício crítico, qualquer debate sobre o legado da Olimpíada simplesmente não faz sentido.

Antonio Engelke é sociólogo



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American Journal criticizes water Guanabara Bay: 'Athletes will swim in the shit' - Jornal americano critica água da Baía de Guanabara: ‘Atletas vão nadar na merda’ - jornal-americano-critica-agua-da-baia-de-guanabara-atletas-vao-nadar-na-merda

American Journal criticizes water Guanabara Bay: 'Athletes will swim in the shit'


 Baía não foi despoluída para os Jogos


Experts healthcare heard by the American newspaper "The New York Times" advised the athletes who will compete in open water at the Olympic Games in Rio to "keep your mouth shut." The publication notes that, seven years ago, the Brazilian government has pledged to clean up the Guanabara Bay, where the sailing events will be held. However, scientists and environmental experts explain that today the place is even more contaminated.

The newspaper recalls the Brazilian government promises made seven years ago, contain residues that pollute the Bay of Guanabara, and also says that the authorities recognize that their efforts to treat the sewage have fallen far short of expectations.

A recent publication also reports that tests showed the presence of rotavirus in the water that cause diarrhea and vomiting. They also present a survey by the Federal University of Rio (UFRJ) on the beaches of Ipanema and Leblon, which also detected a high percentage of contamination.

- Foreign athletes will swim literally in human shit, and are at risk of contagion of a disease caused by all these bodies - said Dr. Daniel Becker, pediatricians heard by "The New York Times", adding: - It is sad, but also worrying.
Recently, a sailing team athlete of Germany spoke about his experience in training in Guanabara Bay.

- We have to keep my mouth shut when water is splashed - criticized Aphrodite Zegers.






Baía não foi despoluída para os Jogos



Especialistas da área de saúde ouvidos pelo jornal americano “The New York Times” aconselharam os atletas que competirão em águas abertas nos Jogos Olímpicos do Rio a “manter a boca fechada”. A publicação lembra que, há sete anos, o governo brasileiro se comprometeu a limpar a Baía de Guanabara, onde os eventos de vela serão realizados. No entanto, cientistas e especialistas em meio ambiente explicam que hoje o local está ainda mais contaminado.

O jornal recorda promessas do governo brasileiro, feitas há sete anos, de conter os resíduos que poluem a Baía de Guanabara, e diz também que as autoridades reconhecem que os seus esforços para tratar o esgoto têm ficado muito aquém do esperado.

A publicação relata ainda que recentes testes realizados apontaram a presença de um rotavírus na água que causam diarreia e vômitos. Eles apresentam também uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio (UFRJ) nas praias de Ipanema e Leblon, que também detectaram uma alta porcentagem de contaminação.

— Atletas estrangeiros vão nadar, literalmente, na merda humana, e estarão sob risco de contágio de uma doença causada por todos estes organismos — disse o Dr. Daniel Becker, pediatra brasileiro ouvido pelo “The New York Times”, que acrescenta: — É triste, mas também preocupante.

Recentemente, uma atleta da equipe de vela da Alemanha falou sobre sua experiência em treinamentos na Baía de Guanabara.

— Temos que manter a boca fechada quando a água é espirrada — criticou Afrodite Zegers.

Leia mais: http://extra.globo.com/esporte/rio-2016/jornal-americano-critica-agua-da-baia-de-guanabara-atletas-vao-nadar-na-merda-19791467.html#ixzz4FkTEwwfj



Mantenha os bandidos felizes no Rio, aconselha França aos turistas que vão à Olimpíada

 Porta-voz francês recomendou que turistas não andem nas ruas com objetivos de valor ou joias no Rio

 
BRASILIA (Reuters) - Worried about how to survive an assault during the Olympics in Rio? Have a ready cash in your pocket to keep the happy thief.
That's the advice that French visitors the way the games are getting your government to reduce the risk of injuring themselves in the notoriously dangerous Brazilian city.
Recommendations on safety of France speak for tourists walk in without jewels River streets or valuables and carry with them a score of 20 or 50 reais ready to be given to a burglar.

