quarta-feira, 6 de novembro de 2013

NOVO KORFEBOL BRASILEIRO PARTICIPA DE CONGRESSO ED. FÍSICA ESCOLAR COLÉGIO PEDRO II




A ABRAKO através de seu Presidente o professor Marcelo Bepi Soares "Marcelo Korfebol" esteve presente no Simpósio de Educação Física Escolar do Colégio Pedro II um dos principais Colégios em termos de tradição e qualidade de Ensino. No evento tivemos a grande oportunidade de reencontrar grandes metres que apoiam o NOVO KORFEBOL BRASILEIRO e firmar algumas parcerias com a renomada INSTITUIÇÃO PEDRO II. 



Entrevista com Marcos Neira sobre o papel da Educação Física nas escolas

Para o especialista da Universidade de São Paulo, a função da disciplina é investigar como os grupos sociais se expressam pelos movimentos

De todas as disciplinas do Ensino Fundamental, provavelmente a Educação Física foi a que sofreu transformações mais profundas nos últimos tempos. Mudanças pedagógicas e na legislação fizeram com que até mesmo sua missão fosse questionada. Se até a década de 1980 o compromisso da área incluía a revelação de craques e a melhoria da performance física e motora dos alunos (fazê-los correr mais rápido, realizar mais abdominais, desenvolver chutes e cortadas potentes), hoje a ênfase recai na reflexão sobre as produções humanas que envolvem o movimento. Se antes o currículo privilegiava os esportes, hoje o leque se abre para uma infinidade de manifestações, da dança à luta, das brincadeiras tradicionais aos esportes radicais. Ecos da perspectiva cultural, que domina pesquisas e ganha cada vez mais espaço nas escolas.

Considerado um dos principais investigadores dessa tendência, o professor Marcos Garcia Neira, da Universidade de São Paulo (USP), defende que a principal função da Educação Física escolar é analisar a diversidade das práticas corporais da sociedade - mesmo as consideradas mais polêmicas, como danças do tipo funk e axé. Amparado por 17 anos de docência na Educação Básica e pela participação na elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio e das Orientações Curriculares do município de São Paulo, Neira discute essa questão provocadora e avalia os principais desafios da disciplina.

Por que a Educação Física mudou tanto nos últimos anos?

MARCOS GARCIA NEIRA Foi uma mudança que acompanhou uma série de outras transformações. Na sociedade, grupos que não tinham sua voz ouvida ganharam espaço, o que impactou o currículo. A escola, antes voltada apenas para o conhecimento acadêmico ou a inserção no mercado, passou a visar a participação do aluno em todos os setores da vida social, o que mexeu com os objetivos da área. E a própria legislação, que desde a década de 1970 apontava um compromisso com a melhoria da performance física e a descoberta de talentos esportivos, foi substituída em 1996 pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que propõe que a Educação Física seja parte integrante da proposta pedagógica da escola.

Na prática, quais foram as principais transformações?

NEIRA Eu acredito que a Educação Física passou a ser reconhecida como um componente importante para a formação dos alunos. Antes, eram comuns as aulas fora do período regular, as dispensas por motivos médicos ou a substituição por atividades pouco relacionadas com a área, como conselhos de classe, por exemplo. Tudo isso colaborou para construir, na cabeça de alunos e professores, a representação de uma disciplina alheia ao projeto escolar, que servia apenas como recreação ou passatempo e não tinha nenhum objetivo pedagógico. Hoje, essa concepção não é mais dominante.

Qual é o objetivo da Educação Física escolar hoje?

NEIRA É o mesmo objetivo da escola: colaborar na formação das pessoas para que elas possam ler criticamente a sociedade e participar dela atuando para melhorá-la. Dentro dessa missão, cada disciplina estuda e aprofunda uma pequena parcela da cultura. O que a Educação Física analisa é o chamado patrimônio corporal. Nosso papel é investigar como os grupos sociais se expressam pelos movimentos, criando esportes, jogos, lutas, ginásticas, brincadeiras e danças, entender as condições que inspiraram essas criações e experimentá-las, refletindo sobre quais alternativas e alterações são necessárias para vivenciá-las no espaço escolar.

Como deve ser uma aula ideal?

NEIRA Certamente não deve ser a do tipo "desce para a quadra, corre, corre, corre, sua, sua, sua e volta para a sala". A Educação Física proposta na escola não pode ser a mesma proposta em outros espaços. Se é apenas para o aluno se divertir, existem lugares para isso - ginásios públicos e centros comunitários, por exemplo. Se é somente para aprender modalidades esportivas, melhor procurar um clube ou uma academia. A escola não serve para formar atletas, mas para refletir e entender as manifestações culturais que envolvem o movimento.

Um exemplo concreto: como abordar o futebol nessa perspectiva?

NEIRA O trabalho pode começar com a turma experimentando jogar futebol, mas não pode parar por aí. A vivência de qualquer modalidade na escola exige reflexão e adaptação. Propondo uma pesquisa, é possível levar os alunos a conhecer outros tipos de futebol - de campo, de quadra, de areia, feminino -, conhecer quem pratica o esporte hoje, como se jogou no passado e como se pode jogar na escola. É importante que eles saibam, por exemplo, que o esporte já foi praticado sem juiz, que os atletas não tinham números na camisa e que o pênalti era cobrado de outra maneira. Com base nessas informações, voltam à prática já atentos a novas questões: é preciso arbitrar os jogos? Como fazer meninos e meninas participar simultaneamente? E as crianças com deficiência?

Apesar de a disciplina ter se tornado mais reflexiva, as atividades práticas continuam sendo importantes?

NEIRA É claro. A vivência segue sendo fundamental porque é somente por meio dela que a turma sente a necessidade de fazer adaptações, algo presente em todas as modalidades. Afinal, elas se transformam conforme "conversam" com a sociedade. O voleibol, por exemplo, mudou seu sistema de pontuação principalmente para se adaptar às transmissões de TV. Essa lógica vale para todas as manifestações corporais, mesmo as mais lúdicas. Quando alguém brinca de pega-pega na rua, brinca de certo jeito. Quando vai brincar com 35 crianças na escola, precisa adaptar a atividade para que ela funcione.

Campeonatos e festivais esportivos continuam tendo espaço?

NEIRA Particularmente, acho que montar uma seleção com seis a 12 alunos e deixar 300 sem aula para disputar uma competição é fabricar adversários. Não podemos partir do pressuposto de que um pequeno grupo vai ser privilegiado e participar da atividade enquanto a maioria vai apenas torcer, ou nem isso. Agora, se os educadores consideram a competição algo importante, é possível, sim, organizar eventos, mas de uma perspectiva diferente. Sugiro, por exemplo, combinar de levar uma turma de 5ª série para jogar com a de uma escola próxima, negociar regras, fazer todo mundo participar da experiência e realizar uma avaliação conjunta depois, discutindo o que os jovens acharam da atividade e como melhorá-la numa próxima vez.

Como lidar com crianças que demonstram especial habilidade em alguma modalidade esportiva?

NEIRA Devemos estimulá-las a prosseguir. Entretanto, o lugar para continuar com o trabalho não pode ser a escola, mas instituições especializadas para a prática esportiva. A escola tem como função ajudar a compreender o mundo e sua cultura. Não há como desenvolver um projeto esportivo se o que se pretende é contemplar todos os alunos.

Alguns países, como Estados Unidos e Inglaterra, usam as escolas como base para revelar atletas. Isso pode ser uma alternativa para o Brasil?

NEIRA O incentivo ao esporte visando a participação em eventos internacionais já foi a política oficial da Educacão Física em nosso país na década de 1970. Não deu certo. Ainda que algumas nações vejam na disciplina uma forma de aprimorar o desenvolvimento motor e físico, esse enfoque competitivo e as atividades de treinamento costumam ocorrer em momentos extra-aula.

Como saber quais esportes, jogos, lutas, danças e brincadeiras devem fazer parte do currículo?

NEIRA O ponto de partida é sempre o diagnóstico inicial. O interessante é que esse mapeamento do patrimônio cultural corporal da turma - as práticas ligadas ao movimento que os alunos conhecem ou realizam - revela uma realidade mais diversificada do que imaginamos. A garotada brinca de esconde-esconde, conhece skate pela TV, tem algum parente que pratica ioga e conhece malha ou bocha porque os idosos jogam na praça. É possível ainda fazer outros mapeamentos. O professor pode passear pelo bairro observando manifestações corporais e equipamentos esportivos. Há academias ou ruas de caminhada, por exemplo?

Mas é preciso escolher algumas práticas no meio de tanta diversidade. Como fazer isso?

NEIRA Antes de mais nada, é fundamental ter em mente as finalidades do projeto pedagógico da escola - devemos lembrar que a Educação Física não pode ser uma prática alienada. Além disso, a perspectiva cultural da disciplina considera quatro princípios importantes na definição do currículo. O primeiro é que a matriz de conteúdos deve dialogar com todos os grupos que compõem a sociedade - e trabalhar só com esportes modernos contradiz esse princípio. O segundo é a noção de que o aluno precisa enxergar na sociedade as manifestações que está estudando. O terceiro é entender e respeitar as possibilidades de cada estudante, evitando, por exemplo, as avaliações por performance. E o quarto é o professor repensar constantemente a própria identidade cultural para aperfeiçoar o currículo.

Qual deve ser a postura da escola quando a cultura corporal dos alunos inclui danças como o funk e o axé?