"The idea is that it is better not to resist an assault and it is always helpful to have a score of 20 or 50 reais to keep happy thief," said Thibaut Lespagnol, spokesman for the French embassy.
About half a million foreign tourists are expected in Rio for the first Olympic Games in South America between 5 and 21 August, and Brazil is employing 88,000 police and soldiers to protect them from terrorist threats and deter burglars.
Rio has a high level of crime, including pickpocketing and armed robberies, actions that can occur anywhere and at any time, say recommendations of the Department of North American State. Fraud with credit cards and scams at ATMs are also endemic, and visitors should check their accounts regularly because of possible unexpected withdrawals claim.

The colorful favelas of Rio's hills, drug trafficking and armed violence are common, although the program of "pacification" that installed police stations in some of them. They can be dangerous for curious visitors.

"Even the pacified favelas can be unpredictable and dangerous. American visitors ranging slums can put at risk," said the State Department.
(Anthony Boadle Reporting)

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 Porta-voz francês recomendou que turistas não andem nas ruas com objetivos de valor ou joias no Rio
  
BRASÍLIA (Reuters) - Preocupado sobre como sobreviver a um assalto durante as Olimpíadas no Rio? Tenha um dinheiro pronto no seu bolso para manter o ladrão feliz.
Esse é o conselho que visitantes franceses a caminho dos Jogos estão recebendo do seu governo para diminuir o risco de se ferirem na notoriamente perigosa cidade brasileira.
As recomendações sobre segurança da França falam para os turistas andarem nas ruas do Rio sem joias ou objetos de valor e para carregarem com eles uma nota de 20 ou 50 reais pronta para ser dada a um assaltante.
"A ideia é que é melhor não resistir a um assalto e é sempre útil ter uma nota de 20 ou 50 reais para manter o ladrão feliz”, disse Thibaut Lespagnol, porta-voz da embaixada francesa.
Cerca de meio milhão de turistas estrangeiros são esperados no Rio para os primeiros Jogos Olímpicos na América do Sul entre 5 e 21 de agosto, e o Brasil está empregando 88 mil policiais e soldados para protegê-los de ameaças terroristas e dissuadir os assaltantes.
O Rio tem um alto nível de criminalidade, que inclui batedores de carteira e assaltos armados, ações que podem ocorrer em qualquer lugar e a qualquer hora, dizem recomendações do Departamento de Estado norte-americano. Fraudes com cartões de crédito e golpes em caixas eletrônicos também são endêmicos, e visitantes devem checar as suas contas com regularidade por conta de possíveis retiradas inesperadas, afirmam.
Nas coloridas favelas dos morros cariocas, o tráfico de drogas e a violência armada são comuns, apesar do programa de “pacificação” que instalou postos policiais em algumas delas. Elas podem ser perigosas para visitantes curiosos.
"Mesmo as favelas pacificadas podem ser imprevisíveis e perigosas. Visitantes norte-americanos que vão as favelas podem se colocar em risco”, afirmou o Departamento de Estado.
(Reportagem de Anthony Boadle)


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terça-feira, 26 de julho de 2016

"Nossa arena foi entregue cheia de lixo", diz chefe da vela do Brasil - "Our arena was delivered full of garbage," says head of candle Brazil

 Sergio Moraes/Reuters



Our arena was delivered full of garbage," says head of candle Brazil

There is no other sport in which they talk so little sport. Ten days before the start of the Rio-2016, the main subject in the candle is not the preparation of the athletes, the level of rivals or a chance to medal. In the Brazilian team, the theme that dominates questions and answers in all contacts between athletes and journalists is still pollution in Guanabara Bay, where the competitions will be held in the Olympic Games this year. The remediation of at least 80% of the spot promise of Brazil when he applied to receive the mega sports event, but did not come close to being reached.

"Our arena was delivered full of garbage," lamented Torben Grael, 56, owner of five Olympic medals and current technical coordinator of the Brazilian sailing. "You have to try to avoid, but it is not always possible. It has garbage that is halfway up in the water and you do not see right. Sometimes there's something in the tide of currency and it is difficult to pass without taking anything. It is expected that everything goes right, as if by chance happened in the last two test events, "he added.

However, Torben avoided as it could Dirt Guanabara Bay: "I will not go in the trash theme. Please. I will talk about the team, and if there is another matter I will not talk more. We talked about garbage since Rio was chosen to host the Games and even before. We spoke ostensibly when it was still possible to do something. Now it is useless to talk trash. "

The theme also generated some discomfort among themselves Brazilian athletes. "A little. Indeed, it is such a beautiful sport, with strategy, tactics, equipment, on-board communication and a series of interesting variables. People could learn more and ask more about the sport and less on the Bay, which is an important point that must be cared for, "mused Isabel Swan, 32, the Nacra 17 class.