NEIRA Não devemos fechar os olhos para essas manifestações, pois podem ser danças que os estudantes cultuam fora da escola. Isso não significa que devemos ficar apenas com aquilo que eles conhecem. Se o professor focar só os aspectos superficiais do funk e do axé, ensaiando coreografias, por exemplo, não estará cumprindo seu papel. Por outro lado, um trabalho crítico ajuda as crianças a analisar e interpretar o que são essas danças, contribuindo para que elas conheçam a própria identidade cultural e entendam quem são. A chamada cultura de chegada dos estudantes é um bom ponto de partida para um trabalho em direção a uma cultura mais ampla. A escola deve sempre fazer essa ponte entre o repertório conhecido e o desconhecido.

Como isso funciona na prática?

NEIRA É preciso transformar o conhecimento dos alunos em objeto de análise e investigação pedagógica. Considero válido, por exemplo, um projeto que aborde o funk e o axé no contexto de outras danças contemporâneas, estudando as letras, entendendo o que está embutido nelas, as práticas interessantes ou desinteressantes que acompanham essas manifestações. Em seguida, é possível convidar dançarinos ou trazer vídeos para apresentar outras danças, ampliando o repertório da turma. É um trabalho multicultural porque considera diversos tipos de prática corporal, mas é um multiculturalismo crítico porque questiona e analisa cada uma delas.

Como desenvolver o senso crítico?

NEIRA Comparando, indagando e aprofundando conteúdos para que a turma reflita. Depois de pular amarelinha, pense por que existem as "casas" do céu e do inferno. Durante o estudo dos exercícios físicos, reflita por que a academia se transformou numa espécie de espaço sagrado da saúde se as qualidades físicas alcançadas por lá também são obtidas, de graça, no parque. Uma Educação Física que trabalha apenas com o movimento não constrói esse senso crítico.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

NOVO KORFEBOL EM PETRÓPOLIS - PROF. LEANDRO AZEVEDO



Professor Leandro Azevedo - Coordenador de Esportes da ABRAKO, vem realizando grande trabalho em Petrópolis - Rio de Janeiro. Professor Marcelo Bepi Soares, conheceu Professor Leandro Azevedo num curso ministrado na Universidade Estácio de Sá Petrópolis, onde firmaram parceria que vem dando certo, com muita luta e sacrifício. A ABRAKO E SEUS Filiados agradecem todos os esforços e dedicação de Leandro Azevedo a frente do esporte na Cidade Imperial.


PETRÓPOLIS CAPITAL BRASILEIRA DO NOVO KORFEBOL BRASILEIRO - PROF. LEANDRO AZEVEDO




domingo, 3 de novembro de 2013

UNIESP - ALUNOS CURSO DE ED. FÍSICA REALIZAM TRABALHO SOBRE NOVO KORFEBOL BRASILEIRO


TRABALHO DE KORFEBOL, APRESENTADO, COM MATERIAL ADAPTADO.
PARABENS A TODOS, PAULO SOARES, CAMILA DANTAS
Talyta Rocha, Luana Cardoso, Elisangela Da Silva Santana
Rosangela Sousa, Monica Guilherme,professor markao,
vinicius aureliano, Hugo Meira, José Amilton Barbosa Santos,
Nani russo e Prof. Profes Auricchio.


Confiram a criatividade dos alunos do Curso de Educação Física da UNIESP 
Mesmo não tendo o material "oficial" os alunos e professores conseguiram realizar um excelente e grande trabalho em prol do KORFEBOL COM "K" BRASILEIRO.

Importante ressaltar que para jogar KORFEBOL, NAO PRECISAMOS DO MATERIAL DITO "OFICIAL" com um pouco de criatividade, boa vontade, disposição, conseguimos ensinar a filosofia do criador NICO BROEKHUYSEN o pai do KORFEBOL NA HOLANDA.
NOVO KORFEBOL BRASILEIRO EM SÃO PAULO segue os principios do esporte/jogo holandês e que agora se torna Brasileiro.

CESTAS ADAPTADAS DE KORFEBOL 
Parabéns alunos e futuros colegas de Profissão 
A ABRAKO AGRADECE A TODOS VOCÊS
MARCELO KORFEBOL


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

NOVO KORFEBOL BRASILEIRO EM PETRÓPOLIS - PROF. LEANDRO AZEVEDO


Aconteceu o Projeto Korfebol na Escola, projeto coordenado pelo prof. Leandro da Secretaria de Educação. Foi feita com a turma 604 do Liceu Carlos Chagas, onde cerca de 30 alunos conheceram e jogaram o NOVO KORFEBOL BRASILEIRO.

O objetivo deste projeto é apresentar a modalidade para uma turma e com seu professor de educação física passar para as demais turmas e formar equipes para eventos estudantis. A Professora de educação física Vanessa Ferreira gostou muito da atividade e mencionou a importância da atividade nas aulas de educação física.




ABRAKO - PARABENIZA O PROFESSOR LEANDRO AZEVEDO 

por sua dedicação ao NOVO KORFEBOL BRASILEIRO e pelo seu comprometimento com a profissão e alunos de Petrópolis




quarta-feira, 30 de outubro de 2013

MESTRE BIRA BELO MAIOR COMENTARISTA DE BASQUETE DO BRASIL ESPN/REDE GLOBO APOIA NOVO KORFEBOL BRASILEIRO


O Maior comentarista de basquete do Brasil o Mestre Bira Belo ESPN/REDE GLOBO esteve presente em nossa visita oficial a UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ - uma das casas do KORFEBOL BRASILEIRO COM "K".

Importante ter o apoio do Mestre Bira Belo com sua ilustre presença na oficina realizada pelo Professor Marcelo Bepi Soares, Alex Correa e Edmar Fonseca. 

Professor Bira Belo levou seus alunos para prestigiar o trabalho realizado e com isso tivemos mais de 60 alunos do curso de Educação Física que aprenderam a jogar o esporte Educacional O NOVO KORFEBOL BRASILEIRO.




OBRIGADO MESTRE BIRA BELO

NOVO KORFEBOL NO BRASIL NA UFRJ

domingo, 27 de outubro de 2013

PROFESSORES ANGELA BRETAS E RICARDO RAMOS UFRJ RECEBEM A ABRAKO E KORFEBOL BRASILEIRO


Os Professores Angela Bretas e Ricardo Ramos da UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO receberam os Professores Marcelo Bepi Soares, Edmar Fonseca e Alex Correa que em visita oficial a Instituição, realizaram oficina sobre o NOVO KORFEBOL BRASILEIRO e com a letra "K", onde foram firmadas algumas parcerias entre ABRAKO e a Professora Angela Bretas.


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

UFRJ - NOVO KORFEBOL BRASILEIRO VISITA A UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO


A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE KORFEBOL - ABRAKO representada por sua Diretoria os Professores Marcelo Bepi Soares, Alex Correa e Edmar Fonseca estiveram em visita oficial a UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO, onde cerca de 60 alunos do curso de graduação de Educação puderam vivenciar e experimentar a nova MODALIDADE "NOVO KORFEBOL BRASILEIRO" (com letra "K" - KORFEBOL") a convite da Professora Ângela Bretas onde foram firmados várias parcerias para eventos e formação de equipes educacionais para divulgar o JOGO DOS GÊNEROS junto a instituição. 

No momento da visita o Professor Marcelo Bepi Soares, presidente da ABRAKO, reencontrou inúmeros amigos e que apoiam seu trabalho há muitos anos, conforme iremos postar as fotos.

Foi uma grande oportunidade estar na UFRJ uma das casas da ABRAKO e do KORFEBOL BRASILEIRO COM "K". inclusive poder tirar muitas dúvidas junto aos alunos do Curso de Educação Física, que ficaram encantados com a modalidade educacional apresentar pelos professores Marcelo Bepi Soares, Alex Corrêa e Edmar Fonseca.

Agradecemos a Instituição UFRJ pela oportunidade e estaremos retornando em breve para mais parcerias e eventos oficiais na Instituição.

"TEM QUE QUERER UFRJ"

KORFEBOL COM K NO BRASIL O JOGO DOS GÊNEROS


MARCELO BEPI SOARES




quinta-feira, 24 de outubro de 2013

MESTRE LAMARTINE PEREIRA DA COSTA APÓIA O NOVO KORFEBOL BRASILEIRO PROMOVIDO PELA ABRAKO



NOVO KORFEBOL BRASILEIRO TEM APOIO DO 

MAIOR PESQUISADOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO BRASIL.

GRANDE MESTRE LAMARTINE PEREIRA DA COSTA


Muitas têm sido as contribuições do Prof. Lamartine Pereira da Costa à Educação Física. Uma das últimas é a coordenadoria do atlas do Esporte no Brasil. Possuidor de vários títulos, entre eles os de Mestre e Doutor, ele é Membro do Conselho Federal de Educação Física e do Conselho de Pesquisas do Centro de Estudos Olímpicos. Em seu currículo há trabalhos como o de Vice-Presidente da Academia Olímpica Brasileira (COB); Professor Supervisor da Academia Olímpica Internacional, na Grécia; Membro da Comissão de Ética e Educação da World Anti-Doping, da Agency International Olympic e do Commissioner da Trim and Fitness International Sport for All Association (TAFISA); e Coordenador Internacional de Pesquisas da Universidade Autônoma de Barcelona, Espanha, Cátedra em Estudos Olímpicos: além de livros e vários artigos publicados nas principais revistas científicas internacionais.

Professor Lamartine conhece e acompanha o trabalho desenvolvido pelo Professor Marcelo Bepi Soares há muitos anos, e agora através da ABRAKO - Associação Brasileira de Korfebol ele vem conversando e aconselhando Marcelo Bepi Soares na busca pelo KORFEBOL EDUCACIONAL, onde o esporte seja o mais brasileiro possível, com regras pedagógicas, onde todos possam participar em igualdade de condições.