"It's dirt? Yes a lot. We are far from ideal. But I think it is far less than you talk. The dirt is very much in other parts of the Bay, not in competition rays. The chaos has passed, that scare. All are already training here for some time and have become accustomed. Today, the main concern is rain and wind. That's what we're focused. I've been sailing in Europe and had to keep drawing alga boat. Of course, the pollution is worse, but we'll find a way, "added Ricardo Winicki, 36, known as Bimba, who dispute the RS: X class.

Among the Brazilian athletes who will compete in sailing competitions in Rio 2016, the most forceful when talking about the subject Guanabara Bay was Martine Grael, 25, the 49er FX class. "It's shameful. We have a little ashamed, and deal with it is complicated. We went out to sail the best streaks in the world and we have to see this dirt here, "he pondered.

her partner A, Kahena Kunze, 25, chose to use the Bay as an example of the opportunities that Brazil lost beyond the Olympic Games: "They gave a lot and a lot of structure for the Games, but I'm asking, and for the country? What has improved in health, education? What is the true legacy of that? Me great concern the post-Games. We should also think about it anymore. "

Sergio Moraes/Reuters



Não há outra modalidade em que se fale tão pouco de esporte. A dez dias do início da Rio-2016, o assunto principal na vela ainda não é a preparação dos atletas, o nível dos rivais ou a chance de medalhas. Na equipe brasileira, o tema que domina perguntas e respostas em todas os contatos entre atletas e jornalistas ainda é a poluição na Baía de Guanabara, onde as competições serão realizadas nos Jogos Olímpicos deste ano. A despoluição de pelo menos 80% do local era promessa do Brasil quando se candidatou a receber o megaevento esportivo, mas não chegou nem perto de ser atingida.

“Nossa arena foi entregue cheia de lixo”, lamentou Torben Grael, 56, dono de cinco medalhas olímpicas e atual coordenador-técnico da vela brasileira. “Você tem de tentar evitar, mas nem sempre é possível. Tem lixo que fica à meia altura na água e que você não vê direito. Às vezes tem algo na divisa de maré e é difícil passar sem pegar alguma coisa. É esperar que dê tudo certo, como por acaso aconteceu nos dois últimos eventos-teste”, completou.

No entanto, Torben evitou o quanto pôde o assunto sujeira da Baía de Guanabara: “Eu não vou entrar no tema do lixo. Por favor. Vou falar sobre a equipe, e se não houver outro assunto eu não vou falar mais. A gente falou sobre lixo desde que o Rio foi escolhido como sede dos Jogos e até antes. A gente falou ostensivamente quando ainda era possível fazer alguma coisa. Agora é inútil falar de lixo”.

O tema também gerou algum incômodo entre os próprios atletas brasileiros. “Um pouco. De fato, é um esporte tão bonito, com estratégia, tática, equipamento, comunicação a bordo e uma série de variáveis muito interessantes. As pessoas poderiam conhecer mais e perguntar mais sobre o esporte e menos sobre a Baía, que é um ponto importante, que deve ser cuidada”, ponderou Isabel Swan, 32, da classe Nacra 17.

“Tem sujeira? Sim, muita. Estamos longe do ideal. Mas creio que seja bem menos do que se fala. A sujeira está muito em outras regiões da Baía, não nas raias de competições. O caos já passou, aquele susto. Todos já estão treinando aqui há algum tempo e se acostumaram. Hoje, a preocupação maior é com chuva e vento. É nisso que estamos focados. Já fui velejar na Europa e tinha que ficar tirando alga do barco. Claro que a poluição é pior, mas daremos um jeito”, adicionou Ricardo Winicki, 36, conhecido como Bimba, que disputa a classe RS:X.

Entre os atletas brasileiros que vão disputar competições de vela na Rio-2016, a mais contundente ao falar do tema Baía de Guanabara foi Martine Grael, 25, da classe 49er FX. “É vergonhoso. Temos um pouco de vergonha, e lidar com isso é complicado. Saímos para velejar nas melhores raias do mundo e temos que ver essa sujeira aqui”, ponderou.