Agradecemos ao Mestre Lamartine pelos ensinamentos e conselhos para que possamos estar melhorando cada vez mais o NOVO KORFEBOL BRASILEIRO


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

NOVO KORFEBOL BRASILEIRO COMPLETA 13 ANOS EM 22/10/2013


Olá amigos quero comemorar esse dia 22 de outubro de uma maneira muito especial e de grande emoção, pois comemoro 13 anos de luta, amor e dedicação a um ideal. Que é fazer o esporte Korfebol e agora denominado NOVO KORFEBOL BRASILEIRO, acontecer e virar moda no Brasil.

Ao longo dessa trajetória, muitas amizades, viagens, aventuras divertidas e dramas passamos, conseguimos chegar em Rondônia, Manaus, Brasília, Minas Gerais, São Paulo, Casemiro de Abreu e Petrópolis em muitas comunidades, escolas e Universidades de todo o Brasil, sempre com grande sucesso, o que sempre nos motivou a obter motivação e certeza de que estávamos no caminho certo.

Nossa proposta com o KORFEBOL BRASILEIRO sempre foi a de proporcionar entretenimento, lazer e conhecimento de uma filosofia diferente onde os gêneros tem totais condições de conviverem esportivamente, onde magros, altos, atletas e sedentários se equivalem, pois quem joga korfebol se apaixona, mas o NOVO KORFEBOL BRASILEIRO com regras adaptadas.

Nem sempre fomos bem sucedidos nessa caminhada, inúmeras vezes cometemos erros, de marketing, de estratégias, porém o resultado sempre foi positivo, se nao foi financeiramente, foi com toda certeza no quesito amizade que cultivamos ao longo de 13 anos de dedicação. E que volto a repetir que estamos apenas no começo, novas parcerias, alianças e projetos estão por vir e que eu PROFESSOR MARCELO BEPI SOARES, sou "incansável" um verdadeiro "HIGH LANDER", precisando apenas da força do Pai eterno que me conceda bastante saúde, pois vou até os aos 105 anos ("bater o recorde do Niemayer") e assim poder ver O NOVO KORFEBOL BRASILEIRO promovido pela ABRAKO (Associação de Korfebol Brasileiro) sendo, praticado, respeitado, abrindo o mercado de trabalho para estudantes de Educação Física, Psicomotricidade, Terapia Ocupacional, Assistência Social, Psicologia, Pedagogia, Empreendedorismo, Administração, Marketing etc., ou seja, sem a preocupação de formarmos "atletas" ou disputar uma olimpíada. Nada contra quem tem esse objetivo, porém, não é o foco do NOVO KORFEBOL BRASILEIRO. Competições sempre serão realizadas entre seus filiados, o que sempre é motivador para todos, regras serão sempre modificadas e adaptadas em função de quem esteja praticando

O NOVO KORFEBOL BRASILEIRO, que pode ser um JOGO COOPERATIVO, UMA ATIVIDADE COLABORATIVA, UM JOGO E ATÉ MESMO UM ESPORTE EDUCACIONAL. De Neymar a Fernanda Montenegro todos sempre serão bem vindos ao nosso trabalho. Inclusive os portadores de alguma deficiência, estaremos realizando alguns projetos nessa área a partir de 2014.

Agradeço a todas as pessoas que me ajudaram ao longo desses 13 anos e até mesmo os inimigos que torcem para que eu desista de continuar nessa luta, mas mal sabem eles que me MOTIVAM cada vez mais... adoro DESAFIOS

Obrigado amigos e Convido a todos a compartilharem esse texto.

TEM QUE QUERER NOVO KORFEBOL NO BRASIL - O JOGO DOS GÊNEROS




segunda-feira, 21 de outubro de 2013

NOVO KORFEBOL BRASILEIRO E PARCERIA COM BRUNO DA SILVA DA DRIMPROPERTIES EUA



ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE KORFEBOL, através de seu representante o Professor de Educação Física Marcelo Bepi Soares, mais conhecido como Marcelo do Korfebol esteve presente no último sábado dia 19/10/2013 na palestra realizada pelo Consultor Bruno da Silva da Drimproperties. 