A parceira dela, Kahena Kunze, 25, preferiu usar a Baía como exemplo das oportunidades que o Brasil perdeu para além dos Jogos Olímpicos: “Entregaram muita coisa e muita estrutura para os Jogos, mas eu fico perguntando: e para o país? O que melhorou em saúde, educação? Qual o verdadeiro legado disso? Me preocupa muito o pós-Jogos. Deveríamos pensar mais nisso também”.

domingo, 24 de julho de 2016

Jogos Olímpicos no Brasil - Uma vergonha total - Olympic Games in Brazil - A complete shame


 



 

Olympic Games in Brazil - A complete shame

CAMILA MATTOSO
SENT SPECIAL TO THE RIO

24/07/2016 2:00 a.m.
The delegations of the United States, Italy and the Netherlands paid for their own temporary employees who carried out finishing works in apartments in the Olympic Village, where athletes will be housed from Sunday (24).

Unhappy with what they saw, the three countries decided to pay for the bills to improve the situation of the place.

The Organizing Committee of the Rio 2016 admitted to Folha that will open the space to competitors with some outstanding issues that will need to be resolved in the coming days.

The apartments will be handed to athletes on Sunday. Last week, officials of delegations had access to the site.

USA, Italy and the Netherlands contracted outsourced to different functions, from placing lamps, the plumbing adjustments and cleaning work. There is no information what was the amount paid by delegations to the services.

The three countries were sought by the respective committees press office, but did not respond to the publication of the report. The Rio 2016 Committee, in turn, confirmed that there was the hiring of independent contractors.

Seventeen thousand athletes are expected during the period of Olímpcos Games. The opening ceremony takes place on August 5, at the Maracana stadium.

The village is located about 4.5 km from the Olympic Park, the main stage of evidence of the event. Are 16 ways in disputes on site. Both facilities are in Jacarepagua neighborhood in the west of Rio de Janeiro.

According to column Ancelmo Gois in "O Globo", on Friday (22), Carvalho Hosken and Odebrecht delivered the condo with about 20% of the apartments finished with problems such as dropping infiltrations or plaster.

The last days were redoubled effort of employees in an attempt to finish everything in time. A few hours the athletes arrive, workers turned the night working.

Contractors to perform works in the Olympic Village report being called to solve repair problems in the electrical part. Failures in facilities prevent the operation of some air conditioners in the rooms of the athletes.

The Rio 2016 Committee informs that the tests detect problems in some apartments and there is a task force to them to be solved quickly.

The village is mounted on a complex of seven condominiums, 31 buildings with a total of 3,604 apartments, newly built to be sold in the market.

The buildings up to 17 floors are connected by a park that will be public after the Games.




As delegações dos Estados Unidos, Itália e Holanda pagaram por conta própria funcionários temporários que realizaram obras de acabamento em apartamentos da Vila Olímpica, onde os atletas ficarão alojados a partir deste domingo (24).

Descontentes com o que viram, os três países decidiram arcar com as contas para melhorar a situação do local.

O Comitê Organizador da Rio-2016 admitiu à Folha que abrirá o espaço aos competidores com algumas pendências, que terão de ser resolvidas nos próximos dias.

Os apartamentos serão entregues aos atletas neste domingo. Na última semana, funcionários das delegações tiveram acesso ao local.

EUA, Itália e Holanda contrataram terceirizados para diferentes funções, desde colocação de lâmpadas, a ajustes de encanamento e trabalho de limpeza. Não há informações de qual foi o valor desembolsado pelas delegações com os serviços.

Os três países foram procurados por meio da assessoria de imprensa dos respectivos comitês, mas não responderam até a publicação da reportagem. O Comitê da Rio-2016, por sua vez, confirmou que houve a contratação de funcionários independentes.

Dezessete mil atletas são esperados durante o período dos Jogos Olímpcos. A cerimônia de abertura acontece no dia 5 de agosto, no estádio do Maracanã.

A Vila fica a cerca de 4,5 km do Parque Olímpico, principal palco de provas do evento. Serão 16 modalidades com disputas no local. Ambas as instalações ficam no bairro de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro.

De acordo a coluna do Ancelmo Gois, em "O Globo", na última sexta-feira (22), a Carvalho Hosken e a Odebrecht entregaram o condomínio com cerca de 20% dos apartamentos com problemas de acabamento, como infiltrações ou reboco caindo.

Os últimos dias foram de esforço redobrado dos funcionários, na tentativa de terminar tudo em tempo. A poucas horas dos atletas chegarem, operários viravam a madrugada trabalhando.