- Além de reencontrar o grande amigo de infância 35 anos de amizade sincera e duradoura, tivemos a grande oportunidade de aprender como anda o mercado imobiliário dos EUA e com isso realizarmos uma grande parceria entre ABRAKO e o NOVO KORFEBOL BRASILEIRO. O NOVO KORFEBOL BRASILEIRO tem as "portas abertas" nos EUA o ano de 2014 promete... obrigado Bruno pela atenção e carinho de sempre.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

NOVO KORFEBOL BRASILEIRO COMEMORA DIA DAS CRIANÇAS EM SÃO PAULO/SANTO ANDRÉ REALIZANDO CLÍNICAS



DIA DAS CRIANÇAS KORFEBOL BRASILEIRO EM SÃO PAULO - SANTO ANDRÉ

DIA 12 E13 DE OUTUBRO

A Diretoria da ABRAKO (foto acima) aproveitou o evento para se reunir em São Paulo e traçar os novos rumos do NOVO KORFEBOL BRASILEIRO para 2014. 



SANTO ANDRÉ RECEBE O NOVO KORFEBOL BRASILEIRO

Reforçando ainda mais o trabalho EDUCACIONAL em todo o território nacional.  A ABRAKO realizou clínica de 6 horas nos dias 12 e 13 de outubro de 2013 (sábado e domingo).
Cerca de 200 crianças tiveram a oportunidade de vivenciar as diversas formas de se jogar o NOVO KORFEBOL BRASILEIO - O Jogo dos Gêneros e comemorar o dia das Crianças se divertindo com seus pais e responsáveis, onde todos puderam se divertir e também voltaram a ser verdadeiras crianças.

Esse é o verdadeiro E NOVO KORFEBOL BRASILEIRO.


domingo, 6 de outubro de 2013

KORFEBOL EM PETRÓPOLIS - PROFESSOR LEANDRO AZEVEDO


O Professor Leandro Azevedo de Petrópolis vem realizando excelente trabalho em na cidade imperial de Petrópolis. 

Projeto Korfebol na Escola
Escola Municipalizada Hercília Moret
Prof. Natalia Leitão
Dia 10 de outubro às 13h.
Prof. Leandro Azevedo coordenador da Equipe Petropolitana de Korfebol. — com Emanuel Monteiro e outras 10 pessoas.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

KORFEBOL BRASILEIRO NO AÇÃO GLOBAL MULHERES SESI 22/09/2013


Estar participando de um evento como o AÇÃO GLOBAL MULHERES - SESI é uma das grandes conquistas do KORFEBOL BRASILEIRO E DA ABRAKO

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

KORFEBOL NO AÇÃO GLOBAL MULHERES VILA OLÍMPICA DO CAJU DIA 22/09/2013



O KORFEBOL BRASILEIRO promovido pela ABRAKO tem como principal objetivo divulgar a PAZ, trabalhar com MEDIAÇÃO DE CONFLITOS e promover a CULTURA DE PAZ, e não pretendemos formar "atletas", até porque o foco da entidade e proporcionar entretenimento a todos que queiram conhecer a modalidade.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

KORFEBOL BRASILEIRO PARTICIPA DO AÇAO GLOBAL MULHERES ENCONTRA COM RADIALISTAS RÁDIO GLOBO


AÇÃO GLOBAL MULHERES SESI - VILA OLÍMPICA CAJÚ proporcionou ao KORFEBOL BRASILEIRO conceder entrevista para a Rádio Globo de Rádio. O Radialista Robson Aldir que ficou impressionado com o KORFEBOL BRASILEIRO E SUAS REGRAS EDUCACIONAIS, inclusive entrevistando o Presidente da ABRAKO - O professor Marcelo Bepi Soares.


Reencontramos o amigo e Radialista David Rangel que parabenizou professor Marcelo Bepi Soares e o trabalho desenvolvido junto ao projeto "AÇÃO GLOBAL MULHERES SESI.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

KORFEBOL BRASILEIRO PARTICIPA DO AÇÃO GLOBAL MULHERES PROMOVIDO PELO SESI



KORFEBOL EDUCACIONAL BRASILEIRO PARTICIPA DO AÇÃO GLOBAL SESI

 DOMINGO DIA 22/09/2013

A ABRAKO e a equipe KORFEBOL BRASILEIRO, juntamente com Professor Marcelo Bepi Soares esteve presente ao AÇÃO GLOBAL MULHERES - Vila Olímpica Mané Garrincha - localizada no Caju/RJ

Ação Global Mulheres realizada no Caju atraiu mais de 24 mil pessoas
Evento realizado no domingo (22/09) prestou cerca de 59 mil atendimentos

Atores participam da Ação Global realizada no bairro do Caju (RJ) 
O bairro do Caju, localizado na região portuária do Rio de Janeiro, recebeu nesse domingo (22/09), a Ação Global Mulheres. O evento teve como objetivo promover a solidariedade e a inclusão social. Profissionais de órgãos públicos, ONGs e instituições parceiras formaram um mutirão que orientou a população com informações úteis para melhorar a qualidade de vida da população, especialmente, das mulheres. A iniciativa, que é uma parceria entre Globo e SESI, ofereceu serviços sociais nas áreas de saúde preventiva, cidadania, orientação jurídica, lazer e educação. Foram realizados 58.886 atendimentos e 24.536 pessoas compareceram ao local.

Segundo os organizadores, desde as 6 horas da manhã já havia aproximadamente 1000 pessoas na porta da Vila Olímpica Mané Garrincha, no Caju. O evento começou às 8 horas da manhã e os cidadãos que chegaram mais cedo encontraram um atendimento rápido e eficiente. Mais de 800 voluntários trabalharam na ação que ofereceu diversos serviços, entre eles, emissão de documentos, orientação nutricional, cortes de cabelo, massagem, entre outros. As mulheres que compareceram ao local puderam tirar suas dúvidas sobre os direitos das mulheres e a Lei Maria da Penha. As crianças também encontraram uma programação especial com atividades recreativas e educacionais como brincadeiras de desenho e jogos e muito Korfebol Brasileiro.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

KORFEBOL BRASILEIRO PARTICIPA CONGRESSO BRASILEIRO PSICOMOTRICIDADE PROMOVIDO PELA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA


AGRADECIMENTO A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOMOTRICIDADE - ABP

Em nome de todos os praticantes de Korfebol do Brasil, gostaria de agradecer a todos da família ABP pela oportunidade, carinho e receptividade no evento. 

Obrigado pela Mega oportunidade de crescer profissionalmente e até o próximo Congresso.

Abaixo coloco a foto do Mestre Eduardo Costa autografando o livro TRANSPISICOMOTRICIDADE

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

MARCELO KORFEBOL E EX JOGADOR JULIO CESAR URIGUELER



Hoje, chegando em casa tive a oportunidade de encontrar com meu vizinho o ex jogador Júlio Cesar o "urigueler". Um dos meus ídolos do Flamengo, inúmeras vezes assisti seus maravilhosos dribles no maracanã naquele flamengo da década de 80, o Urigueler dava um drible elástico no ar... era o "Garrincha do flamengo". Sempre sorridente e simpático me deu a honra de sair ao seu lado, aproveitei para falar do KORFEBOL BRASILEIRO.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

KORFEBOL BRASILEIRO E DIFERENTE DO KORFEBOL DO RESTO DO MUNDO...

Korfebol, esporte de nome estranho e pouco conhecido no Brasil, é uma mistura de handebol com basquete e tem como objetivo a inclusão social, servindo como aliado da educação. Bastante utilizado por professores de educação física, a atividade começa a ganhar espaço no país.

Durante muito tempo a categoria foi representada pela Federação Internacional de Korfball (IKF). Essa parceria foi rompida pela divergência quanto ao direcionamento do esporte. A IKF tinha como objetivo de tornar a modalidade olímpica, enquanto a Associação Brasileira de Korfebol (ABRAKO) quer direcionar o korfebol à aspectos sociais. “Estamos focados na integração, no crescimento dos princípios éticos e morais, no conceito educacional, lúdico e integrador que estão de acordo com a cultura nacional do povo do Brasil. Portanto, o korfebol brasileiro oferece muito mais do que a atual diretoria da IKF pode oferecer”, explica o presidente da Associação, Marcelo Bepi Soares.

A ABRAKO, não possui nenhum vínculo com federações ou entidades lucrativas, vem trabalhando o esporte como desporto educacional, ou seja, de forma que todos possam praticar o korfebol sem a necessidade de serem “atletas” formados. “Queremos tornar o jogo, a modalidade, uma atividade cada vez mais participativa, onde todos serão sempre bem vindos, independente de idade, peso, estatura ou de já terem praticado outra modalidade”, declara Marcelo.

O esporte em outros países é utilizado com um caráter competitivo, para descobrir atletas com potencial. No Brasil, por causa de características como cooperação, integração e companheirismo, ele vem sendo praticado como instrumento de transformação.


Segundo Marcelo, o korfebol brasileiro promovido pela ABRAKO é diferente de qualquer outro país do mundo, já que sua prática vai além da formação profissional, ajudando na construção do cidadão através de ações sociais

O Korfebol Brasileiro tem por missão ser o esporte/jogo do Gêneros, promover a integração entre todos, sendo adaptável a qualquer tipo de realidade e situações. O nosso "alto rendimento" é focado nas questões sociais e culturais, promovendo a cooperação e a cultura de paz a todos os seus praticantes. Podemos promover campeonatos, como forma de entretenimento, gerando formas diferentes de visibilidade para a modalidade no Brasil. Qualquer campeonato promovido pela ABRAKO, nunca terá a pretensão de formar "atletas" ou formar equipes para disputar competições ou jogos olímpicos, qualquer evento, jogo terá sempre o objetivo de unir e integrar pelo esporte e nao fazer da competição do esporte, objeto de desejo como deseja a Federação Internacional de Korfball - IKF.

Na ABRAKO, as competições serão sempre ferramentas de motivação e consequência do trabalho educacional realizado, nunca sera o objetivo da entidade.