Contratados para executar obras na Vila Olímpica relatam que foram chamados para resolver problemas de reparo na parte elétrica. Falhas em instalações impedem o funcionamento de alguns aparelhos de ar condicionado nos quartos dos atletas.

O Comitê da Rio-2016 informa que os testes realizados detectaram problemas em alguns apartamentos e há uma força-tarefa para eles sejam resolvidos rapidamente.

A vila está montada num complexo de sete condomínios, 31 prédios, com total de 3.604 apartamentos, recém-construídos para serem vendidos no mercado.

Os prédios de até 17 andares estão interligados por um parque que será público depois dos Jogos.




Olympic Games in Brazil - A sad reality - Jogos Olímpicos no Brasil - Uma triste realidade



 Vila dos Atletas é entregue no Rio (Crédito: Lucas Soares/CBN)


Mal abriram-se as portas da Vila Olímpica para os atletas, neste domingo, para surgirem as primeiras críticas sobre as condições do local. O Comitê Olímpico Australiano emitiu uma nota afirmando que a vila, que fica no Recreio, Zona Oeste do Rio, está “inabitável”, com problemas hidráulicos, elétricos e também nas instalações de gás encanado.

No comunicado, o AOC, sigla em inglês do comitê, afirma que os atletas australianos podem ser obrigados a ficar em hotéis devido aos problemas. “Um dia antes da chegada dos primeiros atletas do país ao Brasil, a vila está infestada de problemas, incluindo vazamentos, sanitários e chuveiros bloqueados, e inundações”.

O Comitê afirma que o comitê organizador dos Jogos escalou centenas de trabalhadores para corrigir os problemas, mas diz que não tem certeza se o local terá condições de ser habitado pelos atletas. De acordo com o AOC, atletas australianos de boxe e canoagem já chegarão ao Rio nesta segunda-feira.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/comite-olimpico-australiano-encontra-pessimas-condicoes-em-quartos-diz-que-vila-dos-atletas-esta-inabitavel-19775667.html#ixzz4FLCMoeTf


Delegação australiana ficará em hotéis por causa dos problemas na Vila dos Atletas

O comitê australiano alegou que encontrou problemas nas redes de gás e eletricidade e não considerou o local seguro.

Neste domingo, dia em que a Vila dos Atletas é aberta para a chegada dos competidores que vão disputar a Olimpíada, os atletas da Austrália que vão participar da Olimpíada anunciaram que não ficarão hospedados no local, como era previsto, por causa de problemas estruturais.

Os australianos listam problemas como sanitários entupidos, vazamento de tubulações, fiação exposta, escadas escuras, sem iluminação suficiente, e pisos sujos.

Ainda segundo o comitê, ontem à noite foi realizado um “teste de estresse”, em que torneiras e banheiros foram ativados simultaneamente em apartamentos de vários andares para ver se o prédio suportaria. Mas o sistema falhou. A água desceu pelas paredes, houve um forte cheiro de gás em alguns apartamentos e até um curto-circuito na fiação elétrica.

De acordo com os australianos, a equipe da Nova Zelândia também enfrentou os mesmos problemas. Os responsáveis pela Vila dos Atletas ainda não se pronunciaram.

A VIla dos Atletas conta com 17 prédios de 31 andares. São 3.604 apartamentos que vão receber 17.950 atletas.

Comitê olímpico australiano encontrou vazamentos e problemas nas instalações elétricas

We have no conditions to hold such an event in Brazil, Rio de Janeiro is bankrupt, strike, hospitals in crisis, people Olympic Games in Brazil - A sad realidademorrendo and the government trying to disguise "our sad reality

Mal opened the doors of the Olympic Village for athletes on Sunday to arise early reviews on local conditions. The Australian Olympic Committee issued a statement saying that the village, which is in the Recreation, West Zone of Rio, is "uninhabitable" with hydraulic problems, electrical and also in pipeline gas facilities.

In the statement, the AOC, English acronym of the committee, said that Australian athletes may be required to stay in hotels because of the problems. "A day before the arrival of the first athletes in the country to Brazil, the village is plagued by problems, including leaks, blocked toilets and showers, and floods."

The Committee states that the organizing committee of the Games climbed hundreds of workers to fix the problems, but says he is not sure if the site will be able to be inhabited by the athletes. According to the AOC, Australian athletes boxing and canoeing have come to Rio on Monday.