Contribuição do artigo GUSTAVO CAVALHEIRO e MARCELO BEPI SOARES



segunda-feira, 9 de setembro de 2013

BLOG DO KORFEBOL BRASILEIRO PARTICIPA DO PRÊMIO TOP BLOG 2013



Blog do KORFEBOL BRASILEIRO - ABRAKO está concorrendo ao prêmio de melhor blog na categoria esportes do Brasil, gostaríamos de poder contar com o seu voto para que possamos assim divulgar cada vez mais o KORFEBOL BRASILEIRO, que é diferente dos demais países praticantes. Aqui nós priorizamos a INTEGRAÇÃO, RESPEITO, PAZ, NÃO VIOLÊNCIA E RESPEITO AS DIFERENÇAS, não nos preocupamos nem queremos formar "atletas" e para isso estamos adaptando as regras para que o esporte esteja cada vez mais acessível a todos as pessoas que quiserem conhecê-lo 

visite o link abaixo e vote no blog do Korfebol para o melhor de 2012/2013





domingo, 8 de setembro de 2013

KORFEBOL BRASILEIRO E PARCERIA COM SITE PAIXÃO POR ESPORTES


O Site Paixão por Esportes convida o professor Marcelo Bepi Soares a ser colunista do portal.

visitem o site e vejam diversos artigos interessantes de outros esportes.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

KORFEBOL BRASILEIRO FECHA PARCERIA COM PORTAL VIVER INFORMA


O PORTAL VIVERINFORMA fez um convite para o Professor Marcelo Bepi Soares, para integrar a lista de colunistas do Portal, o que foi prontamente aceita e do qual iremos ajudar na divugação do excelente portal que irá contar com outras celebridades do mundo chamado Educação Física


Site de saúde/bem-estar

Portal de informações de saúde e bem-estar. Estamos aqui para proporcionar qualidade de vida por meio de informações.


“Nossa missão é proporcionar uma busca pela vida saudável, através de um portal de informações, que além de atender nossos clientes, maximizaria e divulgaria o trabalho dos profissionais e estabelecimentos, atendendo as necessidades de todos nossos clientes com eficácia e responsabilidade.”

terça-feira, 3 de setembro de 2013

KORFEBOL BRASILEIRO EM SÃO SEBASTIÃO CURSO PARA PROFESSORES


A ABRAKO promoveu mais um curso de Korfebol Brasileiro no estado de São Paulo, dessa vez foi a vez da bela cidade de São Sebastião, litoral paulista, receber a comitiva da Associação Brasileira de Korfebol, com destaque para a presença dos professores Marcelo Bepi Soares e Edmar Fonseca que ministraram o curso para cerca de 40 professores da cidade e região. Várias parcerias foram firmadas e agora e promover campeonatos educacionais para que o KORFEBOL BRASILEIRO, que nada tem haver com o KORFEBOL INTERNACIONAL "COMPETIVO" continue na sua longa caminhada de sucesso.

Aproveitamos a oportunidade para homenagear o grande mestre João Batista Freire, uma das fontes inspiradoras para o KORFEBOL BRASILEIRO.


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

KORFEBOL BRASILEIRO NO CENTRO UNIVERSITÁRIO CELSO LISBOA


O KORFEBOL BRASILEIRO esteve presente na semana Educação Física, do Centro Universitário Celso Lisboa, onde cerca de 150 estudantes do Curso de Educação Física, puderam conhecer e vivenciar a modalidade com regras educacionais.

Agradecemento especial a Coordenadora Ana Cristina Barreto, que apóia incondicionalmente o trabalho do professor Marcelo Bepi Soares e demais filiados da ABRAKO.






terça-feira, 27 de agosto de 2013

MARCELO KORFEBOL EM SÃO PAULO - PARTICIPA NOVAMENTE TARDE DE AUTÓGRAFOS DE FELIPE NETO


No último sábado dia 24 de agosto, professor Marcelo Bepi Soares, viajou a São Paulo para participar de algumas reuniões pela ABRAKO, aproveitando a viagem, participou novamente da tarde de autógrafos com seu ex aluno de KORFEBOL o ator e comediante FELIPE NETO, causando uma agradável surpresa ao ator, ao se encontrarem, professor Marcelo mencionou estar muito feliz pelo sucesso e que irá citar alguns ensinamentos de Felipe Neto em suas palestras.

"O livro do Felipe foi escrito com diversos conceitos de marketing pessoal, esportivo e com uma linguagem divertida e bem humorada, o que torna o livro acessivel a qualquer faixa etária. Estou indicando e presenteando diversos amigos com o livro "Não faz sentido".

O KORFEBOL BRASILEIRO, parabeniza FELIPE NETO, por seu sucesso e carinho com o Professor Marcelo Bepi Soares.

Valeu Felipe esperamos seu retorno ao KORFEBOL BRASILEIRO