Read more: http://extra.globo.com/noticias/rio/comite-olimpico-australiano-encontra-pessimas-condicoes-em-quartos-diz-que-vila-dos-atletas-esta-inabitavel-19775667.html#ixzz4FLCMoeTf

Australian delegation will stay in hotels because of the problems in the village of Athletes


The Australian committee claimed that encountered problems in the gas and electricity and not considered safe.

On Sunday, the day that the Village of Athletes is open to the arrival of competitors who will compete in the Olympics, athletes from Australia who will participate in the Olympic Games announced that will not be hosted on the site, as planned, because of structural problems.

Australian list problems like clogged toilets, leaking pipes, exposed wiring, dark stairs without sufficient lighting, and dirty floors.

Also according to the committee, last night it conducted a "stress test", where taps and toilets were simultaneously activated in apartment several floors to see if the building stand. But the system failed. The water ran down the walls, there was a strong smell of gas in some apartments and even a short circuit in electrical wiring.

According to the Australian, the New Zealand team also faced the same problems. Those responsible for the Athletes Village have not yet voted.

The Athletes VIla has 17 buildings of 31 floors. Are 3,604 apartments that will receive 17,950 athletes.


sábado, 23 de julho de 2016

Simpósio de Dinâmica de Marketing Esportivo - O Anti Legado da Rio 2016


O Brasil precisa ser passado a limpo. A Rio 2016 abriu as portas para um mundo de oportunidades e o Brasil não soube aproveitar o esporte para criar uma onda de transformações.

Venha participar desta transformação. Traga sua ideia de como podemos fazer do esporte uma grande ferramenta de desenvolvimento social, cultural, financeiro e de inclusão. E ainda contribua com Associação Aliança dos Cegos (AAC - endereço: R. Vinte e Quatro de Maio, 47 - São Francisco Xavier, Rio de Janeiro - RJ, 20950-090 Telefone: 2281-0704 trazendo um 1 litro de leite. Estaremos ajudando a essa instituição, nossa parceira, que está necessitando de doações.

Vamos debater estas oportunidades e apresentar ideias para um futuro com o esporte sendo mola propulsora do Brasil.

Local do Simpósio: Faculdades Integradas Jacarepaguá
Endereço: Ladeira da Freguesia, 196 - Freguesia - Jacarepaguá - RJ

Certificado será emitido ao final do Simpósio - Participe !

Clique aqui para se inscrever

sábado, 16 de julho de 2016

Radio Roquete Pinto Entrevista com Marcelo Korfebol


Emoção total participar do Programa Painel da Manhã na Radio Roquete Pinto

Amigos Educadores a entrevista Rádio Roquete Pinto.

Fotos - Paty Fonte - Pedagoga
Angela Maria - Colégio Logosófico
Ana Cristina - "GEO - Santa Teresa"
Apresentador Fabiano Albergaria





Amiga e Pedagoga Paty Fonte


sábado, 9 de julho de 2016

KORFEBOL BRASILEIRO NA RADIO ROQUETE PINTO



CONVITE AOS AMIGOS DO KORFEBOL BRASILEIRO

O Korfebol Brasileiro tem o prazer de convidar a todos os amigos para prestigiarem o programa PAINEL DA MANHÃ, na Tradicional Rádio Roquete Pinto de 7:00 às 10:00 do dia 11/07/2016 (segunda feira). Professor Marcelo Bepi Soares, irá participar da mesa de Debates, falando sobre o KORFEBOL BRASILEIRO e como o Esporte e as Olimpíadas podem ser positivos no Processo Ensino Aprendizagem, inclusão e Interdisciplinaridade.

Para ouvir online: http://www.radioroquettepinto.rj.gov.br/index.php/main


https://www.facebook.com/paineldamanha/?fref=ts


terça-feira, 5 de julho de 2016

1º Congresso Dinâmica de Marketing Esportivo - Korfebol Brasileiro participando



No ùltimo final de semana o Korfebol Brasileiro participou do Seminário de Marketing Esportivo com 5 grandes feras do Marketing, Marcelo Kieling, Fred Mourão, Wagner Coe, José Paulo Neves e Fábio Tubino.

O Seminário foi realizado nas Faculdades Integradas Jacarepaguá que também é parceira do KORFEBOL BRASILEIRO